quarta-feira, 22 de julho de 2009

Virtuose


Por Jordan Campos


Som de carro e tiroteio.
Som de valsa e virgindade.
Cor de amparo e desabafo.
Cor de burro que fugido voltou
Entrou desesperado
Sem saber onde enfiar a cara
Sorriu para não chorar
Despediu-se sem muito olhar
E lá se foi o Dom Quixote lutar mais uma vez.
Pregando que: os Muros são de Vento.
Que amar não é alento
E que nada “vale a pena”.
Pois a “pena” é triste de mais para valer-se de adjetivo ou objeto indireto.

Som de passado e de chuva
Tensão no terraço esperando a lua
Que minguou junto a mim
Chorando e inundando a cidade inteira
Tentando ser mais que o mesmo
Como um Buda que não medita.

De volta então ao velho “achados e perdidos”.
Esperando a musiquinha de espera
Enquanto estão a verificar
Se cá, estou lá.

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Vida após a morte será tema de tese na PUC de São Paulo


O assunto não tem nada a ver com religião, apesar de falar de vida após a morte. Sonia Rinaldi há mais de 20 anos pesquisa o assunto e prepara-se para um desafio hercúleo: levar para um ambiente totalmente cético algo que comumente é tratado com crença. Ela vai defender, a partir deste ano, uma tese de mestrado na PUC - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, intitulada "Transcomunicação: Interconectividade entre Múltiplas Realidades e a Convergência de Ciências para a Comprovação Científica da Comunicabilidade Interplanos", com a qual pretende comprovar que após a morte do corpo físico a consciência sobrevive.
Essa consciência, segundo Sonia, classificada de vários nomes, mantém sua individualidade, história, aquisições morais e intelectuais, além de ter capacidade de comunicação com o mundo da matéria. Atualmente, como uma das coordenadoras do Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental, Sonia passa seus dias conectando aparelhos de gravação de áudio e vídeo, buscando contato com o que convencionamos chamar de "o outro lado da vida". Para a pesquisadora, o fato deste tipo de abordagem adentrar o mundo acadêmico é uma conquista que só será percebida no futuro, mas que trará benefícios para toda a Humanidade: "É chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua.", diz Sonia. Acompanhe a entrevista exclusiva concedida por Sonia Rinaldi ao editor da Nova Era.


Após 20 anos de pesquisa, como a ciência clássica, baseada em conceitos da matéria, vem encarando o seu trabalho?


A Ciência, de forma ampla, está longe de se interessar. Uns tantos cientistas mundo a fora vêm trabalhando no sentido de documentar a realidade da sobrevivência após a morte. Porém, quer nos parecer que nenhum fenômeno é mais concreto - e, portanto, suscetível de toda sorte de análises e investigação, como requer a Ciência -do que a Transcomunicação Instrumental - ou seja, a comunicação com o Outro Lado da Vida através de gravações em computador e vídeo. Este ano de 2009 traz uma nova rota para nossa pesquisa, pois inicio Mestrado na PUC - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, justamente para levar a Transcomunicação ao meio acadêmico, coisa que jamais ocorreu na História. Veremos, daqui a uns anos, o que teremos conseguido.


Como foi o processo de aprovação de sua tese de mestrado, sobre este assunto tão avesso ao mundo acadêmico?

Chegaram a me chamar na PUC para eu mudar minha tese, mas não aceitei. Tenho premência em conduzir a pesquisa conforme a proposta, pois minha tese não será simples - propus uma mega-tese multidisciplinar, pois já considerei o fato de que eu, sozinha, seria inapta para comprovar qualquer coisa. Propus a participação de engenheiros, físicos e matemáticos - todos com doutorado, para que sejam eles que avaliem, dentro dos parâmetros requeridos pela Ciência, que o fenômeno é real. A minha parte é levantar a ocorrência do fenômeno - a deles será endossar a autenticidade e - dentro das possibilidades -, tentar explicá-lo.


Quem serão os maiores beneficiados com a comprovação científica da sobrevivência após a morte?

A meu ver, a própria Humanidade, que deixará de se enganar. É como se fosse chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua.


Você pode explicar aos nossos leitores, em sua maioria, leiga neste assunto, o que seria a hipótese "sobrevivencialista" em contraposição à hipótese "psi"?

Quem é a favor da sobrevivência após a morte vê a coisa como sendo o ser humano composto de um corpo e uma alma, ou espírito. Na morte do corpo físico, esse espírito ou consciência, prosseguiria na jornada. Esse é o ponto de vista dos espiritualistas. Já uns tantos parapsicólogos acham que os fenômenos paranormais não são resultado de uma intervenção espiritual, mas sim, produto da própria mente de quem produz o fenômeno. No caso da Transcomunicação, exaustivamente essa segunda hipótese fica descartada, por uma série de fatores que não arrolaremos para não nos estendermos. Mas sumarizamos dizendo que as Vozes que gravamos falam de coisas que ninguém sabia, dão nomes de pessoas, cidades de origem, etc., que o transcomunicador nunca ouviu falar. Filhos falecidos mencionam peculiaridades que só a família sabe, etc. Não há a menor possibilidade de ser produto da mente de alguém. Necessariamente, os contatos mostram que estamos em contato com seres que já partiram. Como são realizadas suas experiências de gravação? Qual é sua rotina de pesquisadora? Agora, com o Mestrado, tudo girará em função disso, e as gravações serão feitas para que os cientistas que participarão da tese possam ter mais e mais elementos de estudo. Fora disso, vou continuar dando uma aula por mês de como gravar para as pessoas interessadas.


Nos workshops realizados por você, como as pessoas têm reagido ao contato com entes que se foram? Na mesma linha desta questão, a saudade e a necessidade de um contato não podem prejudicar uma análise racional?

Em todos os cursos (workshops) que damos, todos obtêm resultados de seus falecidos e aprendem a gravar. Não há como comprometer a interpretação, porque, ou a resposta está lá ou não está. Nossas gravações há anos são bem claras... não deixam margem de dúvida ou permita dúbia interpretação. Se a gravação/resposta não for clara, será descartada.


Quando se fala em vida após a morte, as pessoas fazem logo uma conexão com religião, que, no sentido clássico, vai na contramão da pesquisa científica. Como você lida com isto?

Religião que se esconde atrás de dogmas e não respeita a lógica deve estar com os dias contados. A globalização e o avanço tecnológico despertaram a racionalidade, e a visão setorizada tende a mudar. Ou algo é "verdade" ou não merece crédito. E tudo que é "verdade" tem que ser passível de análise e investigação. Há de chegar o tempo em que o ser humano dispensará supostas leis divinas, sejam lá quais forem, que não passem pelo crivo da lógica racional. Considerando a hipótese sobrevivencialista, quais as diferenças deste contato em relação à psicografia, já que as gravações captam pequenas frases, às vezes com uma estrutura gramatical inversa, bem diferente dos livros mediúnicos, que são verdadeiros tratados, romances, com estruturas complexas... A diferença fica por conta de que tudo que não pode ser matematicamente investigado, fica excluído do interesse da Ciência. Até hoje, centenas de médiuns têm dado importante contribuição no sentido filosófico e social; porém, fica fora da possibilidade da comprovação da realidade disso. Já no caso da Transcomunicação, qualquer "alô!" vem com um peso incontestável diante dos olhos de um cientista. Por isso, penso que a Transcomunicação Instrumental é o veiculo mais poderoso para comprovar que se vive depois da morte, além, claro, de levar consolo a milhares de pessoas que sofrem com a perda de alguém querido.


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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do Amigo???

Sou eu na foto ao lado comemorando o dia do amigo.

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Amigo é aquela sórdida criatura que sabe tudinho sobre você e ainda assim, insiste em ser seu amigo. Amigo é maior que irmão, que mulher, que marido (podendo ser um destes, embora raro). Esse ser tão confundido com ‘pessoas que nos conhecem’ ou com ‘pessoas que estão ao nosso lado enquanto tudo vai bem’ são motivos de comemoração hoje que é o dia do amigo. Sendo assim não compre presentes e não fomente comércio em cima de algo que não se compra que é a amizade – entendeu a mensagem??? Bem, se já comprou e já deu, pois só escrevi isso pela tarde, no próximo ano você se adapta. (risos)

Pelamordedeus!!! Não insista em achar que aquelas pessoas todas do seu orkut são seus amigos, nem que seus seguidores no twitter morrem de amor por sua pessoa rara. Caia na real e saia do virtual, apenas hoje. Pegue sua agenda ou celular e passe os contatos. Desça, desça... E veja quem que está aí, qual o nome da sórdida criatura que você poderia ligar às 3 da manhã de um domingo pra segunda, e que te atenderia numa boa e poderia ir até você sem reclamar? Mesmo com marido ou esposa do lado da cama?

Você deve ter recebido um bocado de mensagem hoje de gente que nem cogita amigo lhe desejando feliz dia dos amigos. Reflita.
Amizade muitas vezes é andar só de mãos dadas. Amizade é alimento da alma.

Se, no entanto, seus contatos não te deram muita alegria, corra para o espelho e veja um grande possível futuro amigo lá.

Feliz dia da queda da ficha!!!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Motivação na Rede Pública (2)


Hoje fiz mais uma palestra de motivação para jovens do terceiro ano de escolas públicas. Uma contrapartida social que amo fazer. Desta vez o colégio foi o Estadual Senhor do Bonfim.
Tenho certeza que não faltou emoção, informação, muita risada gostosa e uma motivação diferente e multifocal que ensina e oferece ferramentas de ponta para estes estudantes que em breve estarão ativos na nossa sociedade.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O Twitter e Eu


Na era da tecnologia instantânea, mesmo eu sendo um tanto arredio quanto ao futuro incerto do controle tecnológico sobre nós, achei interessante o convite que minha irmã me fez para entrar no twitter.
Nem sabia que todo mundo já tinha (você ainda não tem?), e estava meio desconfiado por pensar que fosse algo tipo Orkut, que já me deu algumas dores de cabeça - minha esposa que o diga.
Mas o negocinho parece interessante para a comunicação rápida e eficaz. Você só tem 140 caracteres para dizer o que vai fazer, o que planeja, para dar uma dica de site, uma informação profissional, um desabafo... etc.
Longe de ser um devassador de intimidade é como se pudéssemos ter janelinhas do que as pessoas estão pensando e fazendo de maneira hiper resumida, sem precisar ver fotos, profiles densos e recadinhos de desconhecidos. É uma ferramenta política e jornalística e vi que até o Obama tem um.
Vou usar em sistema beta e ver se é tão legal quanto parece. Divulgarei notas de palestras, workshops, links e perfis psicológicos do dia.



Abraços.

A Carroça Vazia, Você e os Outros.


Neste fim de semana tive alguns momentos inusitados que me fizeram lembrar de uma antiga história que não sei a autoria, mas que diz que um pai, muito sábio, convidou seu filho a dar um passeio no bosque e ele aceitou com prazer. Ele parou um pouco em uma clareira e depois de um pequeno silêncio, perguntou ao filho:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa, filho?
Ele apurou os ouvidos alguns segundos e respondeu:- Estou ouvindo um barulho de carroça.- Isso mesmo - disse o pai - é uma carroça vazia.No que o filho perguntou ao pai:- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?- Ora - respondeu o pai - É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

...O tempo passou desde que ouvi esta história e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura, arrogante, dono de uma razão inexistente, inoportuno, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é o dono da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz daquele pai dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz..."

sábado, 11 de julho de 2009

Solidão e Motivação

Estive nesta semana realizando algumas palestras e treinamentos sobre solidão e motivação.
Em centros comunitários, no meu espaço terapêutico ou em escolas, para professores.
Refletimos que a solidão é muito mais um problema de identidade, de perda do Eu, do que saudade, carência e outros nomes errados.
Concluímos que motivação é ter logicamente um motivo e colocá-lo em ação, e mais: ter informação de qualidade sobre nós mesmos. Num reconhecimento profundo do espelho que temos à nossa frente.

Acompanhem a agenda de eventos pelo site http://www.intercessio.com.br/

Seguem algumas fotos..





A Vida Sempre Continua

Por Jordan Campos


Você quer se libertar?
Se libertar das mentiras...
E de toda a auto-suficiencia egoísta de quem gosta?
Você precisa mesmo desta pessoa?
Você tem que se libertar.
Deus sabe como você quer isso.
Mas você se apaixonou e adoeceu

Se apaixonou como pela primeira vez.
E dessa vez você sabe que é sincero
É estranho, mas é verdade.

E você não pode passar por cima:
Vai pisar em si deste jeito.
Mas a vida sempre continua
E pela janela do banheiro você não vai conseguir escapar
Então se acostume ou lentamente suicide
Mas o céu não te espera...
Acho que nem o fogo vai te querer de tão frio e passional que ficou.

Quantos rostos você contou hoje nos azulejos do banheiro?
Quantos “bons dias de elevador” você teve que dar sem olhar o rosto?

Você quer se libertar?
Dê uma pedrada no espelho e pare com toda esta auto-piedade.
A vida sempre continua
E ontem e amanhã sempre vão ser inúteis para resolver a questão.
E hoje sempre estará faltando amanhã para sua coragem de lagartixa.

Aproveite que hoje estou ‘pegando leve’.

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domingo, 5 de julho de 2009

Liga das mulheres (objeto) – Uma crítica ao quadro do Fantástico


Estava neste domingo deitado em minha cama quando de repente me chamou a atenção um novo quadro do programa Fantástico da rede globo. A liga das mulheres. Um grupo de mulheres de várias formações que dirigidas pela boa repórter Renata Ceribelli tenta ajudar outras mulheres à beira de ataque de nervos em suas vidas de casada. O programa que estava vendo tinha como protagonistas uma mulher acima do peso, complexada com isto e com transtorno alimentar evidente. Ela tinha uma filha e tomava conta da mesma, embora fizesse faculdade. O marido dela era uma figura inusitada. Estava separado dela e com a amante, quando descobriu que a dita cuja estava grávida e decidiu assumir ao seu jeito a ‘encrenca’. Ele faz o tipo curto e grosso, pouco romântico (tenta disfarçar na frente das câmeras, mas não me engana) que sustenta a casa e por isso quer tudo do seu jeito sem reclamações. Até aí tudo bem, talvez mais um casal normal. Até a tal liga resolver entrar em ação e tentar resolver o problema com uma receitinha de bolo de liquidificador.

Decidiram visitar a mulher e a levaram logo a um médico. A mulher tinha um conflito interno tão grande que na consulta nem subiu na balança. O médico, para não perder o bom costume receitou um remédio para ajudá-la a controlar o apetite. Remédio nada!!! Receitou uma droga inibidora de neurotransmissores, serotoninas, dopaminas e noradrenalinas, esta mulher ia sentir um colapso na mente complicado. Estes remédios fazem uma mega operação contra o organismo, fazendo a pessoa parar de ter fome por inibir recursos naturais, que se estão acontecendo querem dizer alguma coisa. Os efeitos colaterais são vorazes como raiva, insônia, disfunções orgânicas, depressão e o pior: dependência química e psicológica. Detalhe: o remedinho pode até fazer efeito, mas depois o sábio organismo que sofreu ‘pra cacete’, quando se para de tomar, reflete que passou a tempestade doentia (pois o corpo enxerga como algo muito errado acontecendo) e volta a engordar tudo de novo. Depois a mulher foi a uma nutricionista que fez a clássica dieta das seis vezes por dia, cortando um bocado do que ela gostava: quase tudo para ser resumido. Depois a liga extraordinária resolve dar um banho de auto-estima nela, depois dela quase chorar por que queria ter o corpo da Scheila Carvalho que segundo a dieta da revista emagrecia 5 quilos em uma semana. Levaram a coitada vítima da receita de bolo, quase solado a esta altura, a um estúdio de fotografia - ensinaram a disfarçar que se está acima do peso usando as próprias roupas e clicaram a mesma em várias poses. Reconheço que ficou bem legal, e ela até foi elogiada pelo marido que telefonava chamando alguém para conferir o feito do século. “Ela tá bonita... É ela mesma, venha aqui ver”. Pelo jeito deve ter cobrado ingresso.

Então a poderosa liga conversa e chega à conclusão que fizeram um trabalho de sucesso. Até se emocionaram e choraram um pouquinho. Quer dizer que levar a mulher num médico, receitar umas drogas pesadas, cortar comida e tirar umas fotos que em dois dias o espelho vai negar tudo vai resolver? Pôxa!!! Mais um quadro que trata a mulher como objeto, que precisa de receitas para ser aceita e entendida na sociedade. O programa é machista, superficial e irresponsável, pois amanhã mesmo muitas mulheres vão procurar médicos pedindo o remédio e outras muitas vão comprar sem receita. Onde fica a famosa responsabilidade social? Já não me basta ver aquelas revistas nas bancas que ensinam a mulher em 3, 4, 6 ou 10 dicas infalíveis a serem bonitas, fazerem o melhor sexo, dar mil beijos diferentes, conseguir dinheiro... Tudo para ser aceita no universo masculino???

A liga deveria propor um tratamento psicológico, terapêutico para poder entender a raiz do problema. A rejeição interior que a faz estocar alimentos com medo de abandono. O problema é pela minha visão algo do tipo. Mas inventam de tapar o sol com a peneira. Ela tem problemas que remédio e dieta não vão resolver. Muito menos foto. Motivação é informação sobre si mesmo, é a oportunidade de devassar os programas inconscientes que nos fazem repetir erros. E aquela mulher tem vários, e nenhum foi nem um pouco resolvido. Do contrário, envernizados até a próxima chuva chegar.


Para refletir, vou dormir.


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quinta-feira, 2 de julho de 2009

O Texto definitivo sobre o AMOR (pelo menos até a meia noite)

Escrito com sono, à 02:23 am
Busca-se como ao ar o entendimento e uma definição para o Amor, e confude-se também, na mesma proporção da enxurrada, o dito cujo.
Eu, poeta metido, compositor sonhador, “amante” de gente incondicionalmente, com tantas faces dadas batidas que já nem sinto de calejamento...
Continuo assim a procurar o signo do Amar.
Sê-lo-ia indecifrável ou inverossímil?
Inacessível ou indefinível? Incontido, destemido, razão das maiores vivências e prazeres?
Ou até repressivo, prisioneiro, causador das maiores decepções e infortúnios?
(suspiro)
Existem sim, muitos anexos que se podem acoplar à definição rascunhada do Amor, fazendo com que achemos que existam vários tipos de “Amor”.Não, não... O Amor é um só!
Os outros sentimentos complementares na relação nos fazem adjetivá-lo e ter esta falsa impressão de vários gêneros de Amor.
O Amor não permite nenhum adjetivo ao seu lado.
Falar que Ama muito é um pleonasmo, pois Amar já é totalmente abundante; dizer que Ama um pouco não é Amar...
O Amor é um só, repito!!! E precisa para sê-lo: incondicional.
Se, ao Amar, você espera algo em troca isso não é Amor: é Escambo.
Oh, Amor esclarecedor, revelador! Oh, “Amor” confuso, ensurdecedor...
Quão polêmico tu és!
Mas jamais pegajoso, fraudulento...
Pois que Amar é andar sozinho de mãos dadas também.Ele é Fé, e Fé não é acreditar: é não duvidar! Objeto de desejo, instrumento de dor – é a tal da paixão.
Amor é sentimento: gráfico constante - incondicional.Paixão é emoção: gráfico inconstante de altos e baixos – causal - Sentimento malfazejo, veículo de êxtase. Contraditório e visceral.No Amor ouço o som da liberdade, o sentido da prisão consentida.
Expressão do gozo, forma de condução da alegria.
Rima inesperada, frases assimétricas.
Querência de todos os sentimentos reunidos em prol de uma felicidade que pode ser inalcançável para os que a esperam no mundo em que estão e não mundo que são.
Pergunta-me então onde está o amor? Para que serve o amor? Por quê se faz necessário?(pensando)Oh, Revelador do caráter e da intenção de quem o utiliza, porém cerceador da sensibilidade espontânea, pois que mal utilizado pelos amantes és!
Causador de revoluções, avalanches de emoções por confusão.
Hospedeiro, intruso, evasivo, depressivo.
Por confusão também com a paixão e sua máscara de “Amor” é julgado parecido.
Amar e ter Paixão distintos seria o sublime?
Tantos adjetivos e nenhuma definição. Por isso mesmo, Amor.
Após tantas aparentes contradições, dilemas e definições quebra-cabeças apresentadas foi vislumbrada a mínima possibilidade de alcance em relação à definição do que é o Amor? Então, por sua própria e improvável definição máxima, viva o Amor da maneira que lhe for permitida pelo seu cérebro, por seu coração, por sua conduta, por sua vida.
Mesmo que seja paixão ou qualquer similar, genérico. Ame.
Se não possível sua definição, só ame, não perca mais tempo.Não perca oportunidades, não apague da memória o que se passou, não afaste a possibilidade de construir novas formas de amar.
Estamos no planeta Terra por Enquanto, e nosso cérebro que limita nossa mente - neste contexto agramatical defronte ao Amor...
Deixe amar. Qual menino que brinca com fogo em tempo de estio.Amor, então, chegando à conclusão permitida pelos limitados neuro-transmissores que limitam a essência do Espírito aqui agora encarcerado, encarnado, é perigo e inocência.
Fagulha dançando na mata seca. Qual chama que se alastra no centro da ventania.
Amor é calor e encantamento. Ilusão de frescor em queimadura.
Qual lava ardente que consome corações incautos e almas puras.
Amor também, permito-me e contradigo-me para ser entendido e não “utopizado”, é angústia lancinante...
Juízo Final.
Amor é milagre e também recomeço.
É fogo, brinquedo em mão de menino.
O Amor é uma decisão de Vida!

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Verdade Sobre a Síndrome do Pânico


Temos uma realidade alarmante onde vemos a cada dia crescer o número de pessoas que dão passagem ao transtorno do pânico e complicam toda uma vida. Digo que “dão passagem”, pois ela não precisa se instalar, do contrário: é algo que precisa sair a todo o custo e por isso se sofre ao tentar resistir a ela. Descobri primeiro em mim quado tive 'passagem' e depois em vários pacientes que me procuraram e que reencontraram seu caminho, que muito além de um problema de ‘neurotransmissores na fenda sináptica’ a crise não precisa do pânico e só precisa que a deixemos fazer o seu trabalho. Esbarramos na falta de informação sobre nossos processos mais íntimos e belos, virando cobaias de novas drogas que não curam, sobretudo por estarmos falando de uma crise que se inicia na mente inconsciente (ela é irracional pelo menos no início) apelamos para o instinto humano de sobreviver e caímos no lugar comum de fobias, medo, pânico e prisão.
A síndrome do pânico já é a segunda causa de procura a clínicas psiquiátricas, perdendo apenas para a depressão, que na verdade é um dos pólos da mesma raiz. A pergunta é simples: você conhece alguém que foi tratado e curado com os medicamentos usuais receitados pelos médicos e que está hoje sadio, feliz e totalmente livre do pânico?
Temos uma indústria do controle que não se interessa nas possibilidades de cura que existem dentro de cada um. Temos uma imensa e inesgotável farmácia da alma dentro de nós e que está pronta para ser usada, mas não com fé cega e motivação vazia – precisamos de informação que faça sentido e que se faça ver na prática.

Todo meu trabalho tem como objetivo oferecer um ressignificar de todo o processo que chamamos de pânico, levando cada qual a um encontro maravilhoso com a estrutura perfeita que é seu corpo humano e mental. Vamos ficar frente a frente com o pânico, numa personificação urgente e necessária, e vamos com racionalidade entender quem é ele, o que ele quer e o que está por detrás de todo este alvoroço. Curar-se desta síndrome não exige milagres. Um homem muito sábio disse certa vez que os milagres não acontecem em contradição com as leis da natureza. Disse que ocorrem sim em contradição com o que achamos saber desta lei. E a própria ciência tem seu método e nos é útil em muitas coisas - chegará o dia em que ela versará sobre isto que propomos falar neste livro de forma completamente similar, mas você está pronto para esperar isso, enquanto ela te mantém na incubadora do controle ou quer se libertar agora?

Uma nova verdade científica nunca triunfa por seus opositores se convencerem dela simplesmente, dizem que estes opositores precisam morrer literalmente, para que no lugar deles novos cientistas mais sensíveis à idéia a aceitem.

A história da humanidade prova isso.


Estamos juntos.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Lição com as Pérolas


Outro dia estava assistindo a uma entrevista no Jô sobre como se produz as pérolas que adornam as joalherias e são valiosos objetos de desejo.O procedimento é o seguinte: na criação de ostras, insere-se um objeto pequeno, como um pedaço de vidro ou um similar, que incomode à força, no interior da concha.A ostra enxerga aquilo como uma agressão ao seu corpo e produz substâncias para tornar o objeto menos dolorido dentro dela, e tornado-o circular dói menos ... Este processo se chama fazer pérolas.

Pérolas então são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Esse processo é bastante difundido.Pérolas então são uma ferida curada!Onde eu quero chegar?Que diariamente “engolimos” certas “pedras” em forma de palavras, de agressões, de falta de perspectivas, depressão, inimizade, ódio...

Muitas pessoas machucam a gente como se fazem com as ostras!

Mas... Se conseguirmos fazer como a ostra e de um problema ou algo que nos incomoda bastante transformar em uma pérola vamos dar um salto espantoso.

Costumo dizer que não temos inimigos e sim oportunidades imediatas de reconciliação e perdão.

Pois repito: A Felicidade não está no mundo em que estamos e sim no mundo que somos. Aprendi isso na prática, apesar de muitas vezes parecer meio “ultra-romântico” com minhas ‘impulsivas esperanças’ (SERÁ?) e meu jeito aberto ao extremo.

Tento sim, cobrir minhas mágoas e as rejeições sofridas, ou os remorsos com camadas e camadas de Amor...

Sou HOJE um construtor emergente de pérolas!


Pensem nisso.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Regressão de Memória em Casa Espírita

Ontem eu palestrei com o tema: Regressão de Memória na Cura do Espírito a convite da COBEM em Salvador. Fiquei surpreso pelo convite com este tema em uma casa de oração espírita. Realmente a COBEM merece parabéns por ajudar a retirar mitos, mentiras e misticismos vazios de algo sério e eficaz como a Regressão de Memória. Existem muitos preconceitos e medos infundados que uma boa informação, recheada com lógica elimina bem rápido. Já é hora de procurar passar pelo crivo da razão todas as coisas que ficamos sabendo por distorções de terceiros. O próprio movimento espírita sente isso na pele, faz tempo. Falta de informação gera alienação!!!
Foi esclarecedor!!!

Algumas fotos abaixo:









quinta-feira, 11 de junho de 2009

Auto-Biografia


Falar de si mesmo sem cair no clichê de espaços comuns a completar é um desafio.
Podia simplificar dizendo que amo gente incondicionalmente e meu trabalho é sobretudo uma realização pessoal decorrente de uma forte história de vida.
Estudei pedagogia, psicologia e atualmente estou bacharelando em filosofia. Mas muito além de qualquer esboço teórico minha formação é prática e vivida. Tenho especialização em psicanálise clínica embora não a utilize na lide diária, Freud me desculpe, mas prefiro Jung. Minha formação mais marcante foi a de Terapeuta de Regressão onde tendo como referência o mestre holandês Hans Tendam, me achei logisticamente.


Com uma espiritualidade aflorada e desde cedo voltado a práticas assistenciais, acabei me fazendo um palestrante e tutor de grupos de desenvolvimento pessoal e espiritual. Embora tenha vencido o concurso Brasil Empreendedor pelo Sebrae em 2001 (algo estilo O Aprendiz, mas muito mais difícil) e ter aberto as portas para um mundo corporativo, não me completei.
Aos 21 anos tinha uma emergente empresa, uma carreira musical (sim, sou músico também) e uma agenda repleta de palestras empresariais com ênfase em motivação e relações interpessoais. Dedicava neste tempo oito horas semanais, divididas em três dias, ao auxílio beneficente em hospitais públicos, asilos e centros de formação de jovens. Até então ter sentido na pele algo que mudaria minha vida para sempre.


Voltando do trabalho em um belo dia, fui acometido por uma terrível crise orgânica e psíquica, que dias depois me tomou completamente e se diagnosticou pela medicina ortodoxa como ‘Síndrome do Pânico’. O que era aquilo? Como uma pessoa que tem tudo nas mãos, é dona de si, pode de repente se ver completamente refém de drogas alopáticas que lhe raptam o raciocínio? Inacreditavelmente para os de fora, mas logicamente só para quem passa por isso, perdi quase tudo. A empresa, a música, um casamento, falsos amigos (a parte boa) e quase a vida. O meu diagnóstico era: isso não tem cura, apenas controle com drogas. Não, não era de mim desistir assim. Sai de minha cidade tentando quem sabe começar algo de novo e fui recebido pela minha mãe, a qual nunca havia vivido junto - mal a conhecia. Seria uma obra do destino fazer com que uma doença aproximasse mãe de filho? Seria esta a explicação toda? Minha mãe morreria três meses depois deste reencontro em lar.


Desistir? Aceitar o pronto diagnóstico dos ‘dotôres’?


Comecei uma escalada arriscada e corajosa me livrando a cada dia das drogas controladoras, personalizando os fantasmas silenciosos, e conheci, sem ajuda de nenhum manual, a saída para o tal do Pânico. Reergui tudo, comecei abaixo do zero e ousei provar a mim uma fé maior na lógica da vida... Lágrimas regaram a minha auto-estima ao invés de a sufocarem, e tomei aquilo tudo como um aviso e uma missão: ‘Jordan, cuide agora de quem precisa!!!’ – ‘Vá e ande logo.’


Assim então, aqui estou repaginado pela vida e muito mais forte para dedicar cada dia de minha vida ao meu próximo. Dedicar uma luta contra a depressão, o pânico e todas as inquietações da alma que puder. Por saber exatamente o que é isso.


Quando me empurraram do penhasco, descobri sutilmente que podia voar ao invés de cair.


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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Terapia e motivaçao na rede pública de ensino

Aconteceu nesta segunda, 08 de Junho, o encontro do Terapeuta Transpessoal Jordan Campos com nove turmas de 3º ano do colégio estadual Manoel Novaes. O encontro foi feito em dois turnos. Na palestra foram tratados assuntos diversos como expectativas de futuro, preconceito e responsabilidade na educação pública, motivação, família, relações interpessoais entre outros temas. O terapeuta palestrante promete voltar para a realização de uma oficina de excelência pessoal em Julho. A expectativa é grande.

Fotos abaixo.













































sábado, 6 de junho de 2009

II Workshop de Iniciação em PNL

Aconteceu neste sábado, dia 06 de Junho, o II Workshop de Iniciação em PNL (programação neurolinguistica) com o terapeuta transpessoal Jordan Campos. Esta é a segunda turma de Iniciação em dois meses.

Em Julho acontecerá o Workshop Intermediário em PNL com a presença das duas turmas.

Os participantes puderam ter contato histórico com a PNL, conheceram seus pressupostos e técnicas básicas, iniciaram estudos sobre psicoenergia, terapia regressiva e biopsicossomática, e aproveitaram muitas práticas recheadas de emoção. Confiram as fotos abaixo






































































Agradecimento especial à Profa. Raimunda Gesteira.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Muros de Vento

Com quantas nuvens se faz um sonho?
Com quantos pesadelos se reza para dormir?

Com quantas gotas se fica em pranto?
Com quantas piadas se morre de rir?

Com quantos silêncios se diz adeus?
Com quantas quedas chama-se Deus?

Com quantos nãos deve-se acreditar mais ainda?
Com quantos sins, decifrar a mentira?

Com quantos beijos deve-se casar?
Com quantas noites bem dormidas se separar?

Com quantas poesias se faz uma canção?
Ou em quantas canções cabe a minha poesia?

Até quando vamos ficar esperando o domingo chegar
Para consolar os doentes, visitar os carentes e enfim perdoar?
Ficamos sempre esperando o limite chegar,
A bateria acabar, o feriado começar ... o mundo mudar.

Em quantas vidas vive-se de verdade?
Em quantos anos aproveita-se um dia?
Em quantas horas aproveita-se um segundo?
E se este segundo tivesse um preço?
E se de repente eu não pudesse pagar?

Onde estão os culpados, seus cães e capachos?
Onde estão os inocentes, escondidos ou trancados?
Onde vende-se o remédio para esta dor?
Onde fica o endereço da Farmácia da alma?

Quantas horas a mais eu devo ficar aqui?
Meu lugar é aí:
No esconderijo ultra-secreto guardado a sete chaves
Num lugar chamado Cidade dos Muros de Vento.

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Carbonara et Lux


Tempo e mais tempo e já estou aqui
Há 30 anos escalando esta montanha.
Os guias ficaram para trás, e o ar rarefeito.
Minha bombinha que nem tenho mais, esqueci.
Nestas noites eu tenho rezado de forma estranha
Paro no meio e esqueço o que disse.
Tenho andado rápido demais, voando.
E aquele cara lá na esquina que vejo do pára-brisa pedindo carona
Sou Eu.

Não há nada mais ensurdecedor que este silêncio agora.
Hoje pago pelo sorriso, pela mão estendida, pelo olhar de confiança
E também pelos vacilos, pela impulsividade e por toda a displicência.
Mas não me importo, sou Incondicional neste caminho
Faço de você minha religião e se você aceita, me ganha.
Sou simples e por vezes julgado patético: faço minha moda
E ninguém entende meu macarrão à carbonara.
Tenho a tendência dos imortais e dos suicidas, bipolar assim.
Só assim sou vivo e abomino os desistentes por provar destes pedaços de mim.
Eu sou de mim!

Quem não conhece a essência deste Ser que escreve
Pode até pensar besteira ou julgar isto como carta de despedida.
Não. Não. É um escrito de chegada, de contemplação.
Do tempo que me trouxe quase a este topo.
Do ar que puxo
Do frio que me aquece agora.
Do começo do novo, da lucidez mais clarividente que há

De um Homem-Sol que adora tempestade.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Crônica de uma unha que me feriu.

ESTA CRÔNICA É BASEADA EM UMA HISTÓRIA REAL, QUE ACONTECEU COMIGO NO DIA 03.10.2005.renascre

Há alguns dias, em um dia quente de primavera, um jovem vinha em viagem de volta pela estrada com sua bela namorada. Na Alegria do dia que passaram iam alegres, contentes e de barriga cheia. Assim que pegaram a estrada, no entanto, uma sombra estranha se fez no fundo do carro. O jovem olhava pelo retrovisor com as mãos fortes ao volante e nada via.

No meio do caminho, sem razão aparente, o carro foi violentamente jogado para a esquerda. O jovem tentou retornar para a pista. O carro rodou. Deram-se as mãos. As unhas da namorada encravaram em sua pele de tão forte aperto.

Mas era tarde.

Assim que o carro despencou vinte metros de altura e se partiu ao meio, a tal sombra saia do carro satisfeita e sorrindo. A namorada vendo-se em melhores condições e tentando manter o jovem imóvel escalou a queda e foi gritar ajuda. Cena triste. De forma impressionante, após sete horas entre o acidente e o diagnóstico de que aparentemente estava bem, o jovem suspirou a Vida. Sua cabeça bastante machucada, e suas mãos com as marcas de sangue das unhas de sua namorada.

Um repórter de jornal que cobria um crime que tinha dado desfecho no mesmo hospital, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes. O Jovem mostrou a cabeça. E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter:

“- Mas olhe em minhas mãos”.

“- Eu as tenho porque minha namorada não quis me deixar ir, e me puxava para o seu lado enquanto a queda se fez, poderia ter sido pior se eu passasse da janela já quebrada pela minha própria cabeça”.

Nós também temos cicatrizes. Não a de um acidente igual, talvez, ou qualquer coisa assim tão dramática. Mas as cicatrizes de um passado, por exemplo. Algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profunda dor. Mas, algumas feridas, foram feitas porque DEUS se recusou a nos deixar ir. E enquanto você se esforçava, Ele estava ali, te segurando.

Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando a dor seja Deus cravando-lhe suas unhas para não te deixar ir.

Deus certamente vai fazer o que for necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso te deixar cicatrizes.

Pense nisso.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Do que sei


Do que sei, em todas as minhas histórias caladas.
Presentes nos versos exagerados ou na calma aparente do olho do furacão
Apenas me jogo, mergulhando sempre de cabeça.
Sou menor do que achava
Mas, maior do que achavam.

Do que sei, a dor era maior do que supunha.
Do que sei, o choro afoga sim.
Do que sei, se soubesse ler pensamentos não sairia do banheiro.
Do que sei, me resta ainda a sorte do horóscopo do jornal de ontem.

Ouse


A maior experiência da vida são as pessoas complexas. O real bom combustível separador do achismo vazio, da verdade mais real que existe são as pessoas complicadas. Subir na montanha e procurar a paz não resolve nada – lugar vazio e frio. É no meio do suor, da lágrima, do frio na barriga... Que repousam as mais eloqüentes lições.


É necessariamente quando tudo parece ruir, quando a dor aperta que tudo está no caminho de se resolver. Você conhece algum momento da humanidade onde se mudou, evoluiu... Sem que houvesse revoluções, guerras, mortes? Não... desconheço. A própria fase histórica onde nada se fez, nem uma rebeliãozinha, foi a idade Feudal ‘das trevas’. Com a nossa alma é a mesma coisa é preciso que venha a revolução, que doa, que sangre... Que morra a velha carcaça e que reine absurda: a nova casca.


Pedimos e recebemos, mas quase nunca da maneira como queremos que seja. Dizemos: “que seja feita a vossa vontade” e assim que terminamos listamos as nossas.
Coragem Irmãos!!! Amigos, companheiros...
Peça.
Mas cuidado: para quando seu Deus bater em sua porta você não esteja no quintal procurando trevo-de-quatro-folhas.

Tá doendo? Mergulhe que vai curar. Acredite na lógica maior. Abra a porta, vai, vai!!! Estas palavras não estão sendo escritas por que li no livro, escutei de alguém... Vivi o absurdo da altura do pico e da profundidade do penhasco.E começo a entender com a ajuda desta gente que amo, a gente. Escrevo pela emoção de quem tem na pele isso tudo.

A vida é curta: você não vai conseguir ler todos os livros que quer ler. Não vai conseguir visitar todos os lugares que sonha. Não vai saber todas as novidades que acontecem neste segundo nem em 100 anos. Então... Se a artéria do teu coração, neste exato momento estourar e você cair neste teclado... o que ficou? O que fica?

Pense nisso.
Ouse aceitar a tua revolução neste segundo e comece a mudar o resto de sua existência.

sábado, 23 de maio de 2009

Agora é Nunca se Ficar para Amanhã


Você já tentou se esforçar pra fugir de si mesmo?
E se ver de repente em um outro destino: o seu “outro você”?
De longe o infinito sempre superará este medo da solidão, tenha calma.
Toda paz, todo o bem que nunca te veio antes, ali, de repente.
Mas para não dizer que tudo pode ser certo de mais, um probleminha nas laterais.


Será que você consegue voar e me acompanhar?
Sabe...
Tipo quando se pede para ganhar na loteria por toda uma vida...Mas nunca se compra um bilhete que seja.
Tipo estar procurando trevo-de-quatro-folhas no quintal
Enquanto Deus bate na sua porta principal ter dando a resposta.
Acabamos sempre orando para acontecer para ter,
Mas esquecemos de orar para ver quando nos for dado.
E por incrível que pareça nunca vai ser fácil a grande conquista.

Você já viu algum fato histórico mudar o mundo sem revolução?
É a mesma forma com o seu mundo.
Nós e nossas velhas desculpas
Acabaremos velhos, tristes, feios e sós?
Sem nunca entender que tudo está sempre a um passo.
E que passamos quase todo tempo tentando nos convencer que é miragem o que é concreto.
Mas que sempre, na nossa vacilante fé dos que apenas acreditam e correm na hora exata do maior acontecimento.

Oh Pai, perdoa!
Precisamos aprender a não duvidar e fazer a diferença.
Quantos minutos nos restam?
Quantas desculpas cabe neste segundo em que caiu a ficha?
Tanto faz pra quem tem a utopia... percebeu?

Desejo então aquela esperança te faz ir além do vírus mortal da lucidez ociosa que nos faz refém do nada.
Desejo um final feliz.
Desejo uma revolução.

Desejo.


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terça-feira, 12 de maio de 2009

O que Deus espera de Nós?


Talvez esta seja a pergunta que vem norteando toda a humanidade em praticamente todo o tempo útil que tivemos. Depositamos toda a expectativa de nossa vida na existência de Deus, e moldamos nosso comportamento aqui da forma como supomos que Ele gostaria que fôssemos. Humanizamos Deus para aliviar o sofrimento do desconhecido. Esta talvez seja a maior tragédia da humanidade. Em meio às certezas que temos, no que nossos instintos e sentidos vêem, paramos no subjetivo e no puro achismo de uma norma divina a esperar que cumpramos uma tarefa para nossa felicidade futura. E se Deus não ‘tivesse nem aí’ para as nossas escolhas? Se isso tudo fosse resultado cultural da grande invenção que foi a Religião e a forma de vê-lo? Só peço um pouco de lógica. Se ele for do tipo Martinho da Vila no ‘’deixa a vida te levar...”?


E aí???


Se Deus quisesse que o seguíssemos de certa ou daquela forma, se ele esperasse de nós algo exato, para Ele, como um Ser de amor e justo não seria muito mais fácil aparecer logo dos céus e dizer o que quer? Uma prova indiscutível dada por Ele para parar tanta dor neste mundo? Pois hoje a religião e a falta de saber exatamente o que ele quer faz guerras e mortes, terrorismo e insanidade... Caos, puro caos mundial. Isto tudo é sangrento – na própria Bíblia os filhos de Eva se matam, e isso tudo por ela ter comido a maça dom pecado dada por uma cobra. Você tem uma Bíblia em casa? Pegue agora, abra no Gênesis e veja se encontra algo sobre maça e cobra... Não vai encontrar: simplesmente você foi acostumado a achar que isso está lá, mas nunca esteve. E quantas coisas outras, menos simples que estas podem estar na sua consciência como verdades. Até quanto você foi manipulado pela pseudo-história? Por que Deus simplesmente não orienta seus filhos e unifica logo isso tudo? Não seria bem mais paterno? Algum pai deixaria seus filhos perdidos na sua procura, sujeitos a contrabandos de fé e tantos bandidos iludindo seus filhos se dizendo proclamadores de sua verdade? Nós como pais não faríamos de tudo para responder a nossos filhos? Que tipo de lógica educacional Ele usa, você já se perguntou? A pergunta deveria ser se realmente Ele está preocupado com isso. Você pode dizer que ele enviou seus filhos, Jesus, por exemplo, nunca inventou nenhuma religião e não existe nenhuma prova científica da existência dele. Sei que isso pode parecer chocante, mas é verdade – se já tivessem provado a passagem dele aqui, Jesus estaria nos livros de história e não está. Ficamos com duas histórias ao longo da vida, a dos livros de colégio e dos livros de religião, seja Bíblia, Alcorão... etc. Vivemos tentando nos afirmar num mar de incertezas.


Você deve estar pensando que eu devo ser um ateu, não é? Pelo contrário: acredito em Deus, tenho formação espiritualista e acredito em vida após a morte e reencarnação. Onde eu quero chegar? Não estou contestando Deus, estou contestando o que achamos que ele quer de nós e como achamos que Ele se comporta em relação a nós, e como, esta dúvida cruel é o maior calcanhar de Aquiles da história. Quero propor uma reflexão, um desamarrar de conceitos. Pegue agora na sua vida só o que tem de objetivo e palpável, o que possa provar... E com isso pense. Se permita refletir.


Já escutei dizer que Deus está do lado de quem tem a melhor mira. De quem atira melhor. Que ele nunca desaponta quem sabe atirar. Isto está errado? Respire e reflita. Qual a prova concreta que você tem de que Deus quer algo estipulado de você? Qual a prova concreta da vida após a morte? Qual a prova que se fizer errado vai parar no inferno ou nos umbrais da pós-vida? Nenhuma!!! Existem evidências fortes,m mas não verdades concretas. Nossa educação se dá pelo respeito e pela tradição de quem tem a ‘verdade’. E absorvemos o conhecimento do outro desesperadamente para nos manter sadios na vida mental, e não por que aquilo seja exatamente verdade.


Você pode bater o pé e dizer que sente isso e aquilo que te prova isso e aquilo, mas tudo isso é resultado da forma como foi criado, das pessoas que te educaram ou não, e daquelas que têm certeza de que informação verdadeira faz mal a quem está no poder e te deixa nos contraditórios contos de fada e achismos vazios para não os contestar.


Sei que é difícil repensar uma vida. Eis aqui uma missão para os corajosos.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

A criatura e o AMOR


Texto Original: “Crônica do Amor” - Adaptado por Jordan


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem.
Caso contrário os honestos simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estrelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Djavan.
Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela Paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que lhe provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquele Ser petulante, acredite!!!
Você escreveu dúzias de e-mails e “scraps” que não foram respondidos, você deu flores que não foram colocadas na água com açúcar para durar um pouco mais.
Você gosta de rock e a criatura de bossa-nova, você gosta de campo e a criatura não suporta insetos, você adora o Natal e a criatura abomina as promessas do Ano Novo: nem no ódio vocês combinam.

Então? Então que a criatura tem um jeito de sorrir que te deixa inerte, que o beijo dela é mais viciante do que aquele cheiro do Mc Donalds ou de baseado (esse eu não uso, foi só referência para quem não gosta da Mc), você adora contemplar a criatura e a mesma adora implicar e brigar com você.
Isso tem explicação: Você ama aquela sórdida criatura.
Quando mão da criatura toca sua nuca, você derrete feito manteiga.
A criatura toca violão, adora animais e escreve poemas.
Por que você ama a criatura? Não pergunte para mim, você é inteligente.
Lê livros, revistas, jornais. Gosta de filmes não previsíveis, mas sabe que uma boa comédia romântica tem seu valor, mesmo que na hora do beijo clichê final a criatura fale do teto para tentar fingir não se emocionar.

É linda, a criatura. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar.
Sou Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosto de viajar, de música, tenho loucura por cães e meu “Carbonara com Salmão” é imbatível.
Tenho também bom humor, não pego no pé de ninguém e adoro ficar em casa e fazer Amor.
Com um currículo desses, porque está sem um amor ou ainda a criatura duvida dele?
Ah, o amor, essa raposa!!! Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu lindérrimo + você inteligente = dois apaixonados.
Mas não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.
Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm as pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!!!
Mas ninguém consegue Ser do jeito que a criatura, que é o Amor da sua Vida é!!!

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terça-feira, 21 de abril de 2009

A libertação terapeutica nos dias de hoje


Freud e Jung descobriram, na recente história da psicologia moderna, que as nossas piores dores, nossos mais profundos temores e nossos mais comoventes traumas, estão profundamente sepultados em nosso íntimo. Comumente não nos lembramos, quer de eventos que lhes deram causa, quer das conseqüências imediatas de tais acontecimentos. Somente as cicatrizes são observáveis, na forma de problemas comportamentais. Mas os acontecimentos não desaparecem da memória, encontram-se gravados no inconsciente e fazem a nossa história diária ser direcionada por estes postulados internos. O processo terapêutico proposto pela Intercessio se dirige aos que estão procurando a auto-compreensão e libertação dos seus processos físicos e emocionais, que extrapolam a estrutura da medicina clássica, que vive a sua pior crise desde então. Concentramo-nos na arte de curar por meios físicos, mentais e metafísicos. Abre-se então novas dimensões para compreender a si mesmo e conseguir uma sadia e real libertação. Todos nós carregamos uma grande parte de passado em nós, quando não guiados estritamente por ele. A terapia então é necessária quando o passado nos faz doentes. Em nossa personalidade ecos do passado nos assombram, principalmente inconscientes, com fragmentos de vozes, sentimentos e impressões de há muito tempo. Não queremos simplesmente levantar conteúdos inconscientes para o consciente, mas desejamos liberação, limpeza, catarse. Catarse é uma liberação que conduz a uma paz emocional. Porém ela também é purificação intelectual, que conduz à paz intelectual. Precisamos hoje ter acesso ao nosso passado: suas sombras, seus nós, suas úlceras, suas cargas, seus venenos. Mas também precisamos ter acesso a alegria, à radiância e ao poder de ter o nosso passado em mãos. Algumas vezes isso é o mais importante. Se você dirige um carro com o pé no freio, não poderá acelerar mais enquanto não tirar o pré do freio. Geralmente, eliminar as cargas é melhor do que aumentar a energia. Daí o insucesso dos processos que querem apenas dar mais energia a estados depressivos, dar vitamina a quem está ‘doentinho’. O caminho não é esse e você que lê agora já desconfiou disso.
O horizonte da terapia é transpessoal, que enxerga o Ser num todo nunca antes examinado, completo, físico e metafísico e onde não existem regras nem receitas prontas. É muito mais trabalhoso e requer um exame profundo e personalizado de cada Ser para o terapeuta, mas com seriedade, competência e perseverança conseguimos transformar o ‘talvez’ em meta.
A ciência já descobriu este mundo completamente ilimitado, mas como protocolada ferramenta científica, a nomeia de ‘alternativa’. Que seja! O resultado terapêutico repercute em todos os cantos do mundo como verdade iminente e imutável. Uma nova verdade científica nunca é aceita quando seus opositores se convencem da mesma, mas sim quando estes opositores morrem e no lugar deles surgem pessoas simpáticas à nova verdade. Assim foi com a grande e esmagadora gama de ‘verdades’ que estudamos hoje, passaram pelo mesmo caminho.
Quem tem olhos de ver que veja. E sinta a leveza da libertação.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A Doença como solução de sobrevivência a um conflito


Da esquerda para direita: Augusto Perrone, Jean Claud Bardad e Jordan Campos


Você já ouviu falar em Biopsicossomática?


Pois então, foi realizado na UNEB o primeiro encontro Brasileiro de Biopsicossomática, sob acoordenação do Terapeuta Gestaltista Augusto Perrone e tendo como facilitador o Cientista, Psicólogo e Sociólogo francês Jean Claud Bardad. O Terapeuta Jordan Campos participou do evento e já organiza em sua rotina de palestras e WS o assunto de forma complementar à sua prática clínica.


Pressupostos:


ATRAVÉS DA BIOPSISSOMÀTICA VAMOS “DESCOBRIR” QUE:


—DIANTE DE UMA SITUAÇÃO DE CONFLITO, SE PODEMOS FUGIR OU LUTAR FICAMOS SAUDÁVEIS. NA SITUAÇÃO DE PARALISAÇÃO (INAÇÃO) É QUE FICAMOS DOENTES.
—NOSSO CÉREBRO BIOLÓGICO NÃO É O NOSSO PENSAMENTO.
— NÃO PODEMOS CONSIDERAR QUE EXISTA APENAS O CONFLITO PSICOLÓGICO E SIM QUE EXISTE TAMBÉM O CONFLITO BIOLÓGICO E O QUANTO ESTE INFLUENCIA A NOSSA VIDA.
—O QUE DETERMINA TODAS AS DOENÇAS É SEMPRE UM CONFLITO BIOLÓGICO - PLASMADO PELO ESPIRITUAL.
-OS CONFLITOS BIOLÓGICOS, POR SEREM MUITO ANTIGOS, NOS PERMITEM A ADAPTAÇÃO E NOS POSSIBILITAM A EVOLUÇÃO. CONFLITO-ADAPATAÇÃO –EVOLUÇÃO
—SOMOS FORMADOS POR TRÊS NÍVEIS: CÉREBRO BIOLÓGICO, PSIQUE E CORPO
PERFEITAMENTE SINCRONIZADOS ENTRE SI CONSTITUEM NUM ÚNICO ORGANISMO.
—O CÉREBRO SÓ CONHECE A SI MESMO E À REALIDADE. FICAMOS DOENTES QUANDO A VERDADE (O PSICOLÓGICO) E A REALIDADE (O BIOLÓGICO) NÃO COINCIDEM, UMA VEZ QUE O SEU OBJETIVO FINAL É A SOBREVIVÊNCIA DA ESPÉCIE.
—NAS CÉLULAS DO NOSSO CÉREBRO FICAM GUARDADAS A MEMÓRIA DAS SEQÜÊNCIAS EMOCIONAIS INACABADAS DOS NOSSOS ANTEPASSADOS. ISTO PROGRAMA AS NOSSAS RESPOSTAS AUTOMÁTICAS (XEROX).
—O RE-SENTIDO É O INSTRUMENTO FINAL DE INVESTIGACÃO PARA MUDAR O AUTOMATISMO— A PARTIR DO CONHECIMENTO DE COMO O NOSSO CÉREBRO FUNCIONA, É POSSÍVEL COMPREENDER O PROGRAMA HERDADO E MUDAR O COMPORTAMENTO PARA QUE POSSAMOS ATUAR MAIS ATIVAMENTE,



Até Breve !!!


Worshop de Iniciação em PNL







A Programação Neurolinguística (PNL) foi abordada de forma holística pelo terapeuta transpessoal Jordan Campos no auditório do Instituto Quatro Estações - Salvador -BA.



O encontro reuniu com sucesso um grupo dinâmico que por meio de teoria e prática aprendeu e praticos os pressupostos básicos da PNL numa visão corpo, mente espírito.






Acesso o site http://www.intercessio.com.br/ e veja a agenda de palestras e workshops.


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Amarga Tecnologia (por Jordan Campos)




Estou realmente assustado com esta tal de tecnologia. O tal homem (eu acho que não sou daqui já faz um tempo), a cada dia nos surpreende com novos avanços, resolução prática para todos os nossos problemas e o caminho para fazer mais sexo, viver mais, levantar as pelancas e tudo que o possa. Ontem eu vi que acabaram de inventar um leitor de pensamento; semana passada o dono da apple lançou a lente de contato que vem com câmera embutida. Nossa, já pensaram, daqui a um tempo você não vai poder fazer mais nada que vai estar ‘na rede’ com esta moda de youtube e ‘vacilou caiu na rede’ você não vai escapar, vai cair na rede com certeza. O que vc faz quando ninguém te vê fazendo vai ser clichê. E pior, vão saber o que vc pensa, vão grampear suas idéias, vão te julgar... Gravar tudo de vc, e vão te condenar por isso. E vc vai ficar deprê, vai tomar remédios inibidores de reflexos mentais e vai sofrer.


A cada dia que passa a tal bendita tecnologia nos afasta cada vez mais, nos isola num casulo que não vira borboleta, te faz doente por pura falta de gente. Antes todos sentavam à mesa, se tocavam, passavam as ferramentas de trabalho de mão em mão... Mas hoje, micro mega ondas na cozinha, MSN, Orkut, pílulas e pílulas... E vc come só, trabalha só e vive só, sim: vive só (não se engane). Doenças psíquicas da moda? A grande maioria com uma grande culpa dela, a tecnologia. Ah, sim, mas quem sabe a tecnologia impede de um grande meteoro se chocar com a Terra (eu acho que isso seria até uma dádiva daqui há um tempo). Ahhh, mas a ciência vai descobrir a cura para a AIDS (sim, e as indústria farmacêuticas bilionárias que vendem remédios, preservativos, etc... e que bancam estas pesquisas se interessariam com isso?) Acorde sujeito leitor disto aqui!!! A tecnologia é dor, se te salva te vegeta em uma cama te impedindo até de uma boa morte.


Se quiser fazer algo bom que ainda te resta da tecnologia, repasse esta mensagem pelo seu ‘email’ e depois pegue seu ‘celular com câmera’ e tire uma foto aí do céu, enquanto não inventam um ‘papel de parede ‘melhor que o próprio céu para te fazerem crer.