terça-feira, 11 de outubro de 2016

EXPERIMENTO CATARSE - Edição Dezembro

INSCRIÇÕES ABERTAS --- EXPERIMENTO CATARSE - Edição Dezembro – Renascimento Terapêutico em Hotel Fazenda com Jordan Campos



Imagine fazer 20 horas da terapia mais intensiva e profunda que puder. O Experimento Catarse é uma imersão terapêutica intensiva de 3 dias, com a utilização de técnicas de choque, que provocam respostas rápidas para a reintegração do indivíduo com a sua realidade maior. Romper a hipnose do dia a dia que nos afasta de nossa verdadeira identidade e potencial. Este mergulho terapêutico é indicado para todos os públicos - pessoas que possuem uma rotina estressante e que precisam de resultados - líderes, cuidadores da saúde física e mental, empresários, executivos, e estudantes.
A vivência é dividida etapas de contato individual e em grupo onde são usados recursos de reprogramação mental, constelação familiar, bioenergia, experiência somática, regressão etária e estado amplificado de consciência.

Data: 02, 03 e 04 de Dezembro – Sexta, sábado e domingo
Local: Hotel Fazenda Amoras – Conceição do Almeida – BA
Site do local: www.amorashotelfazenda.com.br
Saída de Salvador - Sexta-feira, dia 02/12 às 16h00
Chegada em Salvador – Domingo, dia 04/12 às 20h00
Investimento: R$ 1.600,00 à vista ou R$ 1.750,00 dividido em todos os cartões de crédito.
Inclui: Ida e volta em ônibus executivo, hospedagem alto padrão e todas as refeições inclusas.
Faça sua inscrição agora.

SOLICITE FICHA DE INSCRIÇÃO pelo email jordan.terapia@gmail.com ou pelo
WhatsApp 71. 99935-7744
Apenas 20 vagas.

Vivemos a nos perguntar que somos, o que fazemos aqui e qual a nossa missão. O Experimento Catarse promete através da abordagem direta ao inconsciente, trazer à tona o que estava velado ou em pontos cegos na nossa estrutura, e dando os passos para administrar o novo mapa de si mesmo. Uma experiência profunda e total para revolucionar de forma real a sua vida.
O Experimento Catarse foi criado pelo terapeuta transpessoal sistêmico Jordan Campos, como fruto de sua prática clínica diferenciada e de intensos workshops e vivências ao longo de 12 anos de “laboratório prático” nas bases da psicologia transpessoal. Baseado em seus estudos e conceitos em reprogramação mental, PNL, terapia regressiva, bioenergia, física quântica, biopsicossomática, constelação familiar, surge uma abordagem direta ao conjunto corpo, mente e espírito nova e dinâmica, forte e chocante, definitiva para o encontro com sua verdadeira essência!

Faça sua inscrição agora.
SOLICITE FICHA DE INSCRIÇÃO pelo email jordan.terapia@gmail.com ou pelo
WhatsApp 71. 99935-7744

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Coaching de Relacionamentos - Você já pensou em ter um Consultor Sentimental? - Jordan Campos - Salvador - BA

Você já pensou em ter um Consultor Sentimental? Isso já é uma realidade - Entenda como funciona o Coaching de Relacionamentos – Uma nova ferramenta para a imensa confusão afetiva dos dias atuais. (Por Jordan Campos)

No decorrer de meu processo como terapeuta, uma tendência começou a acontecer naturalmente há alguns anos. Mesmo com o foco em síndromes de ansiedade e depressivas, eu sempre notava que tudo isto estava de uma forma ou outra, ligada em algum momento, a um relacionamento. Seja uma relação que a própria pessoa viveu, ou até resquícios das relações de pais ou avós. As perguntas mais frequentes eram:
- “Por que parece tão difícil encontrar alguém “certo” para mim”?
- “Por que minhas relações parecem sempre estar associadas ao sofrimento”?
- “Por que busco tanto uma relação sadia e isso parece tão difícil, e no decorrer do tempo eu perco a motivação e traições acontecem”?
- “Por que está tão difícil de encontrar alguém que eu possa experimentar estabilidade, família e ter uma troca sexual intensa e que dure”?
- “Por que é tão difícil romper uma relação que já acabou”?

Posso começar dizendo que de tantas perguntas parecidas que se seguiam, comecei a esquematizar um sistema lógico para respondê-las de forma personalizada como em uma consultoria de coaching. E a grande verdade resumida que eu encontrei é que estas pessoas não se conheciam. Não sabiam que eram, afetivamente falando. Misturavam em si mesmas um conjunto de vários modelos afetivos e se atiravam ao mundo tal qual metralhadora bêbada. E isso obviamente atraia confusão. Por não saber quem eram e o que era viável que procurassem, acabavam beijando sapos e forçando que os mesmos virassem príncipes – não sabiam identificar pares afins – ninguém nunca as ensinou sobre isso. Com o Coaching de Relacionamentos eu posso fazer a pessoa entender quem ela é e o que procura dentro de seu perfil, desejos e possibilidades – e assim diminuir drasticamente a atração aos que não combinam com sua estrutura íntima. Posso também ajudar aos casais a enxergarem verdadeiramente a situação de suas relações e se podem ou não seguir juntos, tendo respeito, confiança, sexualidade e felicidade. Tudo como uma equação matemática de jogos de sinais. E a boa notícia – isto tem dado muito certo!

Coaching de Relacionamentos é um processo focado no entendimento de quem somos para um relacionamento, o que objetiva um autoconhecimento afetivo – descobrir sua identidade afetiva. Eu parto da pressuposição que temos uma autoimagem equivocada e mentirosa sobre nós mesmos – não está claro nas nossas mentes quais os nossos limites afetivos e quem realmente nós somos, e vamos assim, construindo subpersonalidades que nos afastam mais ainda de nossa essência. O Coach de Relacionamentos traça um plano possível e de impacto que ajuda a pessoa a expressar habilidades e competências reais, que são as que ela trouxe ao mundo, e que muitas vezes são suficientes para agradar a alguém (um grande problema é querer construir um perfil que agrade a todos – esta é a grande cilada). Entendendo como acabamos por construir esta imagem falsa de nós mesmos que pode ter variadas origens e raízes (revistas de dicas femininas, livros de autoajuda, crenças dos pais, medos, baixa estima, etc), podemos dissipar as máscaras que tanto atrapalham a nossa genuína expressão e bons relacionamentos.

Um exemplo simples: Imaginemos uma mulher que tem uma personalidade mais caseira, não curte beber, gosta de programas mais família e que é assumidamente a clássica romântica vai sair com as amigas no sábado de noite. Se ela tivesse acesso a um Coaching de Relacionamentos, faríamos com que ela nesta saída pudesse expressar realmente quem ela é, e definiríamos qual o melhor “partido” dentro de seus gostos, visão de mundo e vida seria o mais próximo do ideal-real. Mas o que acontece é que ela ao sair vai se produzir e se comportar de forma a não deixar claro quem ela é - e consequentemente ou não vai atrair ninguém, ou vai ser flertada por pessoas erradas. Ela coloca uma minissaia modeladora, capricha no batom vermelho e quando chega ao local mesmo sem gostar muito, fica com uma garrafa de Ice em mãos e dando goles. A mensagem que ela está passando é de fêmea sexual, que curte bebida e situações casuais. Depois vai reclamar dos homens com quem trocou telefone na noite: “Eles somem” – “Só querem sexo” – “Não tem homem sério”. (...) Se ela, sem mexer muito na cena anterior, apenas trocasse a garrafa de Ice por uma de refrigerante ou água de coco, estaria sendo ela mesma e enviando a mensagem certa ao meio, do que espera. Só isso já mudaria muita coisa – e ela estaria sendo ela, sem precisar tirar o batom vermelho que ela gosta, mas talvez colocando uma saia mais longa ou folgada. Talvez aquele “cara” que combinaria com ela não gostou do que viu e nem encostou, mal sabendo ele, que ela estava fantasiada do que não era. Estou falando aqui só de símbolos práticos, nem entrei aqui na questão do comportamento dela na fala, nos exageros numa conversa, no jogo de sedução, etc. A pessoa deve ser ela mesma!!! Esse é o ponto.

Hoje, o grande problema nos relacionamentos é exatamente o fato de que pouquíssimas pessoas sabem quem são quando estão à dois. Procuram máscaras, estratégias e adotam crenças que não interagem com quem são – assim, atraem pessoas erradas, aumentam a sensação de que algo está errado, turbinam sua carência e solidão e acabam por culpar os gêneros, seja masculino ou feminino, pelos seus insucessos afetivos. São traídas assim por elas mesmas, e perdem pessoas para seu maior inimigo – sua falsa identidade sentimental. Só conseguimos curar o que conhecemos, sendo assim, podemos alterar os antigos significados por novas ações e crenças – e ter uma alta taxa de sucesso nas escolhas, e por consequência nas relações. A grande parte das dificuldades nas relações está ligada às questões de insegurança, timidez, baixa autoestima, conflitos na identidade sexual e até à questões inconscientes de vínculos familiares e de relacionamentos passados. Estas experiências não assimiladas sabotam a felicidade, ou seja, impedem a conquista e a manutenção de relacionamentos saudáveis.

Evoluímos nos últimos tempos em relação à Inteligência Emocional, mas ainda estamos engatinhando na Inteligência Erótica, que é a inteligência que nos fará ter uma maior longevidade nos relacionamentos tendo feedback sentimental e  sexual neste próximo século. Estamos no primeiro momento da humanidade em que podemos expandir nossa sexualidade apenas pelo prazer – e isso mudou muito, mas as pessoas ainda estão acorrentadas a velhos paradigmas e crenças limitantes – e o resultado é tristeza e frustração. Entender quem somos, e a relação entre amor e desejo é um caminho. Entender como estas definições se relacionam e como se chocam com que somos. Porque aí mora o mistério da inteligência erótica. Se há um verbo que vem junto com amor é o "ter". E um verbo que vem junto com desejo é o "querer". No amor, nós queremos ter, queremos conhecer o amado totalmente, possuí-lo. Queremos minimizar a distância. Queremos diminuir o espaço. Queremos neutralizar as tensões. Queremos proximidade. Mas no desejo, temos a tendência de não querer voltar aos lugares em que já estivemos. Conclusões precipitadas não mantêm nosso interesse. No desejo, queremos uma ponte para atravessar. Ou seja, o fogo precisa do ar. O desejo precisa de espaço. Somos os únicos animais que têm uma vida erótica, o que significa que a sexualidade foi transformada pela imaginação humana. Somos os únicos que podem fazer amor por horas, ter momentos de pura alegria, orgasmos múltiplos, e sem tocar em ninguém, apenas com a imaginação. Nós podemos insinuar. Não precisamos fazer. Neste paradoxo entre amor e desejo, o que parece ser desconcertante é que os ingredientes que nutrem o amor - interdependência, reciprocidade, proteção, preocupação, responsabilidade pelo outro - são os mesmos que podem sufocar o desejo. Porque o desejo vem com uma série de sentimentos que nem sempre são os favoritos do amor: ciúmes, possessividade, agressão, poder, domínio, safadeza, ofensa. Basicamente muitos de nós se excita a noite pelas mesmas coisas que se manifestam contrárias durante o dia. Conseguir entender como este momento moderno interage com quem somos faz parte do Coaching de Relacionamentos.

Minha base terapêutica é a transpessoal. Uso muito a abordagem direta ao inconsciente para gerar novos significados às experiências que nos debilitam. Uso PNL, terapia regressiva, reprogramação mental, constelação familiar, entre muitas outras modalidades... E por uma questão de ter sido escolhido e não de escolher, acabei me transformando também em um Assessor Sentimental, o que chamo aqui de fazer um Coaching em Relacionamentos. É a autodescoberta de si, gerando um afiar da autoestima, um reparo da autoimagem e uma produção de verdadeira autoconfiança, que é o maior ingrediente afrodisíaco que existe. Coching de Relacionamentos não é um conselheiro amoroso - ele é um técnico que fará a pessoa se encontrar, se conhecer e estar na melhor posição com uma refinada estratégia para o gol da sua felicidade.


Por Jordan Campos – Terapeuta Clínico, Coach de Relacionamentos, Escritor, Conferencista e Músico -  www.jordancampos.com.br

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Como saber que você precisa fazer Terapia - Por Jordan Campos - Terapeuta em Salvador - BA


Todo mundo passa por períodos de stress, tristeza, luto e conflito. Relacionamentos são um desafio à parte e estão em um ciclo grande de mudanças de paradigmas. A vida profissional ou a falta dela também. Porém, existem alguns sintomas físicos ou comportamentais que surgem como pedido de socorro de nosso sistema (corpo, mente e “espírito”), indicando que precisamos parar e colocar algumas coisas no lugar. São coisas quase sempre passadas, não resolvidas batendo à nossa porta, como fiéis cobradores. Temos uma falta de educação e saber, que associa o processo terapêutico a um preconceito de estar ficando louco ou, de que “é coisa maluco”. Não, não... Muito do contrário, a verdadeira terapia deveria constar nos direitos e deveres de um povo, pois é um dos mais potentes instrumentos de autoconhecimento e superação de nossas crenças limitantes. Sim – muitas vezes não sabemos que o “problema” que estamos passando agora poderia ser sanado ou resolvido muito mais rápido que o desenfreado consumo de medicamentos e de literaturas motivacionais. Vou listar então alguns sintomas de que devemos parar e pensar numa terapia, e ao final explico como funciona o processo:

1.      Quando suas emoções estão muito à flor da pele (leia-se hipervigilância).
Todo mundo fica nervoso e triste, mas e a intensidade disso? E a frequência? Isso te atrapalha ou prejudica a sua vida? Seu sono? Às vezes talvez você se perceba com uma carga grande de intolerância e humor instável. E anda explodindo com frequência. E até tomando sustos à toa. Este é um sinal clássico de que seu corpo está com excesso de adrenalina represada – você está adrenérgico ou hipervigilante e seus cinco sentidos estão alterando sua percepção e si e do mundo. Esse tipo de ansiedade extrema, em que as preocupações são desproporcionais e os cenários pessimistas passam a se tornar cenários realistas, pode ser profundamente debilitante.
Pode ser paralisante, levar a ataques de pânico, introversão, violência, fuga e até mesmo a evitar as coisas normais de uma rotina.

2.      Você passou por um trauma e não consegue parar de pensar no assunto.
A dor de uma morte na família, uma separação ou a perda do emprego podem ser suficientes para exigir algum tipo de ajuda.  Estamos num mundo de crenças altamente egoístas e compulsivas. A tendência é achar que esse tipo de sensação vai embora sozinha. O luto da perda de um relacionamento, de alguém, de algo...  Pode nos atrapalhar no dia a dia e nos afastar dos amigos e do foco da vida. Se você perceber que está se distanciando, ficando pessimista, com ideais que não tinha antes e isso consome sua energia, ou se seus amigos notarem o mesmo, talvez seja a hora de procurar alguém para tentar entender como o evento ainda está te afetando. Por outro lado, algumas pessoas reagem às perdas com uma reação mais maníaca -- buscam os amigos incessantemente, ou criam novas amizades e despejam tudo nelas, ficam altamente verborreicos (falantes) e têm problemas para dormir e serenar. Estes também são sinais grandes de alerta.

3.      Você tem dores de cabeça recorrentes e inexplicáveis, dores de estômago ou fica constantemente gripado – imunidade baixa.

Se estamos emocionalmente abalados, o corpo pode com certeza será afetado e você começará a somatizar isso em sintomas claros. Aquela queimação no estômago, enjoo persistente, dores de cabeça constantes, e quando parece que qualquer vento te deixa gripado. Manchas e alergias de pele também em recorrência...  O estresse pode se manifestar de diversas formas, de problemas estomacais crônicos a dores de cabeças, resfriados e redução do apetite sexual. Seu corpo está dizendo: “Ei, me ajude!!!” – E provavelmente os remédios do médico vão apenas melhorar, mas a coisa vai voltar a se repetir e ninguém entende o porquê.

4.      Você está usando alguma substância para aguentar o dia a dia
Se você percebe que está bebendo ou usando drogas em maiores quantidades ou com maior frequência -- ou até mesmo pensando mais em bebidas ou estimulantes, pode ser um sinal de que você queira anestesiar algum tipo de sensação. Mas essa substância pode não ser o álcool ou droga: pode ser comida também. Ou até jogos de computador que entram noite adentro e “ressacam” seu corpo no dia seguinte. Voltando... Mudanças no apetite podem também ser um sinal de que nem tudo está bem. Comer demais, ou de menos, pode indicar estresse ou sinalizar que você não está querendo cuidar de si mesmo. Abuso de álcool, drogas, remédios para emagrecer, estimulante para poder levantar e tranquilizantes para dormir – você precisa de ajuda!

5.      Você não está rendendo no trabalho
Mudanças na performance no trabalho são comuns entre aqueles que enfrentam questões emocionais ou psicológicas. Você pode se sentir desconectado do trabalho, meio “alien” – sensação de não pertencer, mesmo que antes gostasse do que faz. Além de afetar a concentração e a atenção, você pode começar a receber críticas dos seus chefes ou colegas. Adultos passam a maior parte do tempo no trabalho. Então as pessoas que reparam são aquelas que têm de compensar, como em uma família.

6.      Você se sente desconectado daquilo que gostava de fazer
Se seus “clubes”, encontros de amigos e família estão perdendo a graça, pode ser um sintoma de que algo está errado. Se você está desiludido, achando que nada faz sentido, buscar terapia pode ajudar a clarear o ar ou procurar uma nova direção. Talvez você esteja passando pelo que eu chamo de “crise da solidão profunda”.

7.      Seus relacionamentos estão desgastados
Você tem dificuldades para explicar como realmente está se sentindo – ou mesmo para identificar suas emoções? Se você se sente infeliz durante as interações com aqueles que ama pode ser um candidato para uma terapia de casal ou de família. Podemos ajudar as pessoas a escolher melhor as palavras – e ensinamos que não é só o que você está dizendo que importa, mas também sua linguagem corporal e sua atitude. Relacionamentos são um dos maiores motivos atuais de procura de terapia. Infidelidade, ciúmes graves, projeção, posse, controle, paranoias estéticas, violência e prisão emocional.
8.      Seus amigos dizem que estão preocupados com você
Amigos podem perceber padrões que não conseguimos identificar nós mesmos, portanto é importante considerar a opinião daqueles que estão à sua volta. Se alguém que faz parte da sua vida diz algo como: ‘Você falou com alguém sobre isso?’ ou ‘Você está bem? Estou preocupado com você’ – é um sinal de que você provavelmente deveria ouvir o conselho – ou melhor – ter informações de ponta sobre si mesmo.

A primeira pergunta que faço para alguém quando vem procurar terapia é: “O que fez você buscar ajuda?” Às vezes a pessoa responde: “Não sei bem direito como funciona uma terapia, só sei que não consigo mais continuar enfrentando meus problemas sozinho”. Como profissional, percebo no primeiro momento o alívio da pessoa em poder compartilhar sua história de conquistas e de dor. Olhar para si mesmo de forma contínua sob o olhar do terapeuta individual ou de grupo proporciona uma segurança natural de suas próprias capacidades. A autoestima decorrente da auto-aceitação de suas próprias fragilidades e vulnerabilidades permite uma nova forma de se relacionar consigo mesmo e com os outros. Talvez você precise ressignificar ou reprogramar um comportamento, sentimento ou pensamento que o impede de ter uma real sensação de vida que se expande e beneficia os outros. Não ache, porém que a terapia vai te ajudar a encontrar um culpado pelo seu mal-estar. Nem tampouco o terapeuta vai terceirizar a ele a real solução do problema. Não vamos apoiar que se façam investigações sobre si mesmo (no seu passado) e que você continue do mesmo jeito ou se torturando. Terapia é ação, é coragem é revolução. O terapeuta é só um facilitador do processo de autodescobrimento e não o responsável pela sua melhora – isso é com você, diante das novas informações que conseguir entender sobre si mesmo e seus processos íntimos. Fazer cair a ficha e mostrar as ferramentas – este é o papel do terapeuta de verdade. Ainda que você ache que as pessoa à sua volta são problemáticas - você é o centro da sua vida que realimenta essa doença ou não. Se está com problemas é porque tem alimentado o problema e, portanto, você é parte dele. A terapia só acontece quando você entende que a mudança é a única solução e só pode ser feita por você. Por fim, terapeutas também são seres humanos - não espere uma resposta que esteja além do alcance humano. Humanos só podem levar as pessoas até onde humanos podem ir.


*Jordan van der Zeijden Campos é terapeuta transpessoal clínico, iridólogo, escritor, conferencista e músico. 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Jordan Campos - Terapeuta Clínico Transpessoal - Salvador - Bahia

TiiP - Terapia de Integração Intensiva Profunda
Trazendo você ao presente ativando seu poder de cura total.


Neste site, descendo a barra de rolagem você encontrará todas as informações sobre o processo, indicações, dúvidas, textos, vídeos, investimento. Recomenda-se a leitura total deste material - Boa Viagem!


Está na hora de você conhecer uma proposta TERAPÊUTICA realmente NOVA, fruto de anos de estudo e prática clínica em todo o mundo, que tem como objetivo colocar em ordem o seu campo físico, mental e energético. O “mal” é um “bem “ fora do lugar. Um programa intensivo terapêutico inédito de reconexão com o presente*, organizado peloTerapeuta Transpessoal Jordan Campos, capaz de restaurar a estrutura danificada (seja esta presente no corpo, na mente ou no campo de energia) ao ponto exato do aqui e agora - liberando e dissolvendo cargas, sejam de antepassados (pais, heranças familiares) e/ou de experiências não assimiladas em vida (relacionamentos, traumas, abandono, frustrações) que se materializam em ANSIEDADE, MEDOS, DOENÇAS FÍSICAS E MENTAIS, AUTO-BOICOTE, SOLIDÃO PROFUNDA.

Temos em nossa estrutura um sistema de “correção automática” que vamos chamar aqui de “imunidade total”. Este sistema não diz respeito apenas ao número de agentes de defesa biológicos que possuímos, mas sim a um sistema muito mais abrangente e complexo, que interage com a estrutura física, mental e energética. Quando este sistema de imunidade está funcionando bem, todos os “invasores” do corpo, mente e espírito são dissolvidos naturalmente – o que costumamos chamar de “corpo fechado”. Mas quando ele é desativado por fatores externos, ficamos suscetíveis, fragilizados e somos vítimas de “algo” que desliga esta “imunidade total”. Começamos então, a depender de nosso modo de vida, do nosso ambiente, dos nossos conflitos que eram tão facilmente “resolvíveis”, a sucumbir e somatizar em nossa estrutura, de uma hora para a outra – o desequilíbrio, a confusão, o medo e a paralisia.  Você deve estar se perguntado o que desliga este sistema de imunidade total, não é? Uma das respostas mais comuns é a “hipervigilância”. O acúmulo de stress provoca em nosso sistema um verdadeiro caos na fluir das energias para manter este sistema ativo, e quando por alguma razão não conseguimos enfrentar ou fugir do que nos leva ao stress, entramos em hipervigilância – e ela desliga o nosso sistema de imunidade total.
Mas tenho a boa notícia: podemos religar este sistema!

*Estar no presente do tempo é atualizar a nossa alma e mente ao que de fato temos de real, tangível, possível e atualizar a nossa “crença” para isso. Muitas doenças físicas, degenerativas, mentais, espirituais e a grande maioria do que se chamam de “síndromes psiquiátricas” têm enorme benefício com este programa de terapia de integração.

Como funciona?

O programa terapêutico TiiP funciona de forma intensiva, tal como um choque ou catarse*. São necessárias 4 sessões de 2 horas cada, totalizando 8 horas de trabalho profundo e prático que revoluciona totalmente a imunidade total do Ser.  Está dividido em um “passo-a-passo” que é idêntico para todos. O que muda totalmente são as ferramentas e forma de interagir nestes passos, de acordo com a demanda pessoal do cliente-paciente. (exclusivo)

*Catarse - Processo para trazer à consciência do Ser as emoções ou sentimentos reprimidos no seu próprio inconsciente, para que ele seja capaz de se libertar das consequências ou problemas causados pelos mesmos.Libertação, purificação, deixar vir à tona...

Passo 01 – Avaliação Geral e Anamnese do Inconsciente**, onde será identificado o que realmente está por detrás dos sintomas que trazem o cliente-paciente ao programa. Seja algo físico, comportamental ou espiritual não é o visível que será tratado, mas SIM O QUE ESTÁ INVISÍVEL e que liga e conduz todo o atual sofrimento. Através de investigação racional, cruzando dados com a anamnese do inconsciente podemos ter em mãos a raiz.

**Anamnese do Inconsciente é uma ferramenta de acesso às estruturas e crenças invisíveis, através de estímulos visuais, auditivos, relaxamento e ou excitação. Que promove respostas que racionalmente nunca daríamos por estarem “reféns” do ego, do raciocínio lógico.

Passo 02 – Estudo da Íris do cliente-paciente, ferramenta esta científica que vai nos oferecer uma “bula” dos processos físicos, comportamentais e nos ajudará a encontrar na história do Ser possíveis experiências não assimiladas. Isto é iridologia***, onde os olhos guardam e revelam toda a nossa história, desde a vida intrauterina. (futuro)

*** Iridologia – para conhecer mais sobre esta ferramenta, acesse o link:http://www.jordancampos.com.br/novosite/iridologia/


Passo 03 – Intervenção para Catarses. Com base nos passos anteriores iremos aplicar técnicas de acesso direto ao inconsciente. Entre elas estão – Reprogramação Mental, Terapia Regressiva Multidimensional, Constelação Familiar Quântica, Psicoenergia e modalidades da Terapia Transpessoal Sistêmica (TTS)****

**** Terapia Transpessoal Sistêmica é um conjunto de ferramentas, filosofia, conhecimento e técnicas organizadas pelo terapeuta Jordan Campos. Saiba mais em:

Passo 04 – Libertação!!! Entendimento do processo, plano de acompanhamento, enfrentamento, laudo detalhado de todo o processo e do que foi feito e coletado. Caso necessário, após o TiiP intensivo pode-se solicitar acompanhamento com médicos, mudanças alimentares, uso de homeopáticos, fitoterápicos ou florais, e ou terapia de acompanhamento.

Para quem é Indicada a TiiP?
Indicado para todas as situações que afetem o corpo, mente e espírito; dedicado ao ser humano que precisa de autoconhecimento profundo sobre suas sombras mais profundas. Ansiedade Generalizada, Fobias, Estados Depressivos, Pânico, TOC, Problemas Afetivos, Instabilidade, Hipervigilância, Auto-boicote, Sensação de andar em círculos e de “não fazer parte”....




O profissional
Jordan van der Zeijden Campos, baiano natural de Salvador, é Terapeuta Transpessoal Sistêmico (TTS) e Iridólogo (ciência de estudo da fisiologia, genética e comportamento humano através da íris humana). Mestre em PNL (programação neurolinguistica), Bacharel em Filosofia. Utiliza abordagem direta ao inconsciente, terapia regressiva, reprogramação mental, iridologia, constelação familiar, entre outras ferramentas em sua prática clínica. É atualmente um dos maiores expoentes mundiais na divulgação de novas formas atualizadas e contextualizadas do lidar terapêutico, visando rapidez, localização e resolução de conflitos. Especialista no tratamento do trauma, relacionamentos e transtornos ansiosos; e na terapia complementar de transtornos psiquiátricos como depressão, fobias, pânico, TOC, borderline.

Diretor-fundador da Intercessio Consultoria Transpessoal LTDA. Autor e presidente do projeto “Farmácia da Alma”. Fundador do grupo P.A (“paniquentos” anônimos) que visa reintegrar familiar e socialmente vítimas do Transtorno do Pânico. De veia e prática espiritualista, integra conhecimentos transpessoais visando não deixar lacunas no conjunto corpo, mente e espírito. Criador e diretor do curso de formação em Terapia Transpessoal Sistêmica (TTS). Autor dos livros “Muros de Vento – A verdadeira jornada da alma” e “Entrevista com o Pânico – Uma viagem aos bastidores dos transtornos ansiosos”. Jordan Campos foi escolhido o representante brasileiro por duas vezes seguidas no maior evento de terapia do mundo – o Congresso Mundial de Terapia que acontece a cada três anos em um país diferente, convite este fruto dos resultados práticos e inovadores de sua terapia. Esteve em 2011 na Turquia e estará em 2014 em Portugal levando uma forma revolucionária de e ver a alma humana ao mundo. 
Seu site oficial é o: www.jordancampos.com.br

Artigos úteis de Jordan Campos:

- Quando Não Queremos Ficar Bons (diálogo sobre o auto-boicote)

Crise de Cura - Você Sabe o Que é Isso?

A Mulher que não tinha Pai (diálogos do absurdo).


Leia este artigo antes de continuar:


O Terapeuta abre o jogo - Será que você tem transtornos mentais???
(Por Jordan Campos)

LEIA ATÉ O FIM --- Auto-boicote, Borderline, Ansiedade, Pânico, Fobia, Medos irracionais, Depressão, Bipolar, Esquizofrenia, Transtorno alimentar... E então o que você escolhe no novo Menu da moda? Sim, sim... Pois aquilo que os exames de sangue não conseguem mostrar, ou as tomografias que já fez visualizar só pode ser uma daquelas síndromes acima não é? Sabe o que eu acho disso tudo? Estou de saco cheio disso – Muita bobagem. Este texto é apenas uma breve reflexão, o máximo que ele ousa é o mínimo. Vamos lá:

Somos vítimas da tecnologia moderna, da globalização, da solidão do toque e cheiro real.Onde nossa mesa de almoço serve apenas de móvel ilustrativo, pois o microondas tudo resolve e afasta – vilão do lar. Onde nos comunicamos dentro de casa por mensagem de texto. Chegamos para trabalhar com a cara fechada e sem olhar para os lados, e ao abrir o mundo virtual escolhemos um “emoticon” bem lindo para dizer que estamos “lindamente bem”. Vamos ao cinema e pulamos três cadeiras de onde alguém está sentado. Evitamos o que nos curaria e enchemos nossa rotina do que nos aprisiona e vampiriza. Criamos personagens para manter a nossa dor, o nosso buraco de nós mesmos. Quanto mais tecnologia, quanto mais evolução de aparelhos - mais síndromes aparecem, mais coisas mórbidas psíquicas avassalam nossa mente e mais, muito mais a indústria farmacêutica lucra com tudo isso em cima do controle de sua dor. Inventam nomes e rótulos para fazer você entender o que não tem explicação. Te convencem da idiotice que isso é uma síndrome complexa e consultam um manual internacional de doenças (um brinquedinho de marcar) para dar seu novo sobrenome e identidade.

- Oi, tudo bem eu sou a Ana Bipolar e você?
- Oi Ana, eu sou o João Borderline.
- Ahhh, João, irmão de Pedrinho Bulimia?
- Não, não... Irmão da Paula Pânico.

E isso agora, esta triste realidade, fruto consequente do consumismo desenfreado, da globalização não educativa, tombam nossa alma como patrimônio inalienável das farmácias. Farmácias incompetentes para curar algo. Entre e pergunte se lá tem remédio par CURAR sua enxaqueca, seu mau humor, sua insônia, sua melancolia, sua ansiedade... Nada – nela só tem para controlar, e você ter que voltar de novo para comprar e comprar. O Ser Humano está doente, e na sua maior crise doentia. Não falo dos sintomas, nossos maiores amigos. Falo do conteúdo disto, da consciência presa no calabouço das sombras. Das nossas sombras de pecado, certo e errado. Bipolares eternos buscando um pólo que seja neste mundo cego e hipócrita.

Nunca tivemos uma indústria de lazer e consumo tão grandes e diversificadas... Mas o 

homem nunca esteve tão triste e só, sujeito a tantas doenças psíquicas que geram outras e outras. O homem de hoje está preso no cárcere da emoção e principalmente no seu Mundo inconsciente que determina o seu hoje. Nunca enriquecemos tanto as farmácias e as livrarias com suas ‘drogas’ e obras de auto-ajuda vazias. E por que nada parece melhorar com tudo isso? Simplesmente porque de nada adianta dar paliativos para uma dor aguda se a causa é crônica e escondida nas entrelinhas de nossa grande ignorância da verdade. De uma manobra cruel de falta de informação e inversão de identidade, Sra. Laura Depressão!!! O consciente só assimila o que entende. Aí te ferram. Estamos semeando em asfalto quente, medicamentos tóxicos e palavras ao vento. Os atuais tratamentos não abordam o Ser no seu total, não conseguem identificar cada caso isolado e a impressão digital de cada processo. Vivemos no diagnóstico de mil doenças sem cura. Somatizamos a partir deste descontrole e medo inúmeras doenças reais que primeiro se formam na mente para depois assolar o nosso corpo. Eu não vou dar ousadia de descrever o perfil Borderline e a diferença para o Bipolar ou Depressivo. Não vou dizer aqui quando é TOC ou quando é Esquizofrenia. Pois se eu fizer isso vou sustentar que estes rótulos existem e contribuir para que quem lê este texto coloque isso cravado no seu interior e assumir não ter cura. Você deve estar falando: “Ah, o Jordan fala isso por que não sabe o que sinto, queria ver se fosse com ele”. (...)

Pois bem, vamos a um breve resumo do epílogo da minha história toda: Eu, Jordan, fui diagnosticado aos 19 anos por mais de 15 médicos “especialistas” na mente humana como portador de síndrome do pânico, borderline, transtorno de humor, etc etc... E tudo mais que puderam inventar. O engraçado é que cada vez que eu entrava no médico se eu mudasse uma palavra ou entonação da frase eles me diagnosticavam diferente. Comecei a brincar com esta tragédia e entender que infelizmente eles não sabiam o que diziam. Vivi um inferno que durou um ano, onde quase que diariamente eu parava no hospital e ninguém descobria ao certo o que eu tinha. Estava enfrentando crises irreais, paralisantes – tomei mais de 35 tipos de medicamentos diferentes entre antidepressivos, anticonvulsivantes, ansiolíticos, anti-tudo. E uma hora, quando eu não aguentava mais, e não recomendo que ninguém faça assim – eu joguei tudo fora e chamei a coisa para uma briga, pois havia algo de errado naquilo tudo. Perdi tudo e reconstruí melhor ainda. E foi exatamente isso tudo que me fez terapeuta – pelo processo de sentir na pele isso tudo, pela dor de ver almas aprisionadas por estes rótulos. Acabei escrevendo o livro “Entrevista com o Pânico*” que conta um pouco disso tudo.

Ok, agora que fui apresentado melhor... Sabe o que é isso tudo de verdade? Vou explicar com uma ilustração mental. Imagine que existe um quarto fechado que contém um tipo de fungo. Digamos que este fungo é um tipo de energia.Coloquemos então 100 pessoas de perfis bem diferentes dentro deste quarto e as deixemos em contato com este “fungo”. Voltemos uma semana depois e contabilizemos:
- 20 pessoas com alergia cutânea e vários pruridos.
- 20 pessoas com rinite agudizada e sintomas de asma
- 20 pessoas com transtornos alimentares, náuseas, etc...
- 20 pessoas com aumento de pressão arterial e desmaios
- 10 pessoas com os dois primeiros itens misturados
- 08 pessoas com os quatro primeiros itens misturados
- 02 pessoas em coma.

Ou seja – o mesmo fator “fungo” causando tipos diferentes de sintomas e rótulos, a depender de fatores pessoais de cada qual. Com as síndromes psíquicas acontece o mesmo. Toc, Bordeline, Pânico, Depressão, têm a mesma e igual raiz, mas a depender da estrutura de formação de personalidade de cada qual, desenvolve-se de forma diferente. Pessoas que vivem em maior saudosismo do passado, presas no tempo ou que têm pais assim tendem ao rótulo da depressão, TOC... Pessoas que ficam presas no futuro, que se projetam ou têm pais assim tendem ao rótulo do pânico, fobia, ansiedade generalizada, bulimia. O mínimo percentual realmente tem algo no seu sistema nervoso que justifique uma esquizofrenia ou bipolaridade reais, o resto é mera ilusão do que não se sabe.

E qual o “fungo” que causa todos estes transtornos, quem é o chefão deste jogo??? A resposta é simples e talvez por isso tão pouco entendida, pois queremos uma resposta complexa, que conquistemos depois de escalar o Himalaia de quatro e encontrar um grande mestre virgem vestido de lilás que só come capim santo a nos revelar. Deixamos o óbvio do 1 + 1. O chefão disso tudo, o “fungo” dos distúrbios psíquicos são os conflitos não assimilados. As experiências não resolvidas que estão lá gritando para sair de você. E você a ignorar. Pode ter acontecido na sua infância, na sua adolescência, ou até seja algo de seus pais, ou de dentro da barriga da sua mãe que você está carregando - a batata quente que lhe arde sem você saber.

E o que dispara isso tudo?
A resposta é: excesso de estímulo nos cinco sentidos. Seja pelos efeitos da globalização,

internet, pílulas emagrecedoras, termogênicos, stress crônico e hipervigilância. Imagine seu computador com várias janelas abertas. Word aberto, Excel, editor de fotos, internet com umas cinco abas ao mesmo tempo... A área de trabalho cheia de atalhos, fotos, coisas... E quando você vai digitar um texto simples no word, as letrinhas vão chegando pouco a pouco (depressão), ou vão saindo diferentes do que você digita (alucinação, pânico), ou quem sabe saem meio deformadas e hora vão certas, hora travam (borderline)... Mas não há nenhum problema com o word. Aí você o fecha. Fecha também todos os programas abertos. Fecha as páginas da net. Limpa a área de trabalho, reinicia o PC e tudo volta ao normal com o Word. Ele precisou de rivotril e fluoxetina? Não. Só foi preciso que você prestasse atenção nos conflitos simultâneos e não resolvidos existentes ali.

Por isso insisto em dizer que tudo isto que se chama de “distúrbios e doenças psíquicas” são praticamente a mesma coisa. Frutos de uma coisa só, tomando proporções de acordo com as crenças e estruturas de cada um. Não é mais fácil matar o chefão do que ir enfrentando seus monstrinhos que não param de se multiplicar? E está virando moda encontrar um rótulo destes para justificar a nossa apatia em reformar nossa vida, deixar o passado quieto e sem culpas, e viver o presente, para sem grandes expectativas fazermos nosso futuro aqui e agora. É cômodo ter uma doença destas, e muitas vezes ficar curado necessita revolução, ousadia. E muitas vezes não queremos isso, pode crer. Mas desculpem, repito: este é um texto de desabafo, com mínimas pretensões. Fruto de minha vida, e de centenas de pessoas que já atendi e acompanhei como terapeuta em todo o mundo.


Perguntas Frequentes:

      A TiiP pode curar uma doença física?
- A palavra “cura” é uma palavra que deve se ter muito cuidado. Cura pode significar para alguns, simplesmente a ausência visível de sintomas. Cura pode significar para outros saber lidar com os seus sintomas. A TiiP não ousa dizer que vai curar ninguém – e sim organizar e ativar o sistema de imunidade total, explicado neste site. Como decorrência simples e natural há uma grande melhora, seja com o desaparecimento dos ditos sintomas, seja com o entendimento destes sintomas... O que é certo é que todo o ser que passar pela TiiP verá a si mesmo e ao mundo de forma diferente e organizada, atualizando suas crenças limitantes e tendo uma vida mais saudável, livre repleta – Isso seria uma boa “cura”?

Devo parar de tomar medicamentos ao realizar a TiiP?
- A TiiP não substitui nenhum medicamento ou orientação médica. Não se deve interromper ou modificar qualquer tratamento ou investigação médica, sem o tal consentimento de seu médico.

     Qual o investimento terei ao realizar este programa terapêutico?
- O programa TiiP consiste em um investimento único explicado na sessão específica “investimento” deste site, e só acontece depois da entrevista inicial e do aceite dos termos de imersão em TiiP, assinado em consultório.

     As sessões são diárias, semanais???
- Normalmente são necessárias 8 horas de processo intensivo, dividido em 4 sessões de 2 horas, semanalmente. Porém a depender do caso, pode-se fazê-las em dias alternados, diminuindo a estadia para 8 dias.

           Há algum risco em se fazer a TiiP?
- Nenhum. Indicado para todas as pessoas, podendo ser feita inclusive em crianças a partir dos 7 anos.

    Quem está habilitado a aplicar a TiiP?
- Um Terapeuta Transpessoal Sistêmico, com treinamento em TiiP.

    Como funciona o acompanhamento pós TiiP?
- Podem ser agendadas visitas ocasionais para “calibragem” do quer foi feito, acompanhamento iridológico tendo em vista a mudança dos “achados”. Na grande maioria das vezes as 8 horas são suficientes para o “start”.

    Eu vou ficar inconsciente durante o processo?
- Em nenhum momento. Tudo funciona com consciência, entendimento e sentido de cada passo. O que pode acontecer em algumas técnicas são os estados alterados de consciência, que não são nem hipnose, nem estados que levem ao adormecimento da consciência. O que queremos é trazer à consciência ao visível.

    Problemas de relacionamento são possíveis? E terapia de casal?
- Problemas afetivos, amorosos, de relacionamento são possíveis de tratar com excelente êxito com a TiiP. Cada parceiro deve fazer seu processo separado, e ao final é feito de 2 a 3 atendimentos extras em conjunto para a finalização do processo.


Aviso-declaração Importante:

A TiiP é realizada pelo profissional certificado Jordan Campos, membro da SINTH-BA, CRTH, ABTR e à Earth Internacional. O mesmo declara que não é médico e não faz diagnósticos nem curas. Também não receita medicamentos alopáticos nem estimula ou orienta inclusão ou retirada de medicamentos. A terapia transpessoal é uma forma de terapia livre, e o resultado final esperado depende de uma série de fatores objetivos e subjetivos, no que dizem respeito à disciplina, entrega, cumprimento do combinado e do enfrentamento do cliente-paciente no processo, como um todo. No momento do aceite em fazer o tratamento, o cliente-paciente entende que pela história prática do profissional que realizará a intervenção, de seu histórico, competência e frutos conhecidos mundialmente se associa ao mesmo num projeto de melhora pessoal e ativação do que chamamos de “imunidade total”.

Contato e agendamento de entrevista:

O primeiro passo para realizar a TiiP é agendar uma entrevista inicial com Jordan Campos para que juntos possam entender a viabilidade e necessidade do processo. Após esta entrevista são marcadas as sessões e a intervenção se inicia.

O atendimento é feito na cidade de Salvador –BA, no bairro Jardim Brasil, no local chamado de Instituto Quatro Estações – Rua Recife, 115.

Para agendar entrevista e processo basta enviar e-mail para:

Ou ligar para o consultório71. 3247.6711 ou também ligando para sua assessoria externa pelo: 71. 9935.1595