
Freud e Jung descobriram, na recente história da psicologia moderna, que as nossas piores dores, nossos mais profundos temores e nossos mais comoventes traumas, estão profundamente sepultados em nosso íntimo. Comumente não nos lembramos, quer de eventos que lhes deram causa, quer das conseqüências imediatas de tais acontecimentos. Somente as cicatrizes são observáveis, na forma de problemas comportamentais. Mas os acontecimentos não desaparecem da memória, encontram-se gravados no inconsciente e fazem a nossa história diária ser direcionada por estes postulados internos. O processo terapêutico proposto pela Intercessio se dirige aos que estão procurando a auto-compreensão e libertação dos seus processos físicos e emocionais, que extrapolam a estrutura da medicina clássica, que vive a sua pior crise desde então. Concentramo-nos na arte de curar por meios físicos, mentais e metafísicos. Abre-se então novas dimensões para compreender a si mesmo e conseguir uma sadia e real libertação. Todos nós carregamos uma grande parte de passado em nós, quando não guiados estritamente por ele. A terapia então é necessária quando o passado nos faz doentes. Em nossa personalidade ecos do passado nos assombram, principalmente inconscientes, com fragmentos de vozes, sentimentos e impressões de há muito tempo. Não queremos simplesmente levantar conteúdos inconscientes para o consciente, mas desejamos liberação, limpeza, catarse. Catarse é uma liberação que conduz a uma paz emocional. Porém ela também é purificação intelectual, que conduz à paz intelectual. Precisamos hoje ter acesso ao nosso passado: suas sombras, seus nós, suas úlceras, suas cargas, seus venenos. Mas também precisamos ter acesso a alegria, à radiância e ao poder de ter o nosso passado em mãos. Algumas vezes isso é o mais importante. Se você dirige um carro com o pé no freio, não poderá acelerar mais enquanto não tirar o pré do freio. Geralmente, eliminar as cargas é melhor do que aumentar a energia. Daí o insucesso dos processos que querem apenas dar mais energia a estados depressivos, dar vitamina a quem está ‘doentinho’. O caminho não é esse e você que lê agora já desconfiou disso.
O horizonte da terapia é transpessoal, que enxerga o Ser num todo nunca antes examinado, completo, físico e metafísico e onde não existem regras nem receitas prontas. É muito mais trabalhoso e requer um exame profundo e personalizado de cada Ser para o terapeuta, mas com seriedade, competência e perseverança conseguimos transformar o ‘talvez’ em meta.
A ciência já descobriu este mundo completamente ilimitado, mas como protocolada ferramenta científica, a nomeia de ‘alternativa’. Que seja! O resultado terapêutico repercute em todos os cantos do mundo como verdade iminente e imutável. Uma nova verdade científica nunca é aceita quando seus opositores se convencem da mesma, mas sim quando estes opositores morrem e no lugar deles surgem pessoas simpáticas à nova verdade. Assim foi com a grande e esmagadora gama de ‘verdades’ que estudamos hoje, passaram pelo mesmo caminho.
O horizonte da terapia é transpessoal, que enxerga o Ser num todo nunca antes examinado, completo, físico e metafísico e onde não existem regras nem receitas prontas. É muito mais trabalhoso e requer um exame profundo e personalizado de cada Ser para o terapeuta, mas com seriedade, competência e perseverança conseguimos transformar o ‘talvez’ em meta.
A ciência já descobriu este mundo completamente ilimitado, mas como protocolada ferramenta científica, a nomeia de ‘alternativa’. Que seja! O resultado terapêutico repercute em todos os cantos do mundo como verdade iminente e imutável. Uma nova verdade científica nunca é aceita quando seus opositores se convencem da mesma, mas sim quando estes opositores morrem e no lugar deles surgem pessoas simpáticas à nova verdade. Assim foi com a grande e esmagadora gama de ‘verdades’ que estudamos hoje, passaram pelo mesmo caminho.
Quem tem olhos de ver que veja. E sinta a leveza da libertação.