sábado, 31 de julho de 2010

Aconteceu: Workshop PNL Transpessoal Nível Intermediário!

Por Laila Bensabath - Assessoria

Neste último sábado, 31 de Julho de 2010, aconteceu mais uma edição do “Nível Intermediário” do Workshop de PNL Transpessoal – A Bula da Mente, ministrado pelo Terapeuta Transpessoal Sistêmico e Iridólogo Jordan Campos.

Rostos conhecidos estavam presentes, novamente, neste workshop. Os participantes do nível I vieram dar continuidade aos estudos e aprimorar as técnicas e novos conhecimentos adquiridos.


Inicialmente, foi feita uma grande revisão com os conteúdos do “Nível 1”, passando por todas as zonas dos conflitos que geram programas mentais, bem como pelas técnicas, como por exemplo: a personificação, e exploração do passado (banalização), a ressignificação e a ancoragem.

Aprofundamos os estudos nos hemisférios cerebrais, novamente conceituando e exemplificando o funcionamento deles. Ainda sobre este tema, conceituamos a “Epífese” ou simplesmente - glândula pineal, de fundamental importância para o entendimento da abordagem Transpessoal que Jordan campos deu à PNL. Sobre a glândula pineal, sua importância e características, reproduzimos um vídeo, ministrado pelo médico e neurocientista Dr. Sérgio de Oliveira, que discorreu suas pesquisas e experiências com este novo objeto de estudo da neurociência de forma completamente nova e diferente da clássica abordagem acadêmica. Explicou-se sobre a utilização das famosas mensagens subliminares e seus modos de atingir, inconscientemente, a todos nós. Exemplificou com fotos, propagandas, filmes e até obras de arte, na qual continham alguma mensagem subliminar. Belo e assustador!!!



Com a participação do Psicólogo e Psicanalista, Dr. Idalino Almeida, que será um dos docentes do I Curso de Formação em Terapia Transpessoal Sistêmica, todos puderam entender e se surpreender com os processos e mecanismos do que chamamos de hipnose ou estados alterados de consciência. Muitos questionamentos foram feitos acerca do polêmico tema.



Alguns de forma mais resistente e criteriosa e, outros de forma mais maleável, talvez curiosa. Porém, o mais importante de tudo, foi entender a importância terapêutica deste processo e para quê/por quê poderiam ser utilizados. Parabéns aos que se dispuseram a esta prática tão intrigante, e nos brindaram com um novo olhar sobre a hipnoterapia; e ao convidado Dr. Idalino Almeida pelo coerente conteúdo transmitido.
Este Workshop foi concluído aprendendo-se novas técnicas para o autoconhecimento e auto-cura; e deixando para trás, de forma poética e literal todas as cargas negativas que trazemos no dia-a-dia. Vamos em frente, com novas perspectivas e desafios!

Até o nível III e, para isso estudem bastante!

I Curso de Formação em Terapia Transpessoal Sistêmica (TTS) - Salvador - BA

Em Março de 2011, Salvador será sede do I Curso de Formação em Terapia Transpessoal Sistêmica (TTS) do Brasil, com Habilitação em:

- Terapia Regressiva Multidimensional.
- Reprogramação Mental (PNL Transpessoal).
- Iridologia Transpessoal.

Inscrições Abertas e Vagas Limitadas.
Processo de seleção por entrevista.
Site do Curso: www.jordancampos.com.br/tts

O curso contará com 19 docentes de todo o Brasil; entre eles terapeutas, médicos, psicólogos, doutores, mestres e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento que compõem a teoria e prática da TTS, numa reunião ousada dos mais visionários e respeitados profissionais já reunidos dos temas.

Objetivo
Formar terapeutas transpessoais sistêmicos que sejam agentes de cura, com sólidos conhecimentos e vivências multifocais capazes de intervirem de forma total e profunda no conjunto total do Ser através de um sistema filosófico, estratégico, metodológico e prático, unificando as abordagens terapêuticas em um sistema de corpo, mente e espírito.

Público Alvo
Terapeutas, Médicos, Psicólogos e estudantes de Psicologia e áreas afins; bem como profissionais de qualquer área de conhecimento com vocação filosófica e prática, que se mostrar apto e congruente com a missão, continuidade, disciplina, ética e objetivo desta formação.

Nossa Missão
Unificar as melhores escolas filosóficas, psicológicas e científicas com os melhores profissionais práticos, visando formar agentes de cura diferenciados e prontos para realizarem intervenções nas complexas exigências do Ser Humano do terceiro milênio, sendo referência de ética, abrangência, síntese e competência.

Perfil do Profissional Transpessoal Sistêmico
O Terapeuta Transpessoal Sistêmico (TTS) estará habilitado a atender clinicamente, realizar eventos e conferências, opinar e se posicionar com qualidade e credibilidade na questão da terapêutica necessária ao novo milênio, conduzindo o Ser Humano a um processo de autoconhecimento dinâmico e didático; seja individualmente, em grupos ou corporações. Poderá ao final do curso ser reconhecido e titulado pelas entidades certificadoras como Terapeuta Transpessoal Sistêmico.

O que é a TTS?
É uma nova abordagem terapêutica organizada, que unificou as melhores escolas filosóficas, psicológicas e científicas em uma metodologia de ação prática e profunda, de ação no tripé corpo/mente e espírito.

Localiza experiências e Conflitos em Seis Zonas Macro:
- As experiências e conflitos da vida pós-parto;
- As experiências e conflitos da vida intrauterina;
- As experiências e conflitos dos nossos antepassados parentais (vidas passadas biológicas);
- As experiências e conflitos da realidade de existência infinita, multidimensional e atemporal;
- As experiências e conflitos invasores energéticos;
- As experiências e conflitos de religação com o divino.

Duração da Formação: 24 meses – 650 horas
Aulas teórico-práticas, avaliação, aprofundamento terapêutico, estágio e intervenções.
Encontros: Mensais – Sexta-feira (noite), sábado e domingo (manhã e tarde).
Local: Instituto Quatro Estações – Jardim Brasil – Salvador – BA

Informações, Investimento e Inscrição – acesse: www.jordancampos.com.br/tts
71. 9984.4972 (Laila Bensabath) assessoria@jordancampos.com.br
71. 9935.0700 (Coordenação) jordan.terapia@gmail.com

Acesse o site e conheça os profissionais e seus currículos; a ementa dos módulos; a matriz curricular; a metodologia do curso e entenda toda a estrutura, filosofia e programação da Formação em TTS.
Seja um Terapeuta Transpessoal Sistêmico.

Inscrições Abertas e Processo de Entrevistas.
Início em Março de 2011.

A coordenação fica por conta do Terapeuta Transpessoal Sistêmico e Iridólogo
Jordan van der Zeijden Campos (ABTR / OTHB) em Realização com a Intercessio e Farmácia da Alma.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A Nova Medicina do Futuro - Questionando as Doenças!

Em muitas palestras e eventos que eu realizo me perguntam sempre mais detalhes e de onde eu tiro as conclusões apresentadas e "polêmicas" sobre as Leis da Doença, Sintoma e Vida, que eu tanto esboço na prática clínica e conceitual. As Leis do Conflito e as fases de uma cura real e profunda. A expressão "Crise de Cura" sempre fez susto a quem me viu pronunciar.
A doença, como eu costumo dizer, é a condição necessária que o nosso biológico apresenta para nos manter vivos - do contrário a  achar que a tal doença quer simplsmente nos matar. Decifrar os códigos sutis dos sintomas, que são nossos amigos, é o caminho seguro de uma nova atuação da medicina do futuro!
O livro "A doença como Caminho", que leva o nome inclusive de um dos cases de minhas palestras não revela estes "novos conhecimentos".

Então vou compartilhar aqui alguns trechos do maravilhoso artigo escrito por Caroline Markolin, Ph.D., Vancouver, Canadá, publicado em 21 de novembro de 2009. Quem quiser baixar o artigo na íntegra basta CLICAR AQUI e selecioná-lo em nossa páginas de downloads.

Em 18 de Agosto de 1978, o Dr. Ryke Geerd Hamer, médico, na época, especialista em doenças da cabeça, na clínica oncológica, na Universidade de Munique, Alemanha, recebeu a notícia chocante de que o seu filho Dirk, tinha recebido um tiro. Dirk morreu em Dezembro de 1978. Alguns meses mais tarde, o Dr. Hamer foi diagnosticado com câncer testicular. Desde que ele nunca esteve seriamente doente, ele supôs que o desenvolvimento do seu câncer poderia estar diretamente relacionado com a perda trágica do seu filho.

A morte de Dirk e a sua própria experiência com o câncer levou o Dr. Hamer a investigar a história pessoal dos seus pacientes com câncer. Ele constatou rapidamente que, como ele, todos tinham passado por algum episódio excepcionalmente estressante anterior ao desenvolvimento do câncer. A observação de uma conexão mente-corpo não foi realmente surpreendente. Inúmeros estudos já tinham mostrado que o câncer e outras enfermidades são freqüentemente precedidos por um evento traumático. Mas o Dr. Hamer levou a sua pesquisa mais além. Seguindo a hipótese de que todos os eventos corporais são controlados do cérebro, ele analisou os escaneamentos do cérebro dos pacientes e os comparou com os seus registros médicos. O Dr. Hamer descobriu que cada doença - não somente o câncer - é controlado de sua própria área específica no cérebro e ligado a um "choque conflitante" muito particular e identificável. O resultado desta pesquisa é um gráfico científico que ilustra o relacionamento biológico entre a psique e o cérebro, em correlação com os órgãos e tecidos do todo o corpo humano.

Em 1981, o Dr. Hamer apresentou as duas descobertas à Faculdade Médica da Universidade de Tübingen, como uma tese de pós-doutorado. Mas até este dia, a Universidade se recusou a testar a pesquisa do Dr. Hamer, apesar de sua obrigação legal em fazer isto. Este é um caso sem precedentes na história das universidades. Similarmente, a medicina oficial se recusa a aprovar as suas descobertas, apesar de algumas 30 verificações científicas, tanto por médicos independentes, quanto por associações profissionais. Logo após o Dr. Hamer ter apresentado a sua tese, lhe foi dado o ultimato de renunciar as suas descobertas ou ter a renovação do seu contrato na Clínica da Universidade, negada. Em 1986, ainda que o seu trabalho científico nunca tivesse sido contestado, muito menos desaprovado, o Dr. Hamer foi despojado da sua licença médica, pela razão de que ele se recusara a se conformar aos princípios da medicina padrão. Desde 1997, o Dr. Hamer esteve vivendo no exílio na Espanha, onde ele continua com a sua pesquisa e onde ele continua a lutar pelo reconhecimento oficial de sua "Nova Medicina".

O Dr. Hamer estabeleceu que "cada doença é causada por um conflito que pega um indivíduo totalmente sem precaução. Em honra ao seu filho, Dr. Hamer chamou a este evento estressante imprevisto de Síndrome de Dirk Hamer ou SDH. Psicologicamente falando, uma SDH é um incidente muito pessoal, condicionado pelas nossas experiências passadas, nossas vulnerabilidades, nossas percepções individuais, nossos valores e crenças. Entretanto, uma SDH não é um conflito meramente psicológico, mas sim biológico, que tem que ser compreendido no contexto de nossa evolução. Com o decorrer do tempo a mente humana adquiriu um modo figurativo de pensar. Nós podemos experienciar estes conflitos biológicos também em um sentido invertido. Um homem, por exemplo, pode sofrer um "conflito de perda de território" quando inesperadamente perde o seu lar ou seu local de trabalho. Uma mulher com o "conflito do ninho" pode ter uma preocupação com o bem-estar de um "membro do ninho", um "conflito de abandono" pode ser provocado por um divórcio inesperado, ou por ser movida para o hospital. As crianças freqüentemente sofrem um "conflito de separação" quando a Mãe decide voltar ao trabalho ou quando os pais se separam. Analisando milhares de tomografias cerebrais computadorizadas (TC), em relação as histórias dos seus pacientes, o Dr. Hamer descobriu que no momento em que um SDH ocorre, o choque impacta uma área específica, pré-determinada no cérebro, causando uma "lesão" que é visível em uma tomografia computadorizada, como uma série de anéis concêntricos e distintos.

O câncer das glândulas mamárias, de acordo com as descobertas do Dr. Hamer, é o resultado de ou um conflito "mãe-filho" ou um conflito de "preocupação com o parceiro". Estes tipos de conflitos sempre impactam o "velho cérebro" na área que controla as glândulas que produzem leite. Uma mulher pode sofrer um conflito de preocupação mãe-filho, quando a sua descendência (prole) fica subitamente ferida ou seriamente doente. Durante a fase ativa de stress do conflito, as células das glândulas mamárias se multiplicam continuamente, formando um tumor. O propósito biológico da proliferação celular é ser capaz de proporcionar mais leite para a prole sofrida e, assim, acelerar a cura. Cada humano e mamífero do sexo feminino nasce com este antiquíssimo programa de resposta biológica. Muitos estudos de casos do Dr. Hamer mostram que as mulheres, até quando não alimentaram no peito, desenvolveram um tumor nas glândulas mamárias a partir da preocupação obsessiva com o bem-estar de um amado (um filho que esteja com problemas, um pai que esteja doente, ou um amigo querido que seja uma causa de preocupação).

Dr. Hammer descobriu também que, desde que há uma resolução do conflito, cada doença prossegue em duas fases. Durante a primeira fase ou a fase do conflito, todo o organismo é ajustado para lidar com o conflito. Enquanto uma alteração significativa da célula segue o seu curso ao nível físico, a psique e o sistema vegetativo autônomo também tentam lidar com a situação inesperada. Ligado ao estado de stress,(estado mórbido caracterizado por uma hiperatividade do sistema simpático e que se manifesta como hipertensão arterial, taquicardia e irritabilidade), a mente se torna completamente preocupada com os conteúdos do conflito. Perturbações do sono e falta de apetite são sintomas típicos. Biologicamente falando, isto é vital, porque o foco no conflito e as horas extras despertas, proporcionam as condições certas para lidar com o conflito e encontrar uma resolução. A fase ativa do conflito é também chamada de "fase fria". Desde que os vasos sanguíneos ficam contraídos durante o stress, os sintomas típicos da atividade do conflito, são as extremidades frias (particularmente as mãos frias), os calafrios e suores frios. A intensidade dos sintomas depende naturalmente da magnitude do conflito. Se uma pessoa morre durante a fase ativa do conflito, usualmente é por causa da perda de energia, perda do peso, perda do sono e exaustão mental e emocional. Freqüentemente, é um diagnóstico devastador do câncer ou um prognóstico negativo - "Você tem seis meses de vida"! - que lança os pacientes com câncer (incluindo os seus amados), em um estado de desespero. Com pouca ou nenhuma esperança, e privado de sua força de vida, eles definham e, eventualmente, morrem de caquexia (perda de peso e fraqueza em doentes graves ou terminais), um processo agonizante que os tratamentos convencionais do câncer, somente aceleram.

Se o paciente não passou por qualquer tratamento convencional (especialmente quimioterapia e radioterapia), a Nova Medicina Alemã tem um índice de sucesso de 95 a 98 por cento. Ironicamente estas estatísticas para o notável índice de sucesso do Dr. Hamer foram liberadas pelas próprias autoridades. Quando o Dr. Hamer foi detido e, 1997 por ter dado conselhos médicos à três pessoas sem licença médica, a polícia confiscou as fichas dos seus pacientes, analisando-as. Subseqüentemente, um Promotor Público foi forçado a admitir durante o julgamento que, após cinco anos, 6.000 dos 6.500 pacientes principalmente com câncer terminal estavam ainda vivos. Com o tratamento convencional os números são geralmente o inverso. De acordo com o epidemiologista e bioestatístico Dr. Ulrich Abel (da Alemanha): "O sucesso da maior parte das quimioterapias é espantoso... Não há nenhuma evidência científica para a sua habilidade estender de qualquer modo apreciável as vidas dos pacientes que sofrem do câncer orgânico mais comum... A Quimioterapia para malignidades muito avançadas para a cirurgia, que responde por 80% de todos os cânceres, é um solo improdutivo científico". (Lancet 1991).

A resolução do conflito assinala o início da segunda fase do programa biológico. Nossas emoções e o nosso organismo se ligam imediatamente a um modo de cura, auxiliado à ligação do sistema vegetativo à "vagotonia".(instabilidade vasomotora, transpiração abundante, tendência para a obstipação e cãibras musculares). Durante a fase de cura, o apetite retorna, mas estamos muito cansados ( poderíamos nem mesmo sermos capazes de sairmos da cama). Descansarmos e suprirmos o organismo com nutrientes são essenciais, enquanto o corpo está tentando se curar. A segunda fase é também chamada de "fase quente", pois durante a vagotonia, os vasos sangüíneos ficam aumentados, causando mãos quentes, pés quentes e pele quente. Uma área que necrosou ou ulcerou durante a fase ativa do conflito é agora preenchida e reabastecida com novas células. Isto é usualmente acompanhado por inchaço potencialmente doloroso, causado por um edema que protege o tecido enquanto ele está curando. Outros sintomas típicos de reparo são a hipersensibilidade, a coceira, o espasmo (se o tecido do músculo estiver envolvido), e inflamação. Exemplos de "enfermidades" que somente ocorrem na fase de cura são: determinadas doenças de pele, hemorróidas, laringite, bronquite, artrite, aterosclerose, doenças na bexiga ou nos rins, determinadas enfermidades no fígado e infecções.

O dilema no qual a medicina convencional se encontra é que ao deixar de reconhecer o padrão de duas fases de cada doença, a primeira, a fase ativa do conflito, rotineiramente é negligenciada. Desde que os micróbios são somente ativos durante a fase de cura, e desde que a atividade dos micróbios é tipicamente acompanhada por inchaço, febre, pus, erupções, e dor, os micróbios são considerados malévolos e a causa de doenças infecciosas. Mas os micróbios não causam a doença. Afinal, é o nosso organismo que emprega os micróbios para otimizar o processo de cura. Os micróbios podem, naturalmente, ser transmitidos, mas eles permanecem adormecidos até que a pessoa esteja na fase de cura do mesmo tipo do conflito.

TERAPIA (em poucas palavras)

O primeiro passo na terapia é proporcionar uma compreensão da natureza biológica de um sintoma, isto é, um determinado câncer, em relação a sua causa física. Se o conflito estiver ainda na fase ativa, o foco é localizar a SDH (Síndrome de Dirk Hamer) original e desenvolver uma estratégia para resolver o conflito. É crucial preparar o paciente para os sintomas de cura. Estes sintomas são muito atribuíveis! As descobertas do Dr. Hamer nos proporcionam - pela primeira vez na história da medicina – com um sistema confiável que nos permite não somente compreendermos, mas também prevermos o desenvolvimento e os sintomas de toda e cada doença. Esta é a verdadeira medicina preventiva, um aspecto da Nova Medicina Alemã que dificilmente pode ser suficientemente enfatizada. A verdadeira prevenção requer uma compreensão da verdadeira causa de uma doença, e isto é o que a pesquisa do Dr. Hamer fornece com detalhes esplêndidos. Ao compreendermos, podemos nos libertar do medo e do pânico que freqüentemente vem com o choque dos sintomas. Este conhecimento é mais do que poder, ele pode salvar vidas.
Estamos já na prática usando estes conhecimentos associados a outras redes filosóficas e psicológicas, no que chamo de Terapia Transpessoal Sistêmica. Muito a se fazer!!!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Hospital de São Paulo substitui Sedação por Hipnose

São Paulo - Imersa em uma cachoeira no meio de uma floresta tropical, a tradutora Elaine Pereira, 43 anos, conseguiu fazer a ressonância magnética que ela tanto temia. A cena, na verdade, estava só na mente dela. Hipnotizada, foi capaz de relaxar sem a necessidade de sedativos. A técnica, aplicada no Hospital São Camilo, permite a pacientes claustrofóbicos (que têm medo de lugares fechados e apertados) passar pela máquina conscientes e calmos.

A hipnose é usada como alternativa para a anestesia. A vantagem principal é que, diferentemente da injeção, o procedimento não afeta a percepção. Após o exame, o paciente pode, por exemplo, voltar para casa dirigindo. "A sedação é segura, mas ainda assim envolve alguns riscos. Já para a hipnose, o perigo é o mesmo que experimentamos ao dormir", diz o cardiologista do Hospital São Camilo Luiz Velloso, um dos coordenadores do estudo.
Para que a técnica fosse oferecida no hospital, Velloso e a psicóloga Maluh Duprat a experimentaram em pelo menos 20 pacientes. Segundo eles, 18 pessoas enfrentaram o procedimento sem a necessidade de medicamentos.

Elaine conta que nem sentiu o tempo passar. "Para mim foram apenas cinco minutos, mas eu sei que fiquei uma hora dentro da máquina", diz. Ela procurou a alternativa após uma experiência ruim com a ressonância. "Tenho claustrofobia, mas nada que atrapalhe a minha vida. Só que durante o exame, além do espaço ser pequeno, você não pode se mexer", conta.

A capacidade de responder aos estímulos dos médicos é outra vantagem da hipnose. O procedimento, reconhecido pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo, deve ser praticada por profissionais de saúde mediante treinamento. No ano passado, a Sociedade Brasileira de Hipnose e Hipniatria (SBHH) capacitou cerca de 700 médicos, psicólogos e dentistas. As informações são do Jornal da Tarde.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Aos que não sabem dizer Adeus.

Esta canção foi gravada há 9 anos e tem um clipe bonitinho feito na época.
(estou ficando velho...e com barba branca)
Quando a fiz, lembro que estávamos entrando em estúdio para gravar um CD só com 10 canções.
Ela saiu na madrugada, inteirinha assim... E fez assim, o antigo CD "Abre a Porta" ter mais uma canção em cima da hora: "Até Quando?" - é o nome dela, e é dedicada aos que nunca de fato conseguem dizer Adeus.
Aumente o som!!!
Letra abaixo:


video

Até Quando?

Letra e Música: Jordan Campos
Violão: Jordan Campos
Guitarras: Dadi e Sid
Baixo: Danilo Vital
Bateria: Kelinho Nunes

Quanto mais você disfarça
Mais me deixa a impressão
De que este caso é meio complicado:
É paixão e razão
Mas oh, menina linda!
Você me corta o coração
Minha vida inteiramente exposta aqui
No meu cantar, nesta canção!

Então vem cá, me diz ...
Desta vez você vai sorrir.
Mas vá, até mais ...
Eu não sou louco pra dizer adeus!

Eu vou estar na janela:
Quero te ver passar
Mas não olhe pra traz:
Pra não me ver chorar
Eu quero ver você feliz
Mesmo longe de mim!

Quanto mais você me olha
Mas me deixa a permissão
De nos deixar menos complicados:
Até quando o medo é a razão?

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Nas Entrelinhas

(Por Jordan Campos)

Decerto que os cabelos ficaram pálidos: o calendário anunciava.
Decerto que os inimigos cederiam: o acordo era franco.
Decerto que a Paz viria: dizia a velha guerra.
Decerto que tudo passaria, e começaria de novo.
Decerto que plantei a árvore, escrevi o livro fiz o filho.

O que me faltava haveria de chegar.
No rosto mal cabe o sorriso, e ainda perguntam desconfiados, de quê?
Aquietar e amadurecer, mas não são aposentar, e sim assinar nova "carteira".
Não escolhemos as coisas: elas nos chamam!!!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Aconteceu - Início da Temporada NÃO DISCUTA A RELAÇÃO (e seja feliz)!!!

Por Laila Bensabath - Assessoria

Ontem, 13 de julho de 2010, aconteceu a primeira edição da Temporada da Palestra "Não Discuta a Relação e seja feliz!".

Essa palestra, que já existia no nosso calendário de eventos, ganhou um novo formato e transformou-se em temporada.

Para esta empreitada tivemos o apoio da Farmácia Flora e dos nosso fiéis palestreiros, que estão sempre nos acompanhando! Mudou o local de execução, mudou-se o formato, novas pessoas foram agregadas, mas o conteúdo base, continua sendo o "carro-chefe" deste evento.

Com um título bem sugestivo e provocante, o público foi conferir o segredo por detrás dos relacionamentos e, poder aprimorar as técnicas de companheirismo para uma vida mais sadia e amorosa.
A temporada acontece em seis edições aqui em Salvador, no Teatro Caballeros de Santiago, sempre às 20h. veja a agenda completa CLICANDO AQUI

Com toques de PNL, com dicas de um terapeuta e com a descoberta dos diferentes mundos femininos e masculinos - uma relação tem tudo para dar certo, porém (...)!

Então, todos sintam-se convidados a participar e desvendar os segredos que envolvem uma relação amorosa. Convidem seus namorados(as), noivos(as), parceiros(as), amigos(as) e pretendentes para assistirem à palestra e utilizarem novas técnicas e conceitos revolucionários!!!


Até a próxima!
Para ver todas as fotos do evento e outras CLIQUE AQUI.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Desculpas - A Canção

Ok, aí vai mais uma canção minha em voz e violão, depois mando umas da época da banda.
Estas foram feitas depois... aqui em casa mesmo com meu violão.
Gravei a voz e violão e depois completei com uns backs e outro violão...
Esta canção, "Desculpas", é uma das mais intensas que escrevi, fala das nossas 'desculpas' e do boicote que fazemos muitas vezes com a repetição de comportamentos em detrimento à nossa real felicidade.
Uma típica canção de terapeuta, rsrs
Espero que gostem.
Clique e aumente o som (a letra segue abaixo).

video

Desculpas
Letra e Música (Jordan Campos)

Se esse violão contasse tudo o que ouve em silêncio

Você se assustaria e me pediria para negar
Mas a verdade ainda é um peixe solitário num imenso aquário embaçado

Hoje eu não sei por onde começar
Tentar explicar o que eu nem sei se está em mim.
Ando nesta estrada todos os dias sem direção
Mas hoje minhas calças rasgadas não vão me conseguir carona.
Onde estão os sinais?
Onde está você?
Será que você não vê?
Que eu estive sempre aqui, com as minhas desculpas!

Ontem eu queria dizer logo de uma vez
Tentar explicar o que me deixa assim
Mas ontem faz tanto tempo que perdi a coragem
E hoje eu acho que sonhei com você.
Mas onde estão as palavras?
Onde está você?
Será que você não entende?
Sozinho eu fico assim, com as minhas desculpas!

Vai ver eu tô entrando numa fria de cabeça...
Vai ver eu acabe meus dias velho, feio e só...
De tanto procurar e fingir não achar.
Vai ver eu vou me acostumar e sentar...
Vai ver eu acabo encontrando você de novo e de novo...
De tanto negar que você sempre esteve aqui, em mim.

domingo, 11 de julho de 2010

O que têm em comum a Dilma, o Serra, o Polvo Paul e o Mick Jagger?

Por Jordan Campos

No clima da Copa, esquecendo um pouco o normal e o bizarro acontecidos no mundo futebolístico...
O pessoal na internet aproveita as "jabulanis" criadas durante o evento e com  criatividade se colocam politicamente... A foto do pé frio Mick Jagger ao lado é sucesso em comunidades de relacionamento!!!

Mas esta logo abaixo é cruel: O fantástico polvo Paul, que acerta todos os placares da copa, quando submetido a este inusitado teste, perde o apetite e "pede pra sair." A sabedoria animal... alías, pensando bem, aqui no Brasil o aquário não deveria ter um polvo, mas uma LULA... rsrsrs. Esta última não recusaria a oferta que o polvo Paul recusou...


Não tenho predileção política, ainda mais neste cenário.
Não sou nem contra nem a favor aos candidatos: muito pelo contrário.

Tragédias Acontecidas e Anunciadas (Viva a Mídia!!!)

Por Jordan Campos

Em meio a tantas decepções e exposições bizarras na recente mídia e alma brasileira, podemos tentar banalizar um pouco as coisas... Como a foto ao lado. Só assim para quebrar o clima. O estrago já foi feito, não é? Acompanhe o raciocínio abaixo:

O Brasil foi eliminado da Copa. Vi crianças chorando... A paixão que move este povo é linda e preocupante - ocorre um rompimento como stress de separação por traição em muitos.
Sim, a derrota da seleção surte em alguns o efeito devastador do ofício de uma paixão real. Estruturas psíquicas carentes que veem ali na nossa seleção um bom motivo de sair de suas realidades tristes e acreditar que o sonho de uma vida com mais amor e conquista é real.
Daí a copa acaba e uma copa paralela começa: o tal “Caso Bruno”.
Eu fiquei pensando... A imagem mais marcante da desclassificação da seleção foi a do Júlio César chorando, aí logo depois vem o goleiro Bruno com aquela suspeita de crime horrendo...

Acontece que a mídia, óbvio, tenta trocar a eliminação por outra bomba... Dois goleiros em destaque... Céu e inferno, ou dois infernos?
Deveriam proibir a exposição do caso Bruno. A Lei de censura deveria agir! Ela existe?
O Bruno era o goleiro da maior torcida do país. Ídolo! Um ídolo de milhares de pessoas! Inclua aí milhares de crianças. Expor nossas crianças a duas decepções seguidas (eliminação do Brasil – pois vestiram “verde e amarelo”, torceram e aprenderam a gritar, xingar e entristecer).

Aí se o menino ou menina for um flamenguista, vai com certeza precisar de auxílio terapêutico. Vem o Caso Bruno e mostra que aquele ídolo deles mandou matar a amante, cortar em pedacinhos e dar para os rotweillers... Vem cá, onde está o senso de educação e censura deste país?
Isso provoca um efeito psicológico interno terrível, e alimenta o crescimento do bizarro.
O goleiro é visto pela estrutura emocional dos flamenguistas como um traidor. Mais uma traição. E com toques explícitos de maldade e terror.

Depois lá na frente não perguntem por que têm aumentado as fobias, depressões e pânico.
Também não queiram entender o adolescente que leva uma arma para a escola porque foi traído pela namoradinha e matou professora e colegas...
Não, não se choquem... ok? Recorram a esta exposição do caos de agora e culpem-na.
Peçam para as emissoras, jornais... Ou melhor, para o ministério da educação, que permite e não pensa nesta lógica simples, pagar a terapia, psiquiatra ou seja lá o que for que seus filhos urgentemente precisem.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Canção Clip - Eu e Você (Algo Mais)

Muita gente ainda pergunta: “Você ainda é músico?”
Músico é, não foi nem será. Coexiste a música em cada ato, ação e profissão outra...
Nossa!!! Quantas lembranças da época de música. Eu, vocalista e compositor da antiga banda Muros de Vento. Ganhamos festivais, viajamos, gravamos CD e cada qual hoje para o seu canto, e eu continuo no meu canto com meu canto.

Os horizontes mudaram e no pós-banda fiz muitas composições em voz e violão, como esta abaixo que segue. Gravava e guardava... Gosto muito desta canção. “Eu e Você: Algo Mais” – Sim, de minha autoria, com minha voz a cantar e violões a dedilhar... Se for do gosto vou postando outras depois, ok?
Costumava dizer que esta canção era daquelas fortes, que não deixa opção a quem escuta.

Clique no play e aumente a caixa de som do computador.
Segue letra abaixo:


video

Eu e Você (Algo Mais)

(Jordan Campos)

Enxugue suas lágrimas:
Esta não é uma canção de dor.
Arrume seu cabelo bagunçado:
O vento sopra agora à favor.
Peça um beijo em seus lábios partidos:
O mundo precisa do seu sorriso

Mas não se preocupe tanto assim
Só um pouco para eu não me esquecer.
Mas quando eu quiser chorar
Navegue pelo rio salgado e apenas me abrace.
A escolha final é sempre nossa.
Se o certo é errado, ou se tanto faz
Você sabe muito bem!

Mas, me diga algo mais sobre você
Algo que eu possa usar contra você
Pra te trazer de volta quando tentar fugir de mim.
Me mostre o que nunca mostrou a ninguém
E me faça apenas feliz nesta noite.

Enxugue minhas lágrimas
A canção me deixou assim.
Bagunce meu cabelo espetado
E me faça ver nos olhos que eu estou bem
Devolva o beijo que te dei e me faça sorrir.

Eu ando preocupado com você
Um tanto muito que a noite é longa.
Mas se você quiser chorar ...
Não importa onde esteja você já aprendeu a me encontrar.
Mas o frio gela minha alma
Que se dane o gelo!
A minha escolha eu já fiz
Só não me mostrei ainda.

Mas, me diga algo mais sobre você...

Aberta a Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!


Dias: 13 e 27 de Julho / 10 e 24 de Agosto / 14 e 28 de Setembro.

Dia 13, próxima terça é a primeira apresentação – Não Perca!!!
Local: Teatro Caballeros Santiago – Rio Vermelho – Salvador - BA
Entrada: R$ 20,00 (meia/estudante) ou com o nome na LISTA QUENTE*
Vagas Super Limitadas!!!

Pontos de Venda
- Farmácia Flora – Shopping Barra e Salvador Shopping (71) 3267.8420
- Instituto Quatro Estações – Rua Recife, 115 – Jardim Brasil (71) 3247.6711
- No dia, no local (confirme se terá vaga).

O terapeuta transpessoal sistêmico e iridólogo Jordan Campos comanda novamente a divertida, profunda e polêmica palestra.

Sinopse: Você já pensou que pode melhorar seu relacionamento sem ter que falar sobre isso?
Decifre as regras silenciosas e potentes que estão por detrás de toda a relação.
Os segredos da linguagem não verbal, as verdades não ensinadas e as regras básicas da convivência sadia entre homens e mulheres.
Dedicado a casais, noivos, amantes, amarrados e indecisos.
Uma palestra tocante e bem humorada com toques de PNL e Psicoenergia.

*A Lista Quente funciona assim: Se você não for estudante pode pagar a entrada de meia. As 50 primeiras pessoas a mandarem um e-mail com os dados necessários, confirmando presença na palestra estarão na ‘lista quente’ e podem adquirir o ingresso a preço de meia nos pontos de venda. Na entrada do espetáculo seu nome já estará na ‘lista quente’ da portaria.

*Para entrar agora na lista quente mande seu nome, e-mail e telefone para o e-mail assessoria@jordancampos.com.br com o título: Lista Quente!

Aguarde confirmação e pode ir adquirir em até 48 horas o seu ingresso nos pontos de venda, ou o nome “cai” da lista quente.

Informações: Laila Bensabath – (71) 9984.4972

O evento será promovido pela Intercessio e Farmácia da Alma.



Divulgue para seus contatos, chame seus amigos, parceiro (a), namorado (a) ou pretendente!!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Depois das 23:00 (adaptando roteiros)

Por Jordan Campos

Nós-cegos desfeitos às vésperas do sentir puro.
Quem é você depois das 23:00?
O que se pode esperar do seu sentir mais puro,
Desligando-te da lucidez vil que te aprisionou por tantos anos?
Seu diálogo mental a se transformar em fios desencapados...
E uma loucura interna em beber do gôzo mais lindo e rejuvenescedor.
Sim, depois das 23:00 você há de poder.
Antes do virar do dia, para não confundir com a cinderela...
Pois chega de fantasia e aqui inexistem abóboras.

Você não quer chegar aos "sessenta" e olhar para trás...
O que pode ficar ou quem pode estar contigo?
Você fez realmente aquilo?
Você ousou?
Quem foi você, realmente?
Antes um riso que uma lástima, neste tudo pode ser.

E quando a liberação para dormir chegar você poderá enfim sonhar.
(Bem depois das 23:00)
Que irá falar todas as coisas que não sabe rimar...
Confessa a Deus que a santidade não lhe pertence e que tem pressa.
É tão difícil acreditar: aceitar a intuição...
De que o certo é tão incerto, ao menos por enquanto.
Então é assim que você quer a história, sem final feliz?
Não tem mais ninguém filmando: todos dormem !!!
E se por enquanto não vai ter final, e você fingir um "tá tudo bem"
Lembre que “tudo bem” é um sinal de que algo não vai bem!

Você já sabe quem é, mas não o que pode fazer.
Depois das 23:00.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Quando Não Queremos Ficar Bons (diálogo sobre o auto-boicote)

Por Jordan Campos

Começo a escrever este artigo, conto moderno ou texto de ficção inexplicável para alguns. Todas as vezes que eu colocar a palavra “próximo” aqui, vou estar me referindo a um conjunto que pode ser o cônjuge, o(a) amante, o(a) namorado(a), o noivo(a), o(a) amigo(a), pais, patrões... E até em alguns casos o (a) terapeuta. Peço licença a Stanley Rosner e Patricia Hermes, autores da obra: The self-sabotage cycle: why we repeat behaviour, para compartilhar aqui algumas expressões deles, que lindamente me ajudaram a chegar nesta conclusão em gerúndio e contextualizá-la nas próximas linhas, unindo sistemas.


Sim, terapeutas não são santos ou milagreiros. Às vezes encontramos algo que aos olhos normais parece inexplicável: pacientes que simplesmente não querem se curar. E o mais angustiante: desconhecem isso. Procuram a terapia e despejam nela votos de uma cura que nas suas mais profundas crenças seria a morte – não estão prontos e saber disso vai ser trágico lá no fim. Não me dirijo aqui só a quem faz terapia, mas a qualquer pessoa que sinta que “as coisas parecem se repetir”, “as coisas parecem não dar certo”, “uma impressão de andar em círculos” ou até um “Deus se esqueceu de mim...”. Você sente isso ou conhece alguém assim? Então continue a leitura. Existem muitas pessoas com dores profundas e queixas lamentáveis, mas, que quando estão literalmente às portas da sua cura costumam sair correndo, pois ficar boa seria perder uma atenção, um trunfo medíocre, mas útil, seria enfim ficar pronto para... para... “para o que mesmo?” Entendem sem entender que naquela dor toda que viveram nada fizeram, e que não há lucro em ficar simplesmente bom. E o ego não permite dizer que eles que estão fazendo isso (se boicotando) e têm que achar um culpado. Ops... O “próximo” da vez vira o cristo (crucificado).

No fundo todos querem e me chegam querendo o Amor. Eu entro na minha própria porta algumas vezes também. Todo mundo quer. Todo mundo precisa. É algo intenso sem o qual ninguém pode viver. Mesmo que achem não o encontrar ou desconheçam os processos íntimos do amor-próprio que os mantêm vivos. No entanto, o que chamamos de busca da cura, amor, ou necessidade de acabar a solidão, às vezes não tem nada a ver com amor. Quase sempre encontramos emaranhamentos sérios, relações entre “próximos”, sejam entre casais, namorados, filhos e quase sempre na relação com os pais, que é constituído de uma expectativa inconsciente de que as nossas escolhas amorosas ou expectativas profissionais, ou até o terapeuta ali presente poderá suprir nossas necessidades não atendidas, e até propiciar uma sensação de completude que lá atrás alguém não deu. Esse desejo de ter as necessidades atendidas, então é algo ruim? Absolutamente não. Em qualquer relacionamento, procuramos ter nossas necessidades satisfeitas e atender, quando possível, às necessidades de nossos “próximos”. Se as percepções e expectativas são realistas, a relação se desenvolve e prospera, porque temos clareza do que queremos e de como esperamos atingir o que queremos. Ok, esta é a parte boa. Falemos da outra parte...

“Então, seria realmente possível não perceber as necessidades do outro, de modo que o “próximo” se transforme em apenas mais uma esperança de algo impossível?” Será que existe alguém que foi desprezado e indesejado por sua família de origem e cresceu procurando por aquele amor parental incondicional — esperando encontrá-lo no “próximo”? Infelizmente, tanto é possível como acontece todos os dias. Tal desejo, e muitos outros, são expressos no ciclo de repetição de expectativas com o “próximo”, por exemplo. Há aqueles que cresceram em lares desajustados, e que buscam um “próximo” que lhes ofereça a estabilidade que não conseguiram ter na família de origem. Porém, quando o “próximo” revela-se incapaz de oferecer aquilo que desejam, eles se decepcionam. As pessoas procuram desesperadamente aquilo que não tiveram. Por que, então, tudo parece dar errado? Dá errado quando o indivíduo simplesmente perpetua as perdas, repetindo a tragé-dia do passado. E agora a parte assustadora e verdadeira: embora quase nunca seja perceptível à primeira vista, a repetição surge na forma de relacionar-se com um próximo exatamente parecido com a mãe violenta e exigente, ou com o pai frio e insensível, por exemplo. Em alguns casos, isto se dá, repetidamente. “Mas por que alguém faria isso, minha Nossa Senhora?”

Ao iniciar uma terapia logo na primeira ou na segunda sessão, peço que a pessoa descreva os pais. Geralmente, com o tempo — na verdade, quase sempre —, começo a perceber uma nítida semelhança entre o “próximo” que estão em conflito e um dos pais. O mais trágico, no entanto, é que o paciente se assemelha exatamente com quem teve mais dificuldades. O pai hostil e frio é repetido no marido ou na esposa hostil. A mãe severa, dominadora e implacável é repetida no cônjuge severo e dominador. Isto é a representação da relação mal resolvida com um dos pais que foi percebido como agressor, aquele que não conseguiu atender às necessidades do filho. O pai ausente é repetido com uma ausência eterna e não entendida. “Por que ninguém gosta de mim?”, “Por que minhas relações são um fracasso” e até... “Por que nunca consegui ninguém para mim?” A escolha inconsciente do próximo ou da ausência do próximo representa uma tentativa de mudar aquele pai/mãe, de conseguir o amor e o carinho que faltou. O próximo, por sua vez, em algum momento vai desempenhar o papel de castrador e a relação que antes era linda vai se transformar numa decepção de hora para outra, vão ser encontradas “provas” de que o outro traiu a nossa confiança e expectativa – no fundo, só chegamos à conclusão decepcionante que não poderemos mudar nossos pais e vomitamos essa infelicidade no “próximo” escolhido a suprir a necessidade. E tantas relações boas acabam assim. O resultado se apresenta na forma de queixas do tipo: "Ele não me ouve; não foi isso que eu disse; não foi isso que eu quis dizer." Isto, por sua vez, gera lutas pelo poder, batalhas de vontades, brigas sobre quem está certo e quem está errado. Acusações, achismos vazios, uma sensaçõe de ter descoberto o crime perfeito. Às vezes, há uma vaga consciência do que está acontecendo, mas tais pensamentos geralmente são repelidos. Temos que proteger nossos pais, incrivelmente num processo cruel inconsciente de castração do novo, da possibilidade de uma nova vida. E repetiremos isso talvez até a morte e ou até quando a vida possa durar depois da morte. Começamos a “parte 2” deste filme de terror, encontramos mais uma pessoa-vítima. Temos a expectativas de que, da próxima vez, seremos bem-sucedidos naquilo que queremos. Vivemos com a esperança de que encontraremos, na próxima relação, a satisfação que não encontramos até agora. Continuamos presos à fantasia infantil de que conseguiremos agradar e mudar nossos pais, que seremos capazes de fazer com que os pais nos amem da maneira que precisamos ser amados. Em muitos casos, este tipo de pensamento e desejo não funcionou com nossos pais. E é quase certo que também não funcione no “próximo”.

Romper ciclos de auto-boicote é uma tarefa dura e sempre um nó de cascas de cebola, que vamos tirando aos poucos e com estratégia de jogador de xadrez. Se falarmos de cara o bicho pega, se demorarmos o bicho come. O caminho do meio neste caso é para poucos, talvez uma hora, lá na frente, nós, cuidadores de gente e de nós mesmos, seremos lembrados por esta centelha reflexiva. É preciso muita coragem para se ficar bom, sempre digo isso! Ainda bem que temos pessoas corajosas que valem à pena todo o esforço. A libertação se faz no caminho e nas crises de cura e não na chegada.

Talvez este artigo te ajude a entender por que insiste em procurar os mesmos tipos sempre. Por aquela pessoa maravilhosa não conseguimos manter como amiga, amante... e acabamos destruindo (ela poderia nos curar). Por que insistimos em nos manter presos à expectativa de criancinhas carentes e vítimas de pais que não nos deu o suficiente ou não se deram, e levamos uma carga que não nos pertence e um projeto falido. Sim, podemos mudar agora! Antes de fazermos do outro e de nós mesmos palanque de uma causa perdida.