(Jordan Campos)
Não, não me olhe assim com estes olhos de adeus,
Não chegamos ao fim (nem ao menos começamos).
Somos bem parecidos e iguais com fantasias de carnavais diferentes.
Eu estou em você e você está em mim.
Deixe-me dizer logo: esta poesia sem poema não é dirigida especificamente
Nem tão pouco sua ou daquele, é nossa e fala de todos e de mim
Num consciente coletivo além das nossas ‘matrix’ simuladas
Não, não se condene com estes pensamentos, calma.
Não, não vá beber água gelada, lavar o rosto ou rezar um rosário.
Você acha que se contar os seus planos vou de repente me assustar?
Prefere ficar em silêncio?
Calma criatura!
Somos instáveis, loucos, delirantes, fugidos e achados neste intenso caminho em busca do amar.
Aprendizes do amor, errantes lindos por tentar simplesmente ser feliz.
É hora de soltar as amarras de teus velhos pelourinhos.
Erramos tentando acertar e acertamos sem saber
E assim muitas vezes desconstruímos tudo.
Ficamos na estrada com nossas calças rasgadas esperando a nova carona que irá nos libertar
E quando ela chega bolamos uma bela desculpa para não continuar.
Talvez acabemos velhos, feios e sós, de tanto procurar e fingir não achar.
O que sempre esteve aqui ao nosso lado
Seja na cama, no vizinho, na profana ação ou no mais indescritível e santo pecado.
Talvez aqui na mão de quem digita este texto.
Ontem precisávamos dizer logo de uma vez...
Mas ontem faz tanto tempo que nos vem a saudade do que passou e não fizemos.
Ah, vamos esperar o domingo chegar, o mundo mudar e a sorte chegar?
Se tua hora chegar daqui a pouco ficarei feliz, pois acreditei e acredito em você.
Você sabe como me encontrar.
Pois estas são nossas palavras, nossas palavras são apenas estes textos
Estes textos, nossas orações,
Estas orações nos mantêm assim,
Entre o fraco e forte,
Entre o certo e o errado,
Entre eu e você.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
A MULHER QUE NÃO TINHA PAI (diálogos do absurdo).
(Por Jordan Campos)
Aquela mulher entrou na sala com um olhar cabisbaixo e imensamente melancólica. Ao ser perguntada como poderia a ajudar, narrou que sua vida era marcada por infortúnios, por mazelas, que era uma “pobre diaba” - que decerto haveria de ter pregado os pés do cristo na cruz. Ela exalava o próprio caos.
Perguntei desde quando aquilo tudo existia em sua vida.
Contou-me que seu problema era simples. Disse que tudo se resumia no simples fato de não ter pai. Que isso era terrível e não podia conviver com aquilo mais. Que por não ter pai não teve base, referência, que rejeitou homens, amores, profissões e que para piorar toda a desgraça do mundo a acometia.
O peso de suas palavras me doeu tanto a cabeça que levantei para tomar água e sutilmente sentei numa poltrona mais distante e continuei a escutá-la para sair um pouco daquele campo denso.
Contou que sofreu abuso sexual aos 13 anos e que não teve um pai para defendê-la. Contou que logo depois foi atropelada e fraturou a bacia ficando seis meses sem andar e perdeu de ano. No primeiro dia de volta às aulas, depois de recomposta a fratura, contradizendo a teoria de raios que não caem em mesmo lugar, um ônibus invadiu o ponto em que estava e mais uma vez foi vítima de acidente, desta vez lesionou a mandíbula e quebrou as costelas. Passou mais dois meses na cama. Contou que concluiu o ensino médio aos 24 anos, por ter repetido o ano sete vezes, sempre por motivos trágicos, nunca intelectuais. Conta que passou em um concurso público e o mesmo foi cancelado. Que conseguiu depois de muitas negativas um bom emprego em uma companhia aérea e que no dia do seu primeiro salário sofreu um sequestro relâmpago, e mais um estupro. Que arrumou um namorado e um dia antes de casar, descobriu que a despedida de solteiro dele foi em uma boate gay, e que ele era homossexual e que não admitiria isso. Cancelou a cerimônia no dia. Esperava um filho e não sabia. O filho nasceu com uma disfunção e hoje é uma criança especial...
- Chega, chega!!! – falei à mulher.
- Mas eu ainda não terminei – retrucou.
- Não precisa terminar. Já entendi o suficiente.
- Então, concorda que eu sou um estorvo? Uma placenta criada e não a criança?
- Suas crenças são fortes, senhora.
- Tudo culpa de eu não ter um pai, sabia?
(silêncio)
- Senhora, me permite uma sinceridade?
- Sim, diga logo, fale tudo – pedia ela.
- A senhora é a primeira pessoa no mundo que conheço que não tem pai.
A mulher ficou pálida com a afirmação e me olhou desconcertante.
- Como assim? ... – murmurou ela.
- Sim, está tudo então explicado, entendi tudo. A senhora é marcada pelo absurdo, pois é a única pessoa no mundo que não tem pai. Eu conheço pessoas que não tiveram o pai ou a mãe que queriam, mas mesmo assim são filhas de uma mãe e pai. Mas a senhora, me permita... Diz isso como se literalmente fosse uma filha sem pai. E isso é impossível, absurdo, louco. Então como esperaria que fosse a sua vida com este postulado, com esta crença? Quantas vezes deve ter repetido que não tinha pai e que isso era a culpa de tudo?
Ela me fitava os olhos com lágrimas.
- Senhora, - continuei - sua vida toda foi marcada por coisas tão surreais como o fato de uma pessoa não ter pai. E tenho uma coisa para te falar que talvez te choque muito.
- Nossa! – Disse ela – Depois disso tudo eu aceito qualquer coisa – afirmou pedindo, a mulher.
- Preciso te dizer que você tem um pai.
Ela me olhava com espanto e as lágrimas corriam de sua face.
- Repita o que vou te dizer – pedi a ela – Diga: eu tenho um pai. Experimente isso.
- Ela entendendo a ‘simplicidade complexa’ daquilo tudo, repetiu a frase.
(...)
A partir daquele dia os absurdos na vida da mulher acabaram. Ela retomou a vida, encontrou um belo noivo, pensa em se casar e assumiu uma vaga de gerente em uma empresa de vinhos.
Simplesmente foi mostrado a ela o poder de nossas crenças e a simplicidade de apenas mudar o foco, a palavra ou mesmo argumento repetido e mentiroso que muitas vezes carregamos por anos. A palavra tem poder, a repetição daquela mentira tinha se tornado uma verdade e feito da sua vida um absurdo.
Essa foi a história da mulher que não tinha pai. E que hoje tem, mesmo ausente e não da forma que quis, um pai. E é preciso honrar a verdade. E ela nos honrará de volta lavando as nossas almas.
.
Aquela mulher entrou na sala com um olhar cabisbaixo e imensamente melancólica. Ao ser perguntada como poderia a ajudar, narrou que sua vida era marcada por infortúnios, por mazelas, que era uma “pobre diaba” - que decerto haveria de ter pregado os pés do cristo na cruz. Ela exalava o próprio caos.
Perguntei desde quando aquilo tudo existia em sua vida.
Contou-me que seu problema era simples. Disse que tudo se resumia no simples fato de não ter pai. Que isso era terrível e não podia conviver com aquilo mais. Que por não ter pai não teve base, referência, que rejeitou homens, amores, profissões e que para piorar toda a desgraça do mundo a acometia.
O peso de suas palavras me doeu tanto a cabeça que levantei para tomar água e sutilmente sentei numa poltrona mais distante e continuei a escutá-la para sair um pouco daquele campo denso.
Contou que sofreu abuso sexual aos 13 anos e que não teve um pai para defendê-la. Contou que logo depois foi atropelada e fraturou a bacia ficando seis meses sem andar e perdeu de ano. No primeiro dia de volta às aulas, depois de recomposta a fratura, contradizendo a teoria de raios que não caem em mesmo lugar, um ônibus invadiu o ponto em que estava e mais uma vez foi vítima de acidente, desta vez lesionou a mandíbula e quebrou as costelas. Passou mais dois meses na cama. Contou que concluiu o ensino médio aos 24 anos, por ter repetido o ano sete vezes, sempre por motivos trágicos, nunca intelectuais. Conta que passou em um concurso público e o mesmo foi cancelado. Que conseguiu depois de muitas negativas um bom emprego em uma companhia aérea e que no dia do seu primeiro salário sofreu um sequestro relâmpago, e mais um estupro. Que arrumou um namorado e um dia antes de casar, descobriu que a despedida de solteiro dele foi em uma boate gay, e que ele era homossexual e que não admitiria isso. Cancelou a cerimônia no dia. Esperava um filho e não sabia. O filho nasceu com uma disfunção e hoje é uma criança especial...
- Chega, chega!!! – falei à mulher.
- Mas eu ainda não terminei – retrucou.
- Não precisa terminar. Já entendi o suficiente.
- Então, concorda que eu sou um estorvo? Uma placenta criada e não a criança?
- Suas crenças são fortes, senhora.
- Tudo culpa de eu não ter um pai, sabia?
(silêncio)
- Senhora, me permite uma sinceridade?
- Sim, diga logo, fale tudo – pedia ela.
- A senhora é a primeira pessoa no mundo que conheço que não tem pai.
A mulher ficou pálida com a afirmação e me olhou desconcertante.
- Como assim? ... – murmurou ela.
- Sim, está tudo então explicado, entendi tudo. A senhora é marcada pelo absurdo, pois é a única pessoa no mundo que não tem pai. Eu conheço pessoas que não tiveram o pai ou a mãe que queriam, mas mesmo assim são filhas de uma mãe e pai. Mas a senhora, me permita... Diz isso como se literalmente fosse uma filha sem pai. E isso é impossível, absurdo, louco. Então como esperaria que fosse a sua vida com este postulado, com esta crença? Quantas vezes deve ter repetido que não tinha pai e que isso era a culpa de tudo?
Ela me fitava os olhos com lágrimas.
- Senhora, - continuei - sua vida toda foi marcada por coisas tão surreais como o fato de uma pessoa não ter pai. E tenho uma coisa para te falar que talvez te choque muito.
- Nossa! – Disse ela – Depois disso tudo eu aceito qualquer coisa – afirmou pedindo, a mulher.
- Preciso te dizer que você tem um pai.
Ela me olhava com espanto e as lágrimas corriam de sua face.
- Repita o que vou te dizer – pedi a ela – Diga: eu tenho um pai. Experimente isso.
- Ela entendendo a ‘simplicidade complexa’ daquilo tudo, repetiu a frase.
(...)
A partir daquele dia os absurdos na vida da mulher acabaram. Ela retomou a vida, encontrou um belo noivo, pensa em se casar e assumiu uma vaga de gerente em uma empresa de vinhos.
Simplesmente foi mostrado a ela o poder de nossas crenças e a simplicidade de apenas mudar o foco, a palavra ou mesmo argumento repetido e mentiroso que muitas vezes carregamos por anos. A palavra tem poder, a repetição daquela mentira tinha se tornado uma verdade e feito da sua vida um absurdo.
Essa foi a história da mulher que não tinha pai. E que hoje tem, mesmo ausente e não da forma que quis, um pai. E é preciso honrar a verdade. E ela nos honrará de volta lavando as nossas almas.
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domingo, 30 de maio de 2010
Quando Você Nunca Estava Lá!
Por Jordan Campos
Mais uma vez você está aí neste teclado tentando captar a emoção
Já foi diferente e você sente isso exatamente agora.
Pega o celular e passa a agenda de contatos bem rápido
Mas de tantos... Não consegue apertar o “chamar”.
De certa forma aconteceu quando você nunca estava lá.
Você era tudo que se precisava ter.
Hoje está com o corpo deitado nesta “cama” estranha
Sentindo a mente ser consumida por estes insanos sonhos.
Quem mente primeiro diz a verdade por aí, não é?
Estratégia de sobrevivência voraz e tola.
Mas, era tudo que sabia, quando você nunca estava lá!
“Lá” é aquela floresta de bonsais onde você era tão grande.
Não distinguia bonsais de bonsais, só via o todo.
Oh, coração lenhador de bonsais.
Um dia você prometeu abrir de vez estes olhos molhados
E molhar e molhar mais ainda num desespero frenético,
Que antecede toda a Cura real (apenas para os corajosos).
Como destes dedos que sangram em seu frágil teclado.
E nada que te contarem vai mudar sua opinião, apenas quem sabe uma canção.
Tua certeza é sua “inlucidez”.
Eu daqui escuto a sua alma sussurrando:
“Minta para mim, mas não me deixe sozinho aqui sem mim.”
E se amanhã não nascer talvez você se encaixe de vez
Perfeitamente nesta noite.
Mantendo a fé de mil São Tomés
Lavando e beijando os pés dos "traidores"
Num regorjeio paranóide.
Egoísta. Sim, talvez agora você precise aprender a ser um pouco egoísta.
Pois só assim você não vai chorar de novo por nunca ter estado lá.
Mais uma vez você está aí neste teclado tentando captar a emoção
Já foi diferente e você sente isso exatamente agora.
Pega o celular e passa a agenda de contatos bem rápido
Mas de tantos... Não consegue apertar o “chamar”.
De certa forma aconteceu quando você nunca estava lá.
Você era tudo que se precisava ter.
Hoje está com o corpo deitado nesta “cama” estranha
Sentindo a mente ser consumida por estes insanos sonhos.
Quem mente primeiro diz a verdade por aí, não é?
Estratégia de sobrevivência voraz e tola.
Mas, era tudo que sabia, quando você nunca estava lá!
“Lá” é aquela floresta de bonsais onde você era tão grande.
Não distinguia bonsais de bonsais, só via o todo.
Oh, coração lenhador de bonsais.
Um dia você prometeu abrir de vez estes olhos molhados
E molhar e molhar mais ainda num desespero frenético,
Que antecede toda a Cura real (apenas para os corajosos).
Como destes dedos que sangram em seu frágil teclado.
E nada que te contarem vai mudar sua opinião, apenas quem sabe uma canção.
Tua certeza é sua “inlucidez”.
Eu daqui escuto a sua alma sussurrando:
“Minta para mim, mas não me deixe sozinho aqui sem mim.”
E se amanhã não nascer talvez você se encaixe de vez
Perfeitamente nesta noite.
Mantendo a fé de mil São Tomés
Lavando e beijando os pés dos "traidores"
Num regorjeio paranóide.
Egoísta. Sim, talvez agora você precise aprender a ser um pouco egoísta.
Pois só assim você não vai chorar de novo por nunca ter estado lá.
sábado, 29 de maio de 2010
Agenda Segundo Semestre !!!
Estamos divulgando abaixo os eventos confirmados em que estaremos participando neste segundo semestre - seja como palestrante, facilitador ou conferencista.
Para a explicação detalhada dos mesmos (local / horário / inscrição) basta entra no site www.jordancampos.com.br ir ao menu agenda ou CLICAR AQUI.
Junho
07.06 Palestra do Agasalho – Tema: Reprogramação Mental – BA
Reprogramar crenças, conceitos, traumas... Será possível? Como fazer então?
12.06 Palestra Dia dos Namorados no CEPE – Salvador – BA
Um tema bastante sugestivo: Afinidade!!!
17.06 Palestra – Nos Bastidores dos Transtornos Ansiosos – BA
Nesta palestra teremos a participação especial do Escritor e Pesquisador Francisco de Carvalho e ao final teremos noite de autógrafos.
19.06 VI Workshop de Iniciação em Reprogramação Mental (PNL Transpessoal) – BA
O Workshop de maior sucesso. Fundamental para se iniciar nas técnicas e no incrível mundo da PNL Transpessoal: A verdadeira Bula da Mente.
Julho
13.07 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
1ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
24.07 Palestra: A Doença como Caminho – Biopsicossomática – Salvador – BA
O que está por detrás dos sintomas? Carregariam eles um chamado ou código? Precisamos ficar doentes? Afinal... O que é doença? Você precisa saber disso.
27.07 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
2ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
31.07 Workshop PNL Transpessoal Nível 2 – BA
Mais um enorme passo rumo a prática total em PNL – Apenas para iniciados.
Agosto
10.08 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
3ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
13.08 Atendimento Iridologia e Terapia em São Paulo – SP
Atendimento em iridologia e terapia transpessoal na capital paulista
13.08 Palestra: Não discuta a Relação (e seja feliz) em São Paulo – SP
São Paulo recebe a palestra que é sucesso em Salvador.
14.08 Entrevista com o Pânico na Bienal Internacional do Livro – SP
Este dia marca o lançamento internacional do livro.
16.08 Mini Curso – Influências Energéticas Humanas – São Paulo – SP
Uma verdadeira matéria na defesa pessoal psíquica. Estamos hoje sendo vítimas passivas de energias densas que desestabilizam e intoxicam corpo, mente e espírito. Processos, reconhecimento e estratégias são necessidades básicas do terceiro milênio.
21.08 Workshop PNL Transpessoal – Nível 3 / Avançado – BA
O esperado desfecho da trilogia PNL Transpessoal – os alunos receberão o título de Practioner.
24.08 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
4ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
28.08 Palestra e tarde de Autógrafos – Ansiedade e Pânico na Ótica Espírita – BA
Um foco dirigido sobre o transtorno do pânico X espiritualidade. Verdades e Mitos.
31.08 Palestra: Obsessão! Como Combater? – BA
Estamos hoje sendo vítimas passivas de energias densas que desestabilizam e intoxicam corpo, mente e espírito. Processos, reconhecimento e estratégias para superar este mal.
Setembro
14.09 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
5ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
24.09 1º Encontro Regional dos Terapeutas Holísticos – Salvador – BA
Abordaremos o tema: Rapport Profundo e Personificação de Sintoma – PNL Transpessoal
28.09 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! - BA
Última Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
Outubro
12.10 II Congresso Nacional de Iridologia e Naturopatia – PR
Abordaremos o tema: Evolução no tratamento do Transtorno do Pânico com a Iridologia.
Novembro
15.11 II Congresso Nacional de Terapia Regressiva – SP
Abordaremos o tema: Técnica de Personificação do Sintoma Através da Terapia Regressiva
Nota: A agenda poderá sofrer alterações com inclusão de novas datas: Fique atento ao site!
Repasse a agenda para seus contatos!!!
Para a explicação detalhada dos mesmos (local / horário / inscrição) basta entra no site www.jordancampos.com.br ir ao menu agenda ou CLICAR AQUI.
Junho
07.06 Palestra do Agasalho – Tema: Reprogramação Mental – BA
Reprogramar crenças, conceitos, traumas... Será possível? Como fazer então?
12.06 Palestra Dia dos Namorados no CEPE – Salvador – BA
Um tema bastante sugestivo: Afinidade!!!
17.06 Palestra – Nos Bastidores dos Transtornos Ansiosos – BA
Nesta palestra teremos a participação especial do Escritor e Pesquisador Francisco de Carvalho e ao final teremos noite de autógrafos.
19.06 VI Workshop de Iniciação em Reprogramação Mental (PNL Transpessoal) – BA
O Workshop de maior sucesso. Fundamental para se iniciar nas técnicas e no incrível mundo da PNL Transpessoal: A verdadeira Bula da Mente.
Julho
13.07 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
1ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
24.07 Palestra: A Doença como Caminho – Biopsicossomática – Salvador – BA
O que está por detrás dos sintomas? Carregariam eles um chamado ou código? Precisamos ficar doentes? Afinal... O que é doença? Você precisa saber disso.
27.07 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
2ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
31.07 Workshop PNL Transpessoal Nível 2 – BA
Mais um enorme passo rumo a prática total em PNL – Apenas para iniciados.
Agosto
10.08 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
3ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
13.08 Atendimento Iridologia e Terapia em São Paulo – SP
Atendimento em iridologia e terapia transpessoal na capital paulista
13.08 Palestra: Não discuta a Relação (e seja feliz) em São Paulo – SP
São Paulo recebe a palestra que é sucesso em Salvador.
14.08 Entrevista com o Pânico na Bienal Internacional do Livro – SP
Este dia marca o lançamento internacional do livro.
16.08 Mini Curso – Influências Energéticas Humanas – São Paulo – SP
Uma verdadeira matéria na defesa pessoal psíquica. Estamos hoje sendo vítimas passivas de energias densas que desestabilizam e intoxicam corpo, mente e espírito. Processos, reconhecimento e estratégias são necessidades básicas do terceiro milênio.
21.08 Workshop PNL Transpessoal – Nível 3 / Avançado – BA
O esperado desfecho da trilogia PNL Transpessoal – os alunos receberão o título de Practioner.
24.08 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
4ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
28.08 Palestra e tarde de Autógrafos – Ansiedade e Pânico na Ótica Espírita – BA
Um foco dirigido sobre o transtorno do pânico X espiritualidade. Verdades e Mitos.
31.08 Palestra: Obsessão! Como Combater? – BA
Estamos hoje sendo vítimas passivas de energias densas que desestabilizam e intoxicam corpo, mente e espírito. Processos, reconhecimento e estratégias para superar este mal.
Setembro
14.09 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! – BA
5ª Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
24.09 1º Encontro Regional dos Terapeutas Holísticos – Salvador – BA
Abordaremos o tema: Rapport Profundo e Personificação de Sintoma – PNL Transpessoal
28.09 Temporada: Não Discuta a Relação (e seja feliz)!!! - BA
Última Palestra-Espetáculo das apenas seis apresentações neste ano em Salvador.
Outubro
12.10 II Congresso Nacional de Iridologia e Naturopatia – PR
Abordaremos o tema: Evolução no tratamento do Transtorno do Pânico com a Iridologia.
Novembro
15.11 II Congresso Nacional de Terapia Regressiva – SP
Abordaremos o tema: Técnica de Personificação do Sintoma Através da Terapia Regressiva
Nota: A agenda poderá sofrer alterações com inclusão de novas datas: Fique atento ao site!
Repasse a agenda para seus contatos!!!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Vacina contra gripe pode dar falso positivo para AIDS (ok, vou comentar).
Por Jordan Campos
Ai meu Deus!
Sim, evoco o nome de Deus, pois vamos falar de Governo e segundo a nossa constituição brasileira não acreditar em Deus é anticonstitucional... Você não sabia? Você já leu a constituição? Lá no fim tem a seguinte frase: “...E então, em nome de Deus promulgamos esta Constituição...” Então nos apeguemos que a coisa tá feia.
Há uns dias atrás o ministro Temporão disse para fazermos amor, isso foi decreto? E logo depois a ANVISA publica que quem se vacinou contra o H1N1 pode apresentar o falso resultado podendo ocorrer até 112 dias depois de a pessoa ter tomado a vacina. Pode ler a matéria CLICANDO AQUI.
Vamos por partes, o Ministro pede para liberarmos geral e fazermos amor e depois uma bomba dessas de falso positivo. No primeiro caso (o ministro mandar fazer amor) ficam as dúvidas do tipo: Os Planos de Saúde irão cobrir esse tipo de tratamento? Posso abater gastos com motel, bordel e sex shop do meu imposto de renda? Posso justificar faltas no trabalho com recibo de motel alegando que estava me tratando? Será preciso receita médica para comprar filme pornô? Monogamia não coloca a saúde em risco? Masturbação é automedicação? Suruba é saúde coletiva? Travesti é medicamento genérico? Boneca inflável é placebo? Os hospitais públicos e postos de saúde serão obrigados a contratar profissionais do sexo? O que meu dentista quis dizer, quanto recomendou manter em dia minha saúde oral...?
No segundo caso (notícia do falso HIV) eu fico imaginando se eles entendem a dimensão psicologia desta notícia. Já imaginou todo mundo agora correndo para fazer o teste de HIV? Ai dá positivo! Infeliz do coitado que fez... Vai passar uns seis meses com a cabeça aonde pensando se aquilo é certo ou errado? E a família dele, e os conflitos internos com isso? Isso é grave!!! Provoca mudanças bruscas na rotina de qualquer um, o povo já vive em stress e com mais essa... Ok, O Indívduo pode fazer outro exame mais profundo e ver se o resultado é certo ou errado. Pergunta: O Governo vai pagar este exame? E sinceramente, você acha que se ele fizer outro exame e der positivo ele vai engolir, ou vai colocar a culpa na vacina? Coloquemos-nos no lugar desta pessoa, que pode ser todos nós que tomamos a vacina (eu ainda não tomei e nem vou tomar por que achei que tem um microchip “vote na Dilma” dentro dela). Isso é piada. O governo deveria agora dar auxílio psicológico e testes gratuitos para a questão. Não é com um simples: “não precisa de pânico” que se resolve isso. É muito mais grave. Eu sou terapeuta e já estou recebendo demanda aqui no consultório de gente que desistiu de viver, trabalhar, cuidar dos filhos por que dizem que o mundo vai acabar em 2012. Imagina com um exame na mão dizendo HIV Positivo.
Isso vai gerar processo, se o povo for inteligente tira uma boa grana do que pagamos e nunca recebemos.
Oh, Deus, só você mesmo!!!
Ai meu Deus!
Sim, evoco o nome de Deus, pois vamos falar de Governo e segundo a nossa constituição brasileira não acreditar em Deus é anticonstitucional... Você não sabia? Você já leu a constituição? Lá no fim tem a seguinte frase: “...E então, em nome de Deus promulgamos esta Constituição...” Então nos apeguemos que a coisa tá feia.
Há uns dias atrás o ministro Temporão disse para fazermos amor, isso foi decreto? E logo depois a ANVISA publica que quem se vacinou contra o H1N1 pode apresentar o falso resultado podendo ocorrer até 112 dias depois de a pessoa ter tomado a vacina. Pode ler a matéria CLICANDO AQUI.
Vamos por partes, o Ministro pede para liberarmos geral e fazermos amor e depois uma bomba dessas de falso positivo. No primeiro caso (o ministro mandar fazer amor) ficam as dúvidas do tipo: Os Planos de Saúde irão cobrir esse tipo de tratamento? Posso abater gastos com motel, bordel e sex shop do meu imposto de renda? Posso justificar faltas no trabalho com recibo de motel alegando que estava me tratando? Será preciso receita médica para comprar filme pornô? Monogamia não coloca a saúde em risco? Masturbação é automedicação? Suruba é saúde coletiva? Travesti é medicamento genérico? Boneca inflável é placebo? Os hospitais públicos e postos de saúde serão obrigados a contratar profissionais do sexo? O que meu dentista quis dizer, quanto recomendou manter em dia minha saúde oral...?
No segundo caso (notícia do falso HIV) eu fico imaginando se eles entendem a dimensão psicologia desta notícia. Já imaginou todo mundo agora correndo para fazer o teste de HIV? Ai dá positivo! Infeliz do coitado que fez... Vai passar uns seis meses com a cabeça aonde pensando se aquilo é certo ou errado? E a família dele, e os conflitos internos com isso? Isso é grave!!! Provoca mudanças bruscas na rotina de qualquer um, o povo já vive em stress e com mais essa... Ok, O Indívduo pode fazer outro exame mais profundo e ver se o resultado é certo ou errado. Pergunta: O Governo vai pagar este exame? E sinceramente, você acha que se ele fizer outro exame e der positivo ele vai engolir, ou vai colocar a culpa na vacina? Coloquemos-nos no lugar desta pessoa, que pode ser todos nós que tomamos a vacina (eu ainda não tomei e nem vou tomar por que achei que tem um microchip “vote na Dilma” dentro dela). Isso é piada. O governo deveria agora dar auxílio psicológico e testes gratuitos para a questão. Não é com um simples: “não precisa de pânico” que se resolve isso. É muito mais grave. Eu sou terapeuta e já estou recebendo demanda aqui no consultório de gente que desistiu de viver, trabalhar, cuidar dos filhos por que dizem que o mundo vai acabar em 2012. Imagina com um exame na mão dizendo HIV Positivo.
Isso vai gerar processo, se o povo for inteligente tira uma boa grana do que pagamos e nunca recebemos.
Oh, Deus, só você mesmo!!!
domingo, 23 de maio de 2010
Resultado e Resenha do Concurso: VOCÊ TEM PÂNICO DE QUÊ?
Olá queridos Paniquentos!!!
Bem, eu e a Natália (Menina da Bahia) chegamos depois de muita briga boa a dois ganhadores do concurso. Muita gente esqueceu de que tinha que completar a frase como estava e substituiu pânico por medo. Mais atenção da próxima vez, detalhes são importantes!!!
Adoramos as frases!!!
Mas antes de anunciar os vencedores gostaríamos de agradecer a todos aqui presentes e convidar cada qual a estar sempre por aqui. Acessem o site www.jordancampos.com.br e vejam na agenda que está repleta de novidades a chance de estarmos sempre juntos, literalmente!
Vou comentar algumas das postagens mais legais :
A Raíssa Galvão disse ter pânico de lacraias no Box de seu banheiro e sugerimos para o caso uma empresa especializada em dedetização;
A Edvalda Brito tem pânico de dirigir, bem, isso pode ser bom amiga, talvez uma defesa inconsciente com uma finalidade positiva, pense nisso. Por detrás de todo o comportamento existe uma finalidade protetora;
A Nil disse que temmedo (era pânico Nil) que a família morra (que macabro...) e acabou deixando claro que tem algo a ser resolvido com a afetiva paterna. Olhe por esse lado querida Nil. E saiba que não ficamos sozinhos nunca;
A Carolina filosofou e se reportou para o futuro com um pânico antecipatório, lembre que o presente é o que acontece enquanto fazemos planos para este tal futuro que não existe;
A Elizabete disse ter pânico de nunca acordar e continuar num sonho longo demais, mas ao mesmo tempo não quer acordar e ter mais um dia de trabalho... uhmmm... paradoxo, hein?Se nem lá nem cá está bom, para onde quer ir a Sra.?
A Pris tem pânico de perder a visão e não poder ler mais livros. Bem, relaxe que temos áudio book, ok?
A Lenni Santana disse ter pânico de ratos depois que tacaram um morto nela... Precisa ir ao workshop de PNL em 19 de Junho e resolver esta fobia pontual;
A Anna disse ter pânico de perder o seu livre arbítrio e perceber que já não controla mais sua vida. Essa foi bem interessante e me fez refletir sobre esta extensão do livre-arbítrio, pois se é nosso mesmo não perderíamos, ou sim, ou não... ops...
O Edson disse que tem pânico de sentir medo e que isso possa mudar os rumos da sua vida. – Um pensamento bem enquadrado dentro da síndrome do pânico. Calma Edson...
A Priscilla disse ter pânico do que possa vir antes da morte. Da dor, das perdas, do desespero, do adeus! É completamente apavorante para ela. – Priscilla, vou te contar uma coisa que talvez não entenda agora: é muito mais apavorante e assustador vir para nascer do que ir para o que chamamos de morte.
A fiel Rai disse ter pânico da falta de respeito ao outro, da ausência de ética nas relações, dos aproveitadores e dos amigos apenas de festas. – Desabafou hein Rai!!! Mandou bem!
A Nieninquë disse ter pânico de perder as pessoas que ama, pois elas são o laço que a mesma tem com o mundo, legitimam sua existência e validam o que ela é, e finalizou admitindo que sem elas se sente como um corpo sem alma! – Isso é Solidão Ni, sim, solidão profunda, quando precisamos de algo externo para tapar buracos internos. A felicidade e a completude são suas, estão no seu espelho. Vai lá dar uma olhada.
A Marília Maciel disse ter pânico de estacionar, principalmente se for preciso fazer baliza! Recomendo um exame da íris para checar o sensório locomotor, rsrs. E eu conheço mulheres que dirigem bem, sim... tem a.... a.... a.... bem esquece.
A Chelly Bianchini disse que seu maiormedo (era pânico, Chelly) é ficar sozinha, não ter ninguém em quem se apoiar, com quem falar ou pra quem olhar!! Disse que se fosse a única pessoa que restasse enlouqueceria e morreria de medo! – Temos aqui o segundo caso de solidão profunda postado. Olha lá na agenda do meu site e veja que neste sábado próximo teremos palestra com este exato tema!! Se estiver em Salvador não perca.
A Cassia disse ter pânico de ficar sem um bom livro... Eita menina aplicada.
O Tom Marcelino disse ficar em pânico ao pensar em morrer sozinho, isso significa na ótica dele que na verdade tem medo de uma vida desacompanhada. – Solidão profunda parte 3. Mandou depois outra frase mostrando seu orgulho do passado e pânico do futuro incerto, mas que vive o presente feliz tentando ampliá-lo no tempo. Tom... viva o presente, viva mesmo!!!
A Cinema e Cia. Disse ter pânico de solidão e aranhas... Essa danada tá em alta hein?
O Gildácio disse que tem pânico do ser humano, e que eles não me parecem confiáveis. São pessoas estranhas. – Pois é amigo, alguma coisa aconteceu não foi? Cuidado com o isolamento... Ele não gera felicidade. Sensação de Alien...
O Walter Costa disse ter pânico de viver sentindo tanto pânico a ponto de perder sua razão e assim chegar a esquecer quem é... Foi fundo esse.
A Thais disse ter pânico de voltar a ter crises da síndrome do pânico, conta que sofreu muito pois não descobriam o diagnóstico por dois anos, e que há quase dez anos luta, toma medicações, e só de pensar em parar a voltarem as crises, ela quase que vivencia tudo novamente... poxa Thais, assim não pode Thais, a Menina da Bahia se tocou com sua explicitação...
A Lu disse ter PÂNICO quando sonha que desaprendeu a ler... e quando sonho que todos os LIVROS do mundo foram queimados... acho que uma regressão a levaria à Reforma do catolicismo, rsrsrs.
A Llitis disse ter Pânico da ambição, do quanto as pessoas são capazes de não ter ética pelo exagero do querer e pisar em cima de outros apenas para alguma conquista. – isso assusta não é? Se estamos realmente evoluindo moralmente.
A Raquel, que gracinha... Tem pânico de joaninha... Conselho: fuja de Joaninhas.
O Gustavo Biscaia pegou forte e quase chega lá... “socorro!!!” Se contasse o pânico ganhava... rsrsrs...
Sendo assim, os ganhadores do Concurso são:
Thaís Turesso e Walter Costa. (Os que mais precisam do livro agora, decididamente!!!)
Os ganhadores devem enviar e-mail com endereço para contato@jordancampos.com.br
Obrigado a todos, vocês foram ótimos!!!
Fiquemos juntos!!!
Jordan Campos
Bem, eu e a Natália (Menina da Bahia) chegamos depois de muita briga boa a dois ganhadores do concurso. Muita gente esqueceu de que tinha que completar a frase como estava e substituiu pânico por medo. Mais atenção da próxima vez, detalhes são importantes!!!
Adoramos as frases!!!
Mas antes de anunciar os vencedores gostaríamos de agradecer a todos aqui presentes e convidar cada qual a estar sempre por aqui. Acessem o site www.jordancampos.com.br e vejam na agenda que está repleta de novidades a chance de estarmos sempre juntos, literalmente!
Vou comentar algumas das postagens mais legais :
A Raíssa Galvão disse ter pânico de lacraias no Box de seu banheiro e sugerimos para o caso uma empresa especializada em dedetização;
A Edvalda Brito tem pânico de dirigir, bem, isso pode ser bom amiga, talvez uma defesa inconsciente com uma finalidade positiva, pense nisso. Por detrás de todo o comportamento existe uma finalidade protetora;
A Nil disse que tem
A Carolina filosofou e se reportou para o futuro com um pânico antecipatório, lembre que o presente é o que acontece enquanto fazemos planos para este tal futuro que não existe;
A Elizabete disse ter pânico de nunca acordar e continuar num sonho longo demais, mas ao mesmo tempo não quer acordar e ter mais um dia de trabalho... uhmmm... paradoxo, hein?Se nem lá nem cá está bom, para onde quer ir a Sra.?
A Pris tem pânico de perder a visão e não poder ler mais livros. Bem, relaxe que temos áudio book, ok?
A Lenni Santana disse ter pânico de ratos depois que tacaram um morto nela... Precisa ir ao workshop de PNL em 19 de Junho e resolver esta fobia pontual;
A Anna disse ter pânico de perder o seu livre arbítrio e perceber que já não controla mais sua vida. Essa foi bem interessante e me fez refletir sobre esta extensão do livre-arbítrio, pois se é nosso mesmo não perderíamos, ou sim, ou não... ops...
O Edson disse que tem pânico de sentir medo e que isso possa mudar os rumos da sua vida. – Um pensamento bem enquadrado dentro da síndrome do pânico. Calma Edson...
A Priscilla disse ter pânico do que possa vir antes da morte. Da dor, das perdas, do desespero, do adeus! É completamente apavorante para ela. – Priscilla, vou te contar uma coisa que talvez não entenda agora: é muito mais apavorante e assustador vir para nascer do que ir para o que chamamos de morte.
A fiel Rai disse ter pânico da falta de respeito ao outro, da ausência de ética nas relações, dos aproveitadores e dos amigos apenas de festas. – Desabafou hein Rai!!! Mandou bem!
A Nieninquë disse ter pânico de perder as pessoas que ama, pois elas são o laço que a mesma tem com o mundo, legitimam sua existência e validam o que ela é, e finalizou admitindo que sem elas se sente como um corpo sem alma! – Isso é Solidão Ni, sim, solidão profunda, quando precisamos de algo externo para tapar buracos internos. A felicidade e a completude são suas, estão no seu espelho. Vai lá dar uma olhada.
A Marília Maciel disse ter pânico de estacionar, principalmente se for preciso fazer baliza! Recomendo um exame da íris para checar o sensório locomotor, rsrs. E eu conheço mulheres que dirigem bem, sim... tem a.... a.... a.... bem esquece.
A Chelly Bianchini disse que seu maior
A Cassia disse ter pânico de ficar sem um bom livro... Eita menina aplicada.
O Tom Marcelino disse ficar em pânico ao pensar em morrer sozinho, isso significa na ótica dele que na verdade tem medo de uma vida desacompanhada. – Solidão profunda parte 3. Mandou depois outra frase mostrando seu orgulho do passado e pânico do futuro incerto, mas que vive o presente feliz tentando ampliá-lo no tempo. Tom... viva o presente, viva mesmo!!!
A Cinema e Cia. Disse ter pânico de solidão e aranhas... Essa danada tá em alta hein?
O Gildácio disse que tem pânico do ser humano, e que eles não me parecem confiáveis. São pessoas estranhas. – Pois é amigo, alguma coisa aconteceu não foi? Cuidado com o isolamento... Ele não gera felicidade. Sensação de Alien...
O Walter Costa disse ter pânico de viver sentindo tanto pânico a ponto de perder sua razão e assim chegar a esquecer quem é... Foi fundo esse.
A Thais disse ter pânico de voltar a ter crises da síndrome do pânico, conta que sofreu muito pois não descobriam o diagnóstico por dois anos, e que há quase dez anos luta, toma medicações, e só de pensar em parar a voltarem as crises, ela quase que vivencia tudo novamente... poxa Thais, assim não pode Thais, a Menina da Bahia se tocou com sua explicitação...
A Lu disse ter PÂNICO quando sonha que desaprendeu a ler... e quando sonho que todos os LIVROS do mundo foram queimados... acho que uma regressão a levaria à Reforma do catolicismo, rsrsrs.
A Llitis disse ter Pânico da ambição, do quanto as pessoas são capazes de não ter ética pelo exagero do querer e pisar em cima de outros apenas para alguma conquista. – isso assusta não é? Se estamos realmente evoluindo moralmente.
A Raquel, que gracinha... Tem pânico de joaninha... Conselho: fuja de Joaninhas.
O Gustavo Biscaia pegou forte e quase chega lá... “socorro!!!” Se contasse o pânico ganhava... rsrsrs...
Sendo assim, os ganhadores do Concurso são:
Thaís Turesso e Walter Costa. (Os que mais precisam do livro agora, decididamente!!!)
Os ganhadores devem enviar e-mail com endereço para contato@jordancampos.com.br
Obrigado a todos, vocês foram ótimos!!!
Fiquemos juntos!!!
Jordan Campos
sábado, 22 de maio de 2010
Para Você (a coisa certa)
Por Jordan Campos
Onde está a coisa certa quando você se sente tão culpada?
Procurando nas linhas apagadas de suas próprias histórias caladas
Em um lugar que até a você assusta.
Onde você estava, sentada na beira da calçada com as mãos na cabeça chorando.
A rua está cheia, mas você não vê ninguém, ou não se importam.
Você queria por logo um fim nisso tudo não é?
Cortar o mal pela raiz.
Mas e se essa raiz for você?
Você não tinha pensado nisso não foi?
Repetiu a conduta por não ter referência outra
E carregou uma vida que agora, não lhe pertence mais.
Entendo...
Talvez por te amarem mais do que mereça ou suporta
Acaba sendo fria como aquela pedra que tropeçou, inerte às vezes.
E com tanta história... Nossa!!!
E quando seu verniz acabar nos temporais que causa com tantas lágrimas?
Com que roupa se vestirá?
Onde está a coisa certa no meio dos nós?
Não digo nós (eu e você) e sim nós (amarras de cordas mesmo).
Que te perdoem por você ter deixado que te amassem assim.
Que te perdoem mesmo da boca pra fora
Está na ora é de te por pra fora!
Ou pelo menos o que achava que era você.
Mesmo agora se sentindo culpada pela “maçã” do tudo.
Eu queria poder compreender o que há então:
Rasgue minhas roupas, diga as piores palavras
Condene-me para sempre, me machuque com o pior dos punhais
Mas não fique em silêncio: vai doer muito mais.
Você de estar chocada ao ler isso, não é?
Deve estar se sentindo invadida.
Chegando até a pensar: “Como ele teve coragem”!
Mas leia de novo acima... Eu nem disse seu nome.
Ah... A carapuça serviu.
Mas é para o seu bem, você estava precisando de um choque.
A coisa certa parece ser um ponto de vista isolado em você.
Uma emoção profana velada por um sentimento divino
Não há nexo em falar mais nada, tentar explicar, agora.
O que você nem sabe se há.
O que você já nem sabe o por quê.
O que .sinceramente você não sabe quanto tempo pode durar!
Então, abra a janela.
Ligue o som.
Mande a chuva vir...
E depois...
Procure-me de cara e alma lavada e conte o que fez.
Eu vou rir também.
Numa insolação de Amor.
Onde está a coisa certa quando você se sente tão culpada?
Procurando nas linhas apagadas de suas próprias histórias caladas
Em um lugar que até a você assusta.
Onde você estava, sentada na beira da calçada com as mãos na cabeça chorando.
A rua está cheia, mas você não vê ninguém, ou não se importam.
Você queria por logo um fim nisso tudo não é?
Cortar o mal pela raiz.
Mas e se essa raiz for você?
Você não tinha pensado nisso não foi?
Repetiu a conduta por não ter referência outra
E carregou uma vida que agora, não lhe pertence mais.
Entendo...
Talvez por te amarem mais do que mereça ou suporta
Acaba sendo fria como aquela pedra que tropeçou, inerte às vezes.
E com tanta história... Nossa!!!
E quando seu verniz acabar nos temporais que causa com tantas lágrimas?
Com que roupa se vestirá?
Onde está a coisa certa no meio dos nós?
Não digo nós (eu e você) e sim nós (amarras de cordas mesmo).
Que te perdoem por você ter deixado que te amassem assim.
Que te perdoem mesmo da boca pra fora
Está na ora é de te por pra fora!
Ou pelo menos o que achava que era você.
Mesmo agora se sentindo culpada pela “maçã” do tudo.
Eu queria poder compreender o que há então:
Rasgue minhas roupas, diga as piores palavras
Condene-me para sempre, me machuque com o pior dos punhais
Mas não fique em silêncio: vai doer muito mais.
Você de estar chocada ao ler isso, não é?
Deve estar se sentindo invadida.
Chegando até a pensar: “Como ele teve coragem”!
Mas leia de novo acima... Eu nem disse seu nome.
Ah... A carapuça serviu.
Mas é para o seu bem, você estava precisando de um choque.
A coisa certa parece ser um ponto de vista isolado em você.
Uma emoção profana velada por um sentimento divino
Não há nexo em falar mais nada, tentar explicar, agora.
O que você nem sabe se há.
O que você já nem sabe o por quê.
O que .sinceramente você não sabe quanto tempo pode durar!
Então, abra a janela.
Ligue o som.
Mande a chuva vir...
E depois...
Procure-me de cara e alma lavada e conte o que fez.
Eu vou rir também.
Numa insolação de Amor.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Paradoxos
Por Jordan Campos
Todo segredo gera um sintoma.
Todo inocente carrega a dor de um culpado.
Toda a mínima parte carrega o todo.
Toda a crença em um pólo atraí o outro.
Os segredos que guardamos de nós e dos outros são vorazes.
Podemos enterrar, mas nunca matar.
É fácil localizar no outro as nossas fragilidades
Difícil é se dar conta real deste ritmo e mudar de verdade.
Não, não é fácil, mas possível.
A sensação de culpa é tola.
Ser inocente ou culpado nada resolve.
Talvez aquele velho caminho do meio.
Mas qual a equação, como solucionar este problema atrativo e instintivo?
Então, culpados e inocentes carregam pesos.
Muitas vezes “o sangue só corre nas veias por pura falta de opção”.
Vejo nos olhos toda a biografia humana num holograma imenso
Vejo a vida do átomo se transmutar conforme nossas crenças
Vejo nós apertados, invisíveis, que não nos pertencem.
Status pessoal, social, relacional?
Ouvi dizer que Status é comprar uma coisa que você não quer,
Com um dinheiro que muitas vezes você não tem,
Para mostrar pra gente que você não gosta,
Uma pessoa que você não é.
Espíritos que se rotulam evoluídos atraem espíritos inferiores.
Fidelidade declarada gera travesseiro furado do parceiro.
Ser um santo é infernal.
Estar certo precede o erro.
Do que sei a dor é menor do que supõem.
Do que sei erramos sem querer e isso vira ritmo que pulsa.
Uma grande equação que mede o peso e a densidade de um distante buraco negro.
Se Deus viesse agora e contasse tudo, não suportaríamos.
Fiquemos com a ignorância que nos mantêm.
Silêncio.
Todo segredo gera um sintoma.
Todo inocente carrega a dor de um culpado.
Toda a mínima parte carrega o todo.
Toda a crença em um pólo atraí o outro.
Os segredos que guardamos de nós e dos outros são vorazes.
Podemos enterrar, mas nunca matar.
É fácil localizar no outro as nossas fragilidades
Difícil é se dar conta real deste ritmo e mudar de verdade.
Não, não é fácil, mas possível.
A sensação de culpa é tola.
Ser inocente ou culpado nada resolve.
Talvez aquele velho caminho do meio.
Mas qual a equação, como solucionar este problema atrativo e instintivo?
Então, culpados e inocentes carregam pesos.
Muitas vezes “o sangue só corre nas veias por pura falta de opção”.
Vejo nos olhos toda a biografia humana num holograma imenso
Vejo a vida do átomo se transmutar conforme nossas crenças
Vejo nós apertados, invisíveis, que não nos pertencem.
Status pessoal, social, relacional?
Ouvi dizer que Status é comprar uma coisa que você não quer,
Com um dinheiro que muitas vezes você não tem,
Para mostrar pra gente que você não gosta,
Uma pessoa que você não é.
Espíritos que se rotulam evoluídos atraem espíritos inferiores.
Fidelidade declarada gera travesseiro furado do parceiro.
Ser um santo é infernal.
Estar certo precede o erro.
Do que sei a dor é menor do que supõem.
Do que sei erramos sem querer e isso vira ritmo que pulsa.
Uma grande equação que mede o peso e a densidade de um distante buraco negro.
Se Deus viesse agora e contasse tudo, não suportaríamos.
Fiquemos com a ignorância que nos mantêm.
Silêncio.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Sim, Existe o Transtorno do Stress Pré-Traumático
Por Jordan Campos
Sim, situações somáticas no físico e no emocional podem ocorrer antes mesmo do evento traumático acontecer de fato em nossas vidas. Processos alérgicos, tumores, dores, depressão, pânico, disfunções gerais. Evidências múltiplas associadas a teorias sobre o espaço-tempo, reencarnação e influências energéticas podem dar uma reviravolta em uma teoria da psiquiatria, psicologia e psicossomática que hoje á a quarta queixa nos consultórios: o stress pós-traumático. Na nossa visão de tempo seria complexo o que vou dizer nas próximas linhas, mas abra a mente e bem vindo ao futuro, ainda no presente. Não estou falando aqui do medo de ter medo, antecipatório, como pré-trauma, e sim de algo muito mais profundo e complexo.
Isaac Newton já dizia que: “o tempo é uma ilusão produzida pelos nossos estados de consciência à medida em que caminhamos através da duração eterna.” Einstein afirmou que o tempo só existe se existir o espaço, onde ocorre a sucessão das coisas. Tomando o tempo então, como a duração da consciência, e na hipótese deste ser eterno: passado, presente e futuro estão aqui e agora, juntos, e somos fruto desta realidade.
Muito se fala no meio terapêutico dos problemas ocasionados na mente humana após uma situação de stress limítrofe. Hoje estamos sujeitos passivos a eventos violentos e inesperados que põe fim à aparente calma de nossos mundos internos. O “Transtorno do Stress Pós-traumático” compreende um conjunto de sintomas físicos e emocionais ligados à ansiedade e que ocorre após um evento psicologicamente estressante (eventos traumáticos). Os eventos traumáticos que desencadeiam o Transtorno podem ocorrer em qualquer momento da vida de uma pessoa. Acredita-se que pelo menos 60% dos homens e 50% das mulheres experimentam pelo menos um evento traumático durante a vida. Agressão (física ou sexual), assalto, seqüestro, ataque terrorista, tortura, encarceramento, acidentes automobilísticos, diagnóstico de doença que ameace a vida, combate militar, são exemplos de eventos traumáticos que podem levar ao "TSPT". Eventos que ocorreram com outras pessoas e dos quais se têm conhecimento, também podem levar ao surgimento do Transtorno.
Mas o que me faz escrever este artigo vem da observação e prática clínica e sugere também, outro foco de investigação, totalmente isento de caráter religioso ou dogmático. Sugiro abrir a mente e pensar.
Aquela senhora chegou ao meu consultório para uma entrevista se queixando de depressão profunda. Narrou que sempre foi pró-ativa, mas que de uma hora para outra algo a imobilizava. Não conseguia levantar da cama pela manhã e sentia fortes na perna direita. Foi investigada a sua circulação, o nervo ciático... E tudo estava em ordem. Aquela dor a deprimia também. Não havia causas aparentes para a queixa física e mental juntas. Marcamos de nos encontrar em quinze dias para iniciar um tratamento já que a mesma estava de viagem internacional. Oito dias depois recebo sua ligação de que não viajou e sofreu um acidente de carro que a fez fraturar a perna direita e que a deixaria imóvel por no mínimo 60 dias em uma cama.
Outra paciente chegou com um quadro de psoríase grave e com bastante comprometimento da pele. Queria, através do entendimento inconsciente, tentar reverter o quadro, já que os medicamentos não provocavam melhora considerável e provocavam efeitos adversos. Descobriu cerca de dois meses depois uma traição do marido que já durava dois anos, inclusive com manutenção de uma família paralela. O conflito dela foi de nojo e de se sentir suja com o fato. O conflito biopsicossomático seria o de lesão na pele, por conseqüência lógica da carga emocional. Mas a somatização aconteceu antes!!!
Entre tantos outros casos, acho importante o voltar dos profissionais de saúde para o aprofundamento do que chamo aqui de stress pré-traumático. De posse da prática, sugiro duas hipóteses básicas de investigação a seguir:
1ª Hipótese: Já é sabido cientificamente que os cristais de apatita encontrados na glândula pineal podem identificar percepção extra-sensorial, como antenas de conexão com o mundo externo. Ou seja, no segundo caso citado cabe esta hipótese e sugere que a senhora já havia manifestado o nojo inconsciente por ‘saber’ em seu íntimo exatamente a história, por simples captação energética através de sua pineal. (esta hipótese iria justificar comportamentos estranhos, violentos e explosões do nada em relacionamentos onde o parceiro tem comportamento extraconjugal). Simplesmente a pessoa no seu inconsciente já sabe e reage.
2ª Hipótese: Eventos ocorridos em situações multidimensionais do tempo, como no caso de vidas passadas.
A “síndrome do aniversário”, que supõe que um forte trauma ocorrido em uma provável existência passada é evocado nesta vida quando se está perto de completar a idade que se tinha outrora. Exemplo: uma tortura acontecida aos trinta anos em “outra vida” pode nos fazer, aos vinte e nove “desta vida”, sentir este efeito que ecoa como um ritmo. No primeiro caso a paciente foi submetida à terapia de regressão, sem ser induzida desta teoria, e se visualizou, emocionou e ressentiu toda a dor de um homem em que a mesma se sentiu sendo ele, vítima de uma gangrena na mesma perna, quando preso estava, acorrentado pela perna. A revivência deste fato a ajudou na superação da depressão e no pós-operatório. A questão de vidas passadas é delicada e nunca cabe a mim, como terapeuta fazer esta afirmação. Este reviver pode ser o inconsciente coletivo de Jung; o conflito familiar passado de Bert Hellinger; a “vida passada”, de Brian Weiss e Hans Tendam; ou o processo puramente imaginativo: o que importa é a consequência positiva do “reviver” terapêutico e desta hipótese que pode se enquadrar em vários autores e filosofias com total fluência.
O conflito intra-uterino e o reviver de cargas de antepassados considero pós-traumático.
Longe de me ousar a certezas ortodoxas, exponho aqui o fruto de observações, estudos, autores, congressos, clínica e experiências pessoais. Acredito assim contribuir um pouquinho que seja no entender transpessoal e total dos conflitos humanos.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Quem é você?
Por Jordan Campos
O que pensas que é?
Acaso não vê o caos que faz e se transforma?
Você não merece nem minha pena, já tentei te avisar de todas as formas.
Mas você e esta sua conexão medíocre com um satélite de merda.
Xadrez aos avessos.
Quantas pessoas você tem hoje em sua lista de espera?
Uma, duas, três?
Sete, criatura!!! Sete vítimas de seu jogo sujo com máscara sedutora.
Sete sem contar as indiretas...
Realmente eu deveria te denunciar, abrir um parágrafo na Lei, tão corrupta quanto você
e te meter na cadeia perpetuamente.
Não te desejo a morte, desejo que veja e sinta a colheita.
Mas sua mente é tão imune que ainda sonha que não faz nada de mais.
Minha nossa, como Deus permitiu sua existência!
Ainda tenho que conviver com você sob o mesmo teto.
E você ainda tem quem te proteja e te ame.
Mas sua insaciável conduta desfaz isso em simples tela conectada.
Não te mando para o inferno apenas por pena do chifrudo,
Ele sim é um caso digno de pena.
Não você.
Ele é um pobre coitado que acha que pode mais do que seu criador.
E você, acho que pensa ser o próprio.
Mas eu ainda insisto em achar que há algo a se entender
Um lugar onde você tome um porre e acorde
Embora eu esteja cansado.
A quem você ouve, como se chega ao seu cérebro?
Vou te eletrocutar, pode ir se preparando.
Terapia de choque, né?
Você não me deixa saída, sórdido Ser.
Hei, não corra não, ainda não terminei!
Volte aqui me encare mais um pouco
Depois da sua mania de não mais se pentear você me esqueceu
Nem mais olha em meus olhos
Está com medo?
Está com raiva?
Para que esta pedra na mão, vai atirar em mim?
Tudo bem... Lá embaixo tem outro espelho ainda inteiro no banheiro.
...fragmentos do insconsciente coletivo que nos faz iguais tentando ser diferentes...
O que pensas que é?
Acaso não vê o caos que faz e se transforma?
Você não merece nem minha pena, já tentei te avisar de todas as formas.
Mas você e esta sua conexão medíocre com um satélite de merda.
Xadrez aos avessos.
Quantas pessoas você tem hoje em sua lista de espera?
Uma, duas, três?
Sete, criatura!!! Sete vítimas de seu jogo sujo com máscara sedutora.
Sete sem contar as indiretas...
Realmente eu deveria te denunciar, abrir um parágrafo na Lei, tão corrupta quanto você
e te meter na cadeia perpetuamente.
Não te desejo a morte, desejo que veja e sinta a colheita.
Mas sua mente é tão imune que ainda sonha que não faz nada de mais.
Minha nossa, como Deus permitiu sua existência!
Ainda tenho que conviver com você sob o mesmo teto.
E você ainda tem quem te proteja e te ame.
Mas sua insaciável conduta desfaz isso em simples tela conectada.
Não te mando para o inferno apenas por pena do chifrudo,
Ele sim é um caso digno de pena.
Não você.
Ele é um pobre coitado que acha que pode mais do que seu criador.
E você, acho que pensa ser o próprio.
Mas eu ainda insisto em achar que há algo a se entender
Um lugar onde você tome um porre e acorde
Embora eu esteja cansado.
A quem você ouve, como se chega ao seu cérebro?
Vou te eletrocutar, pode ir se preparando.
Terapia de choque, né?
Você não me deixa saída, sórdido Ser.
Hei, não corra não, ainda não terminei!
Volte aqui me encare mais um pouco
Depois da sua mania de não mais se pentear você me esqueceu
Nem mais olha em meus olhos
Está com medo?
Está com raiva?
Para que esta pedra na mão, vai atirar em mim?
Tudo bem... Lá embaixo tem outro espelho ainda inteiro no banheiro.
...fragmentos do insconsciente coletivo que nos faz iguais tentando ser diferentes...
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Aos Que Precisam Simplesmente Partir...
Por Jordan Campos
Eu fui embora
E parece que desta vez a porta bateu.
Bateu tão forte que a chave por dentro, caiu.
Caiu como meu choro insistente
Que a chuva de ontem dissimulou
Quando o guarda-chuva quebrou.
Fui insistente, nas palavras convincentes...
Que esbarraram na parede de chumbo.
Na verdade estou sempre indo e voltando.
Já acostumei a ter, e ter que deixar.
Eu acordo de repente
E calo minha emoção às pressas
Para não acordar mais uma vítima.
O mapa de plutão molhou?
Todos os dias nos despedimos de algo sem saber...
Até mesmo deste passado que ficou nas reticências acima
E do futuro que será minha exclamação no final desta frase!
O presente então passa a praticamente não existir...
E ser tudo, o único.
Paradoxo.
Não, não mudei de assunto...
Eu fui embora mesmo
Embora do passado, viajante do futuro.
Presente anagramático.
A única certeza que temos quando começamos algo, é que isso também vai terminar um dia.
(...)
Eu fui embora
E parece que desta vez a porta bateu.
Bateu tão forte que a chave por dentro, caiu.
Caiu como meu choro insistente
Que a chuva de ontem dissimulou
Quando o guarda-chuva quebrou.
Fui insistente, nas palavras convincentes...
Que esbarraram na parede de chumbo.
Na verdade estou sempre indo e voltando.
Já acostumei a ter, e ter que deixar.
Eu acordo de repente
E calo minha emoção às pressas
Para não acordar mais uma vítima.
O mapa de plutão molhou?
Todos os dias nos despedimos de algo sem saber...
Até mesmo deste passado que ficou nas reticências acima
E do futuro que será minha exclamação no final desta frase!
O presente então passa a praticamente não existir...
E ser tudo, o único.
Paradoxo.
Não, não mudei de assunto...
Eu fui embora mesmo
Embora do passado, viajante do futuro.
Presente anagramático.
A única certeza que temos quando começamos algo, é que isso também vai terminar um dia.
(...)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Aconteceu: Edição BIS da palestra Não Discuta a Relação (e seja feliz)!
Por Laila Bensabath
Todas as fotos deste evento estão no www.jordancampos.com.br Sessão Fotos e Vídeos.
Todas as fotos deste evento estão no www.jordancampos.com.br Sessão Fotos e Vídeos.
A palestra de ontem começou bem, muito bem...com gostinho literal de BIS!
Foram muitas as pessoas interessadas em como não discutir a relação e ser feliz, muita gente mesmo. Só assim para descrever essa palestra!Aliás, esse é o tema mais preferido do blog! Ganhando disparado.
Desde a outra edição, que aconteceu em Abril, tivemos muitos pedidos para que essa palestra acontecesse novamente. Foi então, que surgiu a idéia de fazer esse BIS! (vamos agora fazê-la em temporada no teatro, aguardem!!!)
Abrimos as inscrições no dia 04 de maio pela manhã e, no dia 05 à tarde não tinha mais nenhuma vaga.
Foi feita então, uma lista de interessados, caso houvesse alguma desistência.
Nessa lista, muitos torceram para os inscritos desistirem e assim, poder comparecer a palestra. E só assim mesmo, viu? Foi bem complicado! A palestra novamente foi um sucesso!
Muitos casais compareceram, muitos solteiros e 'enrolados' também, mas todos com o intuito de aparar as arestas da vida e tentar solucionar os probleminhas amorosos do dia-a-dia!
Muito conteúdo, muita dinâmica também, sempre com a participação especial da platéia que nos ajuda muito. Demos boas risadas e aprendemos como "treinar" a nossa mente para lidarmos com as nossas relações.
Invertemos os papéis e fomos os próprios terapeutas. Analisamos, entendemos e nos arriscamos até a dar uma “solução” para o problema do outro que, por ventura, pode ser também o nosso!
É curioso isso, pois ao final das palestras, muitas pessoas vêm nos procurar e nos contar as diversas experiências que tiveram com os ensinamentos adquiridos durante este evento. É uma sensação muito gostosa de dever cumprido e, de saber que esclarecemos ou ajudamos alguém em determinado assunto. Temos relatos fantásticos de gente que saiu da palestra e pôde aplicar, logo de “cara” com o parceiro (a), os conhecimentos adquiridos.
Histórias engraçadas, trágiacs e românticas, por sinal!
Mais uma vez, com um clima bem divertido, homens e mulheres puderam entender um pouco do que se passa nesse universo tão rico e cheio de controvérsias que é o mundo dos seres humanos. Saber as diferenças de cada um, saber 'adestrar', saber se comunicar e se fazer entender, saber quais e que horas os dispositivos do nosso corpo devem ser acionados, saber enfrentar ou fugir...enfim saber viver.
Esse é o verdadeiro segredo para qualquer relação: viver!
E, mais do que nunca, para saber viver, utilizaremos nosso SAR como uma das principais armas para o SUCESSO! Este que, não deve ser apenas emocional, mas em TODOS os campos!
Um abraço em todos e obrigada por fazer mais uma estrela brilhar no céu!
Laila Bensabath
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Concurso: “Você tem Pânico de quê?”
Afinal: “Você tem Pânico de quê?”
Concorra agora a livros autografados: Entrevista com o Pânico.
Juntamente com o blog “Menina da Bahia” acabamos de lançar este concurso onde você pode revelar seus medos mais sombrios.
Basta completar a frase: “EU TENHO PÂNICO DE ...” e concorrer a livros autografados do autor Jordan Campos.
As 3 frases mais criativas ganharão os livros.
O processo é simples, basta estar presente como seguidor nos dois blogs e usar a criatividade.
O blog: Menina da Bahia
www.meninadabahia.com.br e o blog do Jordan Campos www.jordancampos.blogspot.com
Para quem já é seguidor do blog "Menina da Bahia", basta passar a seguir o blog "Jordan Campos", acessar o post do concurso (este aqui) e soltar a sua frase. Para quem é seguidor do blog Terapia da Alma do Jordan campos, basta seguir o blog Menina da Bahia, voltar ao blog e postar a sua frase. Para quem não segue nenhum dos dois é só passar a segui-los e fazer o que já explicamos acima.
Regras do concurso:
1. O concurso já está no ar e recebe frases até o dia 23 de Maio, às 23h59min.
2. O mesmo participante pode enviar quantas frases quiser.
3. Só estará participando quem for seguidor dos dois blogs.
4. Frases com teor preconceituoso, ofensivo ou pornográfico eliminarão o participante e não serão postadas.
5. As frases passam por moderação e todas, em no máximo duas horas de postadas, estarão no ar.
6. Os vencedores serão anunciados no dia 24 de Maio nos dois blogs.
7. A escolha será feita pelos proprietários dos dois blogs, em consenso.
8. Prevalece o bom senso.
Então vamos lá: comente este tópico com a sua frase e considere-se participando. Solte seus medos!!!
sábado, 8 de maio de 2010
Feliz dia das Mães!!!
Por Jordan Campos
Mãe, mulher e filhos...
Celebrar o dia das mães é contemplar a própria vida.
Todos nós viemos e estamos aqui e agora pelo simples e imenso fato de termos uma grande mãe.
Esta mãe pulsa em nosso ritmo de vida quer queiramos ou não.
É preciso honrar esta célula de vida que nos cabe e reverenciar com amor todo o significado de uma mãe. Ela pode estar presente ou ausente agora. Pode estar longe ou perto.
Vocês podem estar felizes ou brigados, ou quem sabe, nem se conheçam.
Isso lá no fundo não faz muita diferença, pois onde quer que Ela esteja, e não estou falando apenas da personalidade desta mulher, esta Mãe, sim, ela vibra em nós e estamos nela e ela em nós.
Somos uma parte viva desta constelação maior.
O dia das mães é o seu dia.
O dia de lembrar de sua vida, de seus passos e de tudo que fez ou fará.
Este é o dia da criação.
Abrace então sua Mãe onde quer que ela esteja.
Aceite, ame e entenda o poder que isso é.
Feliz dia das Mães e da Vida!!!
Mãe, mulher e filhos...
Celebrar o dia das mães é contemplar a própria vida.
Todos nós viemos e estamos aqui e agora pelo simples e imenso fato de termos uma grande mãe.
Esta mãe pulsa em nosso ritmo de vida quer queiramos ou não.
É preciso honrar esta célula de vida que nos cabe e reverenciar com amor todo o significado de uma mãe. Ela pode estar presente ou ausente agora. Pode estar longe ou perto.
Vocês podem estar felizes ou brigados, ou quem sabe, nem se conheçam.
Isso lá no fundo não faz muita diferença, pois onde quer que Ela esteja, e não estou falando apenas da personalidade desta mulher, esta Mãe, sim, ela vibra em nós e estamos nela e ela em nós.
Somos uma parte viva desta constelação maior.
O dia das mães é o seu dia.
O dia de lembrar de sua vida, de seus passos e de tudo que fez ou fará.
Este é o dia da criação.
Abrace então sua Mãe onde quer que ela esteja.
Aceite, ame e entenda o poder que isso é.
Feliz dia das Mães e da Vida!!!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Diálogo dos Eus
Por Jordan Campos
Eu1: - Estás triste?
Eu2: - Não. Apenas pensativo.
Eu1: - Paixões, saúde, dinheiro?
Eu2: - Não. Amor.
Eu1: - E existe isso?
Eu2: - Entenda: sou como uma versão de uma canção piegas, cheia de rimas fáceis, avassaladoramente linda.
Eu1: - Vives aonde, querido?
Eu2: - Em um velho vinil, trancafiado no porão de uma linda loja de CDs.
Eu1: - Sim, e o Amor está aí também? (risos)
Eu2: - Claro, está em mim em você e entre nós.
Eu1: - E triste assim, quase depressivo... com amor?
Eu2: - Já disse que não estou triste, e se fosse que mal tinha?
Eu1: - Este seu amor gerou uma tristeza, então isso é ruim...
Eu2: - A melancolia, meu caro, é um estado evolutivo. Chegará um dia que a ciência descobrirá que a "depressão" como chamam é uma necessidade evolutiva. E sim, evoluir é amor.
Eu1: - Uhmm... Você viaja né? Sai dessa rapaz, acorda para a vida, tenha uma meta!
Eu2: - Meta? O que você sabe de meta, sua agulha de vitrola empenada? – Quero ser feliz!
Eu1: - Feliz trancado aí? Não se pode ser feliz sem uma meta justamente alcançada.
Eu2: - Aqui? Sou uma canção, uma linda estrada: Eu nunca estou “aqui”.
- E outra: a felicidade aparece durante a viagem, durante o percurso... e não no destino da tua tal meta.
Eu1: (...)
Eu1: - Estás triste?
Eu2: - Não. Apenas pensativo.
Eu1: - Paixões, saúde, dinheiro?
Eu2: - Não. Amor.
Eu1: - E existe isso?
Eu2: - Entenda: sou como uma versão de uma canção piegas, cheia de rimas fáceis, avassaladoramente linda.
Eu1: - Vives aonde, querido?
Eu2: - Em um velho vinil, trancafiado no porão de uma linda loja de CDs.
Eu1: - Sim, e o Amor está aí também? (risos)
Eu2: - Claro, está em mim em você e entre nós.
Eu1: - E triste assim, quase depressivo... com amor?
Eu2: - Já disse que não estou triste, e se fosse que mal tinha?
Eu1: - Este seu amor gerou uma tristeza, então isso é ruim...
Eu2: - A melancolia, meu caro, é um estado evolutivo. Chegará um dia que a ciência descobrirá que a "depressão" como chamam é uma necessidade evolutiva. E sim, evoluir é amor.
Eu1: - Uhmm... Você viaja né? Sai dessa rapaz, acorda para a vida, tenha uma meta!
Eu2: - Meta? O que você sabe de meta, sua agulha de vitrola empenada? – Quero ser feliz!
Eu1: - Feliz trancado aí? Não se pode ser feliz sem uma meta justamente alcançada.
Eu2: - Aqui? Sou uma canção, uma linda estrada: Eu nunca estou “aqui”.
- E outra: a felicidade aparece durante a viagem, durante o percurso... e não no destino da tua tal meta.
Eu1: (...)
quinta-feira, 6 de maio de 2010
A Quarta Lua
Por Jordan Campos
Cada vez que eu fecho os olhos eu vejo você
Assombrando minha aparente calma e rindo pra mim.
Cada vez que eu abro os olhos a chuva me disfarça
Chorando molhado, fingindo ser tão forte.
Acreditando no que ainda não sei entender
Nas verdades que há nas mentiras que digo.
Uma causa perdida.
Uns muros de vento...
Um amor que não cabe mais só em mim.
Mas quando a Quarta Lua chegar
Eu quero poder estar aqui
Com meu rascunho de certezas tentando dar o que ninguém pôde dar.
Mostrar que no lado escuro da lua mora um Homem-Sol, que sou eu.
Toda vez que eu contar minhas raras verdades
Tente entender sem tentar interromper.
Toda vez que eu estiver a um passo, só um passo...
Tranque-me aí, ou deixe-me ir.
.
Cada vez que eu fecho os olhos eu vejo você
Assombrando minha aparente calma e rindo pra mim.
Cada vez que eu abro os olhos a chuva me disfarça
Chorando molhado, fingindo ser tão forte.
Acreditando no que ainda não sei entender
Nas verdades que há nas mentiras que digo.
Uma causa perdida.
Uns muros de vento...
Um amor que não cabe mais só em mim.
Mas quando a Quarta Lua chegar
Eu quero poder estar aqui
Com meu rascunho de certezas tentando dar o que ninguém pôde dar.
Mostrar que no lado escuro da lua mora um Homem-Sol, que sou eu.
Toda vez que eu contar minhas raras verdades
Tente entender sem tentar interromper.
Toda vez que eu estiver a um passo, só um passo...
Tranque-me aí, ou deixe-me ir.
.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Ok, vocês venceram!!!
Depois que coloquei a enquete para saber qual as próximas palestras que gostariam, faremos deste desejo uma ordem: podem acessar a agenda no http://www.jordancampos.com.br/ e conferir as próximas palestras!!!
Grandioso abraço a todos.
Grandioso abraço a todos.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Aqui do Alto.
Por Jordan Campos
Afinal, eu tenho que decidir mesmo algo agora?
Apenas passando mais uma página de minha vida...
Andando nestas conhecidas estranhas e selvagens ruas.
Vendo aqueles mesmos cantadores de canções sobre mudanças nas esquinas.
Meninos hábeis com seus fogos e tacos.
Um apressado buzina minha’lma logo atrás e dou uma leve risada.
Se tem gente querendo passar eu só quero ficar.
Que ele ligue o batmóvel portátil dele. Unf...
Ficar mais um pouco e esperar quem sabe o telefone tocar na hora do almoço como combinado.
Tudo que eu faço hoje é hoje, estou sem tempo pro amanhã.
A Maria José, coitada, quase perdeu os cabelos ontem...
Desculpa, sou só um homem normal.
Lembro de quando dançava em todos os cantos e ninguém entendia do que eu sorria.
Não, não quero apertar o tal do F5, hoje não, hoje na verdade eu não quero explicar.
O motivo, o sorriso, a questão... E por falar nela, já nem jeito tem.
No típico e antigo ‘ame, esqueça ou minta prá nós dois’ que eu cantava naqueles dias...
Ei... Tem uma rodovia nova logo ali. Diga adeus ao ontem e não olhe para trás.
Os dados ficaram viciados e aquela estranha sensação de ganhar sem poder.
Mas eu dirijo forte ainda.
E aquele homem de novo ali. Lá vem de novo me repetir a velha frase feita
E pedir que Deus me abençoe ao final: marketing da culpa aos falsos fiéis.
E agora me perdi no que ia falar mesmo ao escrever mais um post neste amável blog.
São 01:09 da manhã... O que pode acontecer agora?
Se você deslizasse seus dedos na agenda do celular quantos poderiam te atender realmente?
A foto logo acima à direita não é montagem. Lembrei de lembrar.
Queria um dia levar uma ‘galera’ lá em cima e ensinar como se perde o medo de altura simplesmente voando.
Não, não vou tirar um coelho da cartola lá no final do texto, ok?
A minha inocência pode me deixar culpado, afinal todo inocente carrega uma culpa imensa.
O céu está limpo, mas não vejo estrelas...
Por Nossa Senhora de Guadalupe!!!
Chega, vou ver Morpheus que me chama...
Desligando o notebook violeta.
Off line.
Afinal, eu tenho que decidir mesmo algo agora?
Apenas passando mais uma página de minha vida...
Andando nestas conhecidas estranhas e selvagens ruas.
Vendo aqueles mesmos cantadores de canções sobre mudanças nas esquinas.
Meninos hábeis com seus fogos e tacos.
Um apressado buzina minha’lma logo atrás e dou uma leve risada.
Se tem gente querendo passar eu só quero ficar.
Que ele ligue o batmóvel portátil dele. Unf...
Ficar mais um pouco e esperar quem sabe o telefone tocar na hora do almoço como combinado.
Tudo que eu faço hoje é hoje, estou sem tempo pro amanhã.
A Maria José, coitada, quase perdeu os cabelos ontem...
Desculpa, sou só um homem normal.
Lembro de quando dançava em todos os cantos e ninguém entendia do que eu sorria.
Não, não quero apertar o tal do F5, hoje não, hoje na verdade eu não quero explicar.
O motivo, o sorriso, a questão... E por falar nela, já nem jeito tem.
No típico e antigo ‘ame, esqueça ou minta prá nós dois’ que eu cantava naqueles dias...
Ei... Tem uma rodovia nova logo ali. Diga adeus ao ontem e não olhe para trás.
Os dados ficaram viciados e aquela estranha sensação de ganhar sem poder.
Mas eu dirijo forte ainda.
E aquele homem de novo ali. Lá vem de novo me repetir a velha frase feita
E pedir que Deus me abençoe ao final: marketing da culpa aos falsos fiéis.
E agora me perdi no que ia falar mesmo ao escrever mais um post neste amável blog.
São 01:09 da manhã... O que pode acontecer agora?
Se você deslizasse seus dedos na agenda do celular quantos poderiam te atender realmente?
A foto logo acima à direita não é montagem. Lembrei de lembrar.
Queria um dia levar uma ‘galera’ lá em cima e ensinar como se perde o medo de altura simplesmente voando.
Não, não vou tirar um coelho da cartola lá no final do texto, ok?
A minha inocência pode me deixar culpado, afinal todo inocente carrega uma culpa imensa.
O céu está limpo, mas não vejo estrelas...
Por Nossa Senhora de Guadalupe!!!
Chega, vou ver Morpheus que me chama...
Desligando o notebook violeta.
Off line.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Sobre o Outono
Por Jordan Campos
É engraçado como eu fico sempre esperando o Outono chegar
Doce outono de folhas que caem
Sua beleza escondida é tão fácil para mim.
Em cada folha que cai vejo a lição maior:
É preciso deixar cair o que há de velho por maior que seja.
O novo bate à porta sempre
Ficar totalmente nu uma vez ao ano para se cobrir de novas roupas de luz
Mas vejo homens, folhas mortas, andando depressa
Qualquer faísca que exista queima-se tudo tão rápido
E eles pensam que não há jeito, consolam-se com isso
E em blasfêmia volta-se o homem a Deus a perguntar:
Porquê, porquê???
"- Aceita o outono": sussurra o vento em resposta.
E lá vão os homens, folhas secas voltando da rotina sem sentido
Apenas sentindo, sentindo ... sentido?
Que os números exatos não fazem mais sentido para explicar
O que máquina alguma há de calcular.
E eu vou seguindo além de onde meus olhos podem ver
Só assim aceito viver: além de mim.
Esperando mais um Outono para poder sentir o sol suave secar minhas feridas.
E o frio sutil apaziguar aquele velho calor insano
E a brisa despentear meus cabelos e ficar assim.
E os loucos me chamarem de louco
E os sãos prepararem a mesa para o meu jantar.
É engraçado como eu sempre fico esperando o Verão acabar
Saudades do confessionário que logo virá.
Enfim, me aliviar de tantas folhas secas.
E deixar a água da doce chuva, mansamente me levar.
É engraçado como eu fico sempre esperando o Outono chegar
Doce outono de folhas que caem
Sua beleza escondida é tão fácil para mim.
Em cada folha que cai vejo a lição maior:
É preciso deixar cair o que há de velho por maior que seja.
O novo bate à porta sempre
Ficar totalmente nu uma vez ao ano para se cobrir de novas roupas de luz
Mas vejo homens, folhas mortas, andando depressa
Qualquer faísca que exista queima-se tudo tão rápido
E eles pensam que não há jeito, consolam-se com isso
E em blasfêmia volta-se o homem a Deus a perguntar:
Porquê, porquê???
"- Aceita o outono": sussurra o vento em resposta.
E lá vão os homens, folhas secas voltando da rotina sem sentido
Apenas sentindo, sentindo ... sentido?
Que os números exatos não fazem mais sentido para explicar
O que máquina alguma há de calcular.
E eu vou seguindo além de onde meus olhos podem ver
Só assim aceito viver: além de mim.
Esperando mais um Outono para poder sentir o sol suave secar minhas feridas.
E o frio sutil apaziguar aquele velho calor insano
E a brisa despentear meus cabelos e ficar assim.
E os loucos me chamarem de louco
E os sãos prepararem a mesa para o meu jantar.
É engraçado como eu sempre fico esperando o Verão acabar
Saudades do confessionário que logo virá.
Enfim, me aliviar de tantas folhas secas.
E deixar a água da doce chuva, mansamente me levar.
domingo, 25 de abril de 2010
Buscar, buscar, buscar...
Por Jordan Campos
Encerrou-se neste domingo frio e chuvoso em Florianópolis o seminário internacional sobre Iridologia Multidimensional – Biografia Humana, com o italiano Dr. Daniele Lo Rito, médico e iridólogo que dedicou grande parte de sua vida à pesquisa em iridologia.
Ousado e genial evolui a ciência da iridologia ao plano do tempo, espaço e espírito.
Traz conceitos como a epigenética (a introdução no DNA de conflitos vividos no pós parto e não só herdados), a biografia iridológica individual, dos casais e da humanidade. Uma linda obra onde encontramos no tempo, pela análise da íris, nossa constelação familiar, parceiros e aquilo que chamamos de ‘acaso’, com dados matemáticos e geométricos (sobretudo o Dr. Lo Rito é um cientista) precisos. Sinto-me cada vez mais apaixonado pela terapia que faço, introduzindo novas ferramentas no entendimento e cura profunda do sistema corpo-mente-espírito. Muito mais que certezas ortodoxas, a nossa terapia e iridologia são um grande diálogo.
O site do Dr. Lo Rito é o: www.thecosmiciris.com/it/daniele.php
sábado, 24 de abril de 2010
Seminário em Florianópolis - Novas Verdades
Por Jordan Campos
Estou aqui em Florianópolis neste fim de semana no Seminário de Iridologia e Biografia Humana com o médico italiano Dr. Danielle Lo Rito, também iridólogo e criador de um novo e revolucionário sistema multidimensional de análise da íris
A biografia humana se fundamenta em ciclos na vida da pessoa. Encontrar-se no tempo é o objetivo, vê-lo passar no lento vórtice dos ponteiros do relógio sem perguntar-se o que isto pode representar para nós não pode ser mais aceito. Quantas vezes em nossa existência terrena não nos percebemos do tempo que passa veloz, ou então ao contrário, utilizamos cada fonte de energia para procurar dete-lo, de parar seu curso. Inutilmente queremos vencê-lo, sem a consciência que nele vivemos e viajamos em direção a aquilo que nós mesmos escrevemos para nós. É ele o tempo que nos conduz ao longo do caminho, nos leva diante ao dilema da escolha, ao confronto com nós mesmos, com o que desejamos e queremos, e é muito difícil intuir o íntimo objetivo deste ‘tic-tac’. A sua essência se esconde atrás da aparência do minuto, da hora, do dia, do ano. O seu fluir nos permite esclarecer a teia da nossa vida, de desfrutar das suas dificuldades, de encontrar os nós e de desatar nossas amarras a fim de que nos permita mais liberdade. A nossa biografia voa ligeira sobre a procura do ser que a acolhe com sabedoria.
A zona da Biografia Familiar nos mostra um ritmo iniciado a tornar-se particular e individual no seio da raça humana; é um ritmo que pertence a um grupo de pessoas vistas no sentido verticalizado, de descendência. Começamos a tornar-nos diferentes e únicos. De posse destas novas observações iridológicas, se evidencia como é possível encontrar uma idéia particular da nossa vida onde encontramos um sinal na íris do filho ou filha do pai ou mãe, dos avós paternos ou maternos e de todos os familiares que vibram constelados em nós.
Outro ponto importante a ser discutido, entendido e treinado neste seminário é a Biografia do Casal. Quando um casal se escolhe como companheiros para a vida, que coisa fazem na realidade? Em um 1º olhar parece que têm decidido, com clareza e firmeza, quem é o ser que o acompanhará nas experiências familiares ao longo do curso da existência. Em meio a uma multidão de pessoas, cada um escolhe na verdade um ser de características únicas, adaptadas só para ele, que responde às suas exigências, nos confrontos do qual não têm dúvida. E isto está na íris.
Curiosos? Levarei novas tendências mundiais de volta a Salvador. Este seminário é dedicado a todos meus pacientes, colegas de profissão e à ciência transpessoal que avança sem parar.
Em breve fotos e resenhas daqui. Estou meio internado entre hotel e seminário. E chove muito aqui no Sul.
domingo, 18 de abril de 2010
Aconteceu: Lançamento do Livro Entrevista com o Pânico - Salvador
Por Laila Bensabath - Assessoria
Todas as fotos do Lançamento Soteropolitano podem ser acessadas pelo seu site na sessão “fotos e vídeos” ou clicando aqui.
O livro "Entrevista com o Pânico" de Jordan Campos foi lançado ontem, 17 de abril na Livraria Saraiva do Salvador Shopping. O coquetel de lançamento teve início às 19h, com a mini-palestra sobre o conteúdo do livro, que teve como ouvinte o seu público cativo e fiel, somado às dezenas de pessoas que atraídas pelo tema se fizeram presentes. Jordan Campos falou sobre a inspiração real que justificava toda a sua lide terapêutica atual e a escrita deste livro, que contém um leve sabor autobiográfico. Este é seu segundo livro, mas o primeiro a ser lançado nacionalmente. 'Alguém me disse' que um terceiro livro já está sendo escrito e vem com um conteúdo bombástico e muito esperado, sobre outro tema.
Durante o evento, houve muitos rumores positivos acerca da palestra "Não discuta a relação e seja feliz!", ministrada por ele na quarta-feira, 14 de abril, anterior ao evento. Por conta da chuva, muitos inscritos não puderam comparecer e pediam um "bis" da palestra! Aguardem novidades! No lançamento, falou-se muito sobre a questão da "Síndrome do Pânico", seus transtornos e tratamentos e, ainda sobre a entrevista polêmica dada por Jordan à rádio Educadora FM, onde ele citou a possibilidade de tratamento sem a utilização de medicamentos.
O salão de eventos da Livraria Saraiva ficou lotado! Muitas pessoas estavam ali para prestigiar o trabalho do escritor: conhecidos, amigos, pacientes, imprensa e curiosos. Eles se reuniram para "conhecer/saber" um pouco mais de que "pânico", tão falado, era esse. Muitos livros, muitos autógrafos e muitos brindes para comemorar mais um lançamento de sucesso!
A agenda do terapeuta escritor agora nos convida ao lançamento na Bienal Internacional do Livro de São Paulo no dia 14 de Agosto às 19hs no stand de sua editora. Com certeza o conteúdo deste livro será retratado também nos congressos que Jordan Campos já está confirmado como conferencista neste ano, apresentando temas de tirar o fôlego, com grandes nomes nacionais e internacionais:
II Congresso Nacional de Terapia Regressiva – Novembro / São Paulo – SP
Tema: Técnica de personificação de sintoma através da terapia regressiva.
II Congresso Nacional de Naturopatia e Iridologia - Outubro – Curitiba – PA
Tema: Evolução do tratamento da síndrome do pânico através da iridologia.
I Encontro Regional de Terapeutas Holísticos – Setembro - Salvador – BA
Tema: PNL transpessoal – Rapport profundo e personificação de sintoma.
O livro pode ser adquirido em qualquer loja Saraiva do País, até a Bienal, quando então, estará disponível em todas as livrarias do Brasil.
Acompanhe a agenda nacional e local pelo seu site – http://www.jordancampos.com.br/
Todas as fotos do Lançamento Soteropolitano podem ser acessadas pelo seu site na sessão “fotos e vídeos” ou clicando aqui.
Parabéns Jordan!
Ainda Hoje !!!
Atenção, por volta das 20hs de hoje estaremos postando aqui no blog e no site, resenha e fotos, respectivamente, do evento do lançamento do livro Entrevista com o Pânico, acontecido ontem na Livraria Saraiva.
Aguardem !!!!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Aconteceu: Entrevista na Educadora FM - Salvador BA
Por Laila Bensabath - Assessoria
Aconteceu, nesta sexta-feira (16/04), uma entrevista com o terapeuta e iridólogo Jordan Campos na Rádio Educadora FM 107,5, sobre o Lançamento do seu livro "Entevista com o Pânico" e, consequentemente do tema "Síndrome do Pânico".
A entrevista foi rápida, porém muito polêmica! Jordan falou acerca dos transtornos causados pela suposta 'doença', seus principais sintomas e formas de tratamentos. Sobre esse último, ele citou a polêmica questão do "usar ou não usar", em alguns casos, medicamentos controlados.
Ou seja, milhões de questionamento sobre esse assunto!!!
Ficou curioso? Então você não pode perder o Lançamento do Livro "Entrevista com o Pânico", que ocorrerá neste sábado (17/04), às 18h30, na Livraria Saraiva do Salvador Shoping. Todos convidados!
Aconteceu, nesta sexta-feira (16/04), uma entrevista com o terapeuta e iridólogo Jordan Campos na Rádio Educadora FM 107,5, sobre o Lançamento do seu livro "Entevista com o Pânico" e, consequentemente do tema "Síndrome do Pânico".
A entrevista foi rápida, porém muito polêmica! Jordan falou acerca dos transtornos causados pela suposta 'doença', seus principais sintomas e formas de tratamentos. Sobre esse último, ele citou a polêmica questão do "usar ou não usar", em alguns casos, medicamentos controlados.
Ou seja, milhões de questionamento sobre esse assunto!!!
Ficou curioso? Então você não pode perder o Lançamento do Livro "Entrevista com o Pânico", que ocorrerá neste sábado (17/04), às 18h30, na Livraria Saraiva do Salvador Shoping. Todos convidados!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
ACONTECEU: Palestra Não discuta a Relação!!!
Por Laila Bensabath - Assessoria

Numa noite de muita chuva e ventos em Salvador, a palestra: “Não discuta a relação e seja feliz!”, acontece com seguidores fiéis e que não têm medo de se molhar! Foi uma semana de muita correria e inscrições. O tema, super sugestivo, foi passando de um a um e, de repente, estávamos com cento e trinta inscritos, num teatro que cabia apenas cem pessoas. O que fazer? Lista de espera; desistências e substituições; tentativas na porta; pressões por uma vaga...! Pelo visto, todo mundo querendo saber como “não discutir a relação e ser feliz”, RS!
Em meio a tudo isso, fomos surpreendidos por uma chuva torrencial, que atingiu a capital baiana em cheio: deslizamentos, avenidas alagadas, vales inundados, mar revolto e... Como fazer com a palestra? Novamente fomos surpreendidos: vocês! Os guerreiros, à prova de água, de ventanias e relâmpagos, estavam lá, com seus alimentos nas mãos e, cheios de vontade por novos saberes. Parabéns pela coragem e obrigada pelo prestígio e crédito no trabalho desenvolvido! Mais uma vez, a palestra foi um sucesso e mostrou o quanto esse tema tem a ser discutido e reavaliado! Homens e mulheres assistiram, aprenderam e ensinaram, através das experiências individuais e coletivas de cada um, como lidar com os relacionamentos ao longo de nossas vidas.
Ciúme? Infidelidade? TPM? Possessividade? Comodidade? Descrédito? Tudo isso agora pode ficar para trás, né?! Ou pelo menos tentar, RS!
Iremos utilizar o SAR, os gestos, os toques, os olhares, as mãos, o sorriso, o corpo, para podermos aprimorar nossas relações! Sem esquecer que:
- Insegurança;
- Ausência e;
- Surpresa, são os temperos básicos para manter uma relação melhor ou mais feliz.
Se assustou com esses substantivos? Então você precisa assistir a nossa palestra! Se não, coloque já em prática!
Aos casados, namorados, amantes e solteiros, essa palestra funcionou, não só como “cuidar/rever” sua relação, mas fortalecendo ao cuidado com VOCÊ. Ao zelo e respeito pelo que você é! Pelo que vive AGORA! Não esquecendo que a sua felicidade, depende do que você é, faz e atrai para você. Por isso, acredite, faça, aconteça, realize, plante, colha, estude, aprenda, fale, ouça, lute e sobretudo...VIVA!
Ontem literalmente nós viajamos... mas de barco! RS
E, de novo, parabéns ao nosso palestrante Jordan Campos, por mais um ano de vida!
Até o lançamento do Livro: “Entrevista com o Pânico” e a próxima palestra, com a mesma garra!
Sds,
Laila Bensabath
Assessoria e Relações Públicas
Numa noite de muita chuva e ventos em Salvador, a palestra: “Não discuta a relação e seja feliz!”, acontece com seguidores fiéis e que não têm medo de se molhar! Foi uma semana de muita correria e inscrições. O tema, super sugestivo, foi passando de um a um e, de repente, estávamos com cento e trinta inscritos, num teatro que cabia apenas cem pessoas. O que fazer? Lista de espera; desistências e substituições; tentativas na porta; pressões por uma vaga...! Pelo visto, todo mundo querendo saber como “não discutir a relação e ser feliz”, RS!
Em meio a tudo isso, fomos surpreendidos por uma chuva torrencial, que atingiu a capital baiana em cheio: deslizamentos, avenidas alagadas, vales inundados, mar revolto e... Como fazer com a palestra? Novamente fomos surpreendidos: vocês! Os guerreiros, à prova de água, de ventanias e relâmpagos, estavam lá, com seus alimentos nas mãos e, cheios de vontade por novos saberes. Parabéns pela coragem e obrigada pelo prestígio e crédito no trabalho desenvolvido! Mais uma vez, a palestra foi um sucesso e mostrou o quanto esse tema tem a ser discutido e reavaliado! Homens e mulheres assistiram, aprenderam e ensinaram, através das experiências individuais e coletivas de cada um, como lidar com os relacionamentos ao longo de nossas vidas.
Ciúme? Infidelidade? TPM? Possessividade? Comodidade? Descrédito? Tudo isso agora pode ficar para trás, né?! Ou pelo menos tentar, RS!
Iremos utilizar o SAR, os gestos, os toques, os olhares, as mãos, o sorriso, o corpo, para podermos aprimorar nossas relações! Sem esquecer que:
- Insegurança;
- Ausência e;
- Surpresa, são os temperos básicos para manter uma relação melhor ou mais feliz.
Se assustou com esses substantivos? Então você precisa assistir a nossa palestra! Se não, coloque já em prática!
Aos casados, namorados, amantes e solteiros, essa palestra funcionou, não só como “cuidar/rever” sua relação, mas fortalecendo ao cuidado com VOCÊ. Ao zelo e respeito pelo que você é! Pelo que vive AGORA! Não esquecendo que a sua felicidade, depende do que você é, faz e atrai para você. Por isso, acredite, faça, aconteça, realize, plante, colha, estude, aprenda, fale, ouça, lute e sobretudo...VIVA!
Ontem literalmente nós viajamos... mas de barco! RS
E, de novo, parabéns ao nosso palestrante Jordan Campos, por mais um ano de vida!
Até o lançamento do Livro: “Entrevista com o Pânico” e a próxima palestra, com a mesma garra!
Sds,
Laila Bensabath
Assessoria e Relações Públicas
domingo, 11 de abril de 2010
Neste Sábado - dia 17 - Lançamento ENTREVISTA COM O PÂNICO - O Livro
Sobre o Evento de Lançamento da Obra:
Acontece no dia 17 de abril de 2010, a partir das 19h00, no Salvador Shopping – Livraria Saraiva Mega Store, o lançamento do livro “Entrevista Com o Pânico – Uma Viagem aos Bastidores dos Transtornos Ansiosos” do escritor de Jordan Campos. Entrevista com o Pânico traz à tona esclarecimentos e discussões importantíssimas sobre os transtornos ansiosos, sobretudo o ‘pânico’ que acomete cada vez maior número de pessoas, lota os consultórios psiquiátricos e é visto pela comunidade científica como uma síndrome sem cura, apenas controlável. O livro, em forma de romance, e com um alto teor autobiográfico visto ter sido escrito por um terapeuta que superou a própria crise na sua juventude, ousa mostrar um caminho real para a superação total deste transtorno. Um caminho aprendido e testado em inúmeros pacientes na sua rotina clínica, de palestras e conferências.
O livro é um projeto ousado e urgente – foi prefaciado pelo psicólogo e Dr. Idalino Almeida, presidente da ABTR (Associação Brasileira de Terapia Regressiva) que tem décadas de clínica e pesquisas relacionadas a abordagem do inconsciente humano. Um trecho do prefácio mostra a admiração do psicólogo pelo autor:
“… O Jordan tem se destacado como um ser humano ético e dedicado ao que faz, além de ser um pesquisador dedicado ao serviço ao próximo, em que, com sua experiência pessoal e profissional de clínica, servindo de laboratório de pesquisa, conseguiu elaborar uma técnica que sai do eixo da rotulação de consequência medicamentosa e se assenta nas questões da causa, resultando em solução, usando uma linguagem metafórica e terapêutica acessível a todos.”
“O conteúdo deste livro veio preencher uma lacuna, no que se refere às necessidades urgentes de uma terapia específica para a Síndrome do Pânico…”
O evento, que acontecerá na Saraiva Mega Store Salvador Shopping, ainda contará com palestra ministrada pelo autor seguida de noite de autógrafos. O autor vem se destacando por sua atuação clínica como Terapeuta Transpessoal e Iridólogo, bem como pelo projeto social Farmácia da Alma que presta atendimento terapêutico gratuito à população de baixa renda.
SERVIÇO
Data: 17 de abril de 2010, sábado
Horário: 19h00
Local: Saraiva Mega Store Salvador Shopping
Endereço: Salvador Shopping, Av. Tancredo Neves, 2915, Salvador – Bahia.
Dados da Obra:
Título: Entrevista com o Pânico – Uma Viagem aos Bastidores dos Transtornos Ansiosos
Autor: Jordan Campos
Editora: Scortecci Editora
Número de páginas: 104
ISBN: 978-85-366-1774-9
Número da edição: 1º edição (2010)
Formato: 14 x 21
Preço sugerido: R$ 25,00
SINOPSE:
A rotina de um terapeuta transpessoal é virada ao avesso quando em seu consultório uma pessoa se dizendo ser o próprio Pânico resolve pedir ajuda e se tratar. Ele chega em uma confusa crise de identidade e grave quadro depressivo, culpando a medicina e seus portadores de não o entenderem. Aceitando tratar o inusitado paciente, com suspeita de transtorno de personalidade e delírio, o terapeuta viaja aos surpreendentes bastidores da Síndrome do Pânico, ressignificando tudo que já se disse sobre o assunto, encontrando explicações e pontos de vista realmente novos e ainda não entendidos – chegando à conclusões surpreendentes desta patologia psíquica que não para de crescer no mundo moderno e já ocupa o segundo lugar como queixa nos consultórios médicos e terapêuticos. Em Entrevista com o Pânico, o autor e terapeuta Jordan Campos, que quando jovem conseguiu superar um doloroso quadro desta Síndrome em si mesmo, junta fragmentos autobiográficos e o conjunto de pesquisas em neurociência, biopsicossomática e psicologia a um universo holístico palpável a todos os públicos.
Uma abordagem profunda, emocionante, reveladora e bem humorada que conduz o leitor a um novo olhar libertador sobre este novo mal dos tempos modernos.
Quem seria esta pessoa? Seria o próprio Pânico? O que ele quer de nós? Existe realmente a cura total? O que ele está disposto a revelar?
Sobre O ESCRITOR
Jordan van der Zeijden Campos, baiano natural de Salvador, é Terapeuta Transpessoal e Iridólogo, Master em PNL (Programação Neuroliguistica), Músico, Escritor e Amante Incondicional de Gente. Membro reconhecido da ABTR (Associação Brasileira de Terapia Regressiva) e OTHB (Ordem dos Terapeutas Holísticos do Brasil). Foi desataque no I Congresso Nacional de Terapia Regressiva em 2009 e já é nome confirmado na segunda edição que acontecerá em novembro na capital paulista. Utiliza abordagem ao inconsciente, terapia regressiva e reprogramação mental em sua lide clínica. Palestrante, conferencista motivacional e transpessoal. Autor e Presidente do Projeto Farmácia da Alma – http://www.farmaciadaalma.com.br/ . Fundador do grupo P.A (Paniquentos Anônimos) que visa reintegrar familiar e socialmente vítimas do Transtorno do Pânico. De veia e prática espiritualista, integra conhecimentos transpessoais visando não deixar lacunas no conjunto corpo, mente e espírito.
AUTOR:
Jordan Campos
contato@jordancampos.com.br
ASSESSORIA:
Laila Bensabath
assessoria@jordancampos.com.br
Acontece no dia 17 de abril de 2010, a partir das 19h00, no Salvador Shopping – Livraria Saraiva Mega Store, o lançamento do livro “Entrevista Com o Pânico – Uma Viagem aos Bastidores dos Transtornos Ansiosos” do escritor de Jordan Campos. Entrevista com o Pânico traz à tona esclarecimentos e discussões importantíssimas sobre os transtornos ansiosos, sobretudo o ‘pânico’ que acomete cada vez maior número de pessoas, lota os consultórios psiquiátricos e é visto pela comunidade científica como uma síndrome sem cura, apenas controlável. O livro, em forma de romance, e com um alto teor autobiográfico visto ter sido escrito por um terapeuta que superou a própria crise na sua juventude, ousa mostrar um caminho real para a superação total deste transtorno. Um caminho aprendido e testado em inúmeros pacientes na sua rotina clínica, de palestras e conferências.
O livro é um projeto ousado e urgente – foi prefaciado pelo psicólogo e Dr. Idalino Almeida, presidente da ABTR (Associação Brasileira de Terapia Regressiva) que tem décadas de clínica e pesquisas relacionadas a abordagem do inconsciente humano. Um trecho do prefácio mostra a admiração do psicólogo pelo autor:
“… O Jordan tem se destacado como um ser humano ético e dedicado ao que faz, além de ser um pesquisador dedicado ao serviço ao próximo, em que, com sua experiência pessoal e profissional de clínica, servindo de laboratório de pesquisa, conseguiu elaborar uma técnica que sai do eixo da rotulação de consequência medicamentosa e se assenta nas questões da causa, resultando em solução, usando uma linguagem metafórica e terapêutica acessível a todos.”
“O conteúdo deste livro veio preencher uma lacuna, no que se refere às necessidades urgentes de uma terapia específica para a Síndrome do Pânico…”
O evento, que acontecerá na Saraiva Mega Store Salvador Shopping, ainda contará com palestra ministrada pelo autor seguida de noite de autógrafos. O autor vem se destacando por sua atuação clínica como Terapeuta Transpessoal e Iridólogo, bem como pelo projeto social Farmácia da Alma que presta atendimento terapêutico gratuito à população de baixa renda.
SERVIÇO
Data: 17 de abril de 2010, sábado
Horário: 19h00
Local: Saraiva Mega Store Salvador Shopping
Endereço: Salvador Shopping, Av. Tancredo Neves, 2915, Salvador – Bahia.
Dados da Obra:
Título: Entrevista com o Pânico – Uma Viagem aos Bastidores dos Transtornos Ansiosos
Autor: Jordan Campos
Editora: Scortecci Editora
Número de páginas: 104
ISBN: 978-85-366-1774-9
Número da edição: 1º edição (2010)
Formato: 14 x 21
Preço sugerido: R$ 25,00
SINOPSE:
A rotina de um terapeuta transpessoal é virada ao avesso quando em seu consultório uma pessoa se dizendo ser o próprio Pânico resolve pedir ajuda e se tratar. Ele chega em uma confusa crise de identidade e grave quadro depressivo, culpando a medicina e seus portadores de não o entenderem. Aceitando tratar o inusitado paciente, com suspeita de transtorno de personalidade e delírio, o terapeuta viaja aos surpreendentes bastidores da Síndrome do Pânico, ressignificando tudo que já se disse sobre o assunto, encontrando explicações e pontos de vista realmente novos e ainda não entendidos – chegando à conclusões surpreendentes desta patologia psíquica que não para de crescer no mundo moderno e já ocupa o segundo lugar como queixa nos consultórios médicos e terapêuticos. Em Entrevista com o Pânico, o autor e terapeuta Jordan Campos, que quando jovem conseguiu superar um doloroso quadro desta Síndrome em si mesmo, junta fragmentos autobiográficos e o conjunto de pesquisas em neurociência, biopsicossomática e psicologia a um universo holístico palpável a todos os públicos.
Uma abordagem profunda, emocionante, reveladora e bem humorada que conduz o leitor a um novo olhar libertador sobre este novo mal dos tempos modernos.
Quem seria esta pessoa? Seria o próprio Pânico? O que ele quer de nós? Existe realmente a cura total? O que ele está disposto a revelar?
Sobre O ESCRITOR
Jordan van der Zeijden Campos, baiano natural de Salvador, é Terapeuta Transpessoal e Iridólogo, Master em PNL (Programação Neuroliguistica), Músico, Escritor e Amante Incondicional de Gente. Membro reconhecido da ABTR (Associação Brasileira de Terapia Regressiva) e OTHB (Ordem dos Terapeutas Holísticos do Brasil). Foi desataque no I Congresso Nacional de Terapia Regressiva em 2009 e já é nome confirmado na segunda edição que acontecerá em novembro na capital paulista. Utiliza abordagem ao inconsciente, terapia regressiva e reprogramação mental em sua lide clínica. Palestrante, conferencista motivacional e transpessoal. Autor e Presidente do Projeto Farmácia da Alma – http://www.farmaciadaalma.com.br/ . Fundador do grupo P.A (Paniquentos Anônimos) que visa reintegrar familiar e socialmente vítimas do Transtorno do Pânico. De veia e prática espiritualista, integra conhecimentos transpessoais visando não deixar lacunas no conjunto corpo, mente e espírito.
AUTOR:
Jordan Campos
contato@jordancampos.com.br
ASSESSORIA:
Laila Bensabath
assessoria@jordancampos.com.br
sexta-feira, 9 de abril de 2010
A Gripe
Por Jordan Campos
Este é um relato real e forte.
Tire as crianças da sala.
Escrito em um momento confuso.
Sob efeito de um cocktail de drogas lícitas.
Quase perdendo os sentidos
Estou pensando, tentando relatar algo.
Do tudo que me vem agora.
Há algo explícito aqui, eu sinto.
Penso no passado e no futuro
Não sinto o presente: estou ausente.
Minhas pálpebras pesam
Minha cabeça se compacta e dói.
Respiro estranhamente.
Minha alma não consegue ser.
O leitor cerebral com defeito está, não a alma.
Com a mão no queixo me esforço
“Sobre o que mesmo eu ia falar?”
Este silêncio é ensurdecedor.
Aqui, assim, não tenho virtudes.
Sou impotente até para pegar água.
Se não existisse o “mas”, talvez eu tivesse explicação.
Eu sou o meio termo
Entre o pseudo-lúcido e o louco.
Entre estes remédios e o veneno
Entre a utópica realidade e a vivida ilusão
Sou metafísico, plasmático.
Um desengonçado ectoplasma intoxicado.
Mas há de passar mais uma vez.
Essa gripe inoportuna...
Amém.
.
Este é um relato real e forte.
Tire as crianças da sala.
Escrito em um momento confuso.
Sob efeito de um cocktail de drogas lícitas.
Quase perdendo os sentidos
Estou pensando, tentando relatar algo.
Do tudo que me vem agora.
Há algo explícito aqui, eu sinto.
Penso no passado e no futuro
Não sinto o presente: estou ausente.
Minhas pálpebras pesam
Minha cabeça se compacta e dói.
Respiro estranhamente.
Minha alma não consegue ser.
O leitor cerebral com defeito está, não a alma.
Com a mão no queixo me esforço
“Sobre o que mesmo eu ia falar?”
Este silêncio é ensurdecedor.
Aqui, assim, não tenho virtudes.
Sou impotente até para pegar água.
Se não existisse o “mas”, talvez eu tivesse explicação.
Eu sou o meio termo
Entre o pseudo-lúcido e o louco.
Entre estes remédios e o veneno
Entre a utópica realidade e a vivida ilusão
Sou metafísico, plasmático.
Um desengonçado ectoplasma intoxicado.
Mas há de passar mais uma vez.
Essa gripe inoportuna...
Amém.
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